sexta-feira, 29 de julho de 2011

Em Floração: Tibouchina grandifolia

Nome científico: Tibouchina grandifolia Cogn

Família: Melastomataceae

Distribuição: Brasil. Este exemplar, oferta da Professora Maria Eugénia, pode ser visto na Classe.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Observatório Astronómico de Lisboa: 150 anos

Astrofesta

O ano de 2011 é de comemorações. Além da celebração dos 100 anos da FCUL e da UL, comemoram-se os 150 anos do Observatório Astronómico de Lisboa. Para assinalar a data, irá ser organizada uma ASTROFESTA, a decorrer no fim-de-semana de 5, 6 e 7 de Agosto, quando a Lua está em quarto-crescente.

Além das observações no céu de Lisboa, estão previstas palestras e vários workshops relacionados com a utilização de telescópios e a astrofotografia. O local escolhido para a Astrofesta foi, naturalmente, o Observatório Astronómico de Lisboa, localizado no Campus do Instituto Superior de Agronomia, na Tapada da Ajuda.

A organização está a cargo do Museu de Ciência da Universidade de Lisboa, em conjunto com o Centro Ciência Viva de Constância, o Observatório Astronómico de Lisboa e a Associação Portuguesa de Astrónomos Amadores.

Foto: Observatório Astronómico, Tapada da Ajuda, Abril de 1912, J. Benoliel (Arquivo Fotográfico de Lisboa)

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Conde de Ficalho: Fundador do Jardim Botânico

The man who has planted a garden feels that he has done something for the good of the world.

Charles Dudley Warner (1829-1900)

«He travelled widely, lectured frequently, and was actively interested in prison reform, city park supervision, and other movements for the public good. He was the first president of the National Institute of Arts and Letters, and, at the time of his death, was president of the American Social Science Association. He first attracted attention by the reflective sketches entitled My Summer in a Garden (1870; first published in The Hartford Courant), popular for their abounding and refined humour and mellow personal charm, their wholesome love of outdoor things, their suggestive comment on life and affairs, and their delicately finished style, qualities that suggest the work of Washington Irving.»

Este autor americano faz pensar no fundador do nosso Jardim Botânico, o Conde de Ficalho. Obrigado Conde de Ficalho! CONDE DE FICALHO: Botânico português, Francisco Manuel de Melo Breyner nasceu a 27 de Julho de 1837, em Serpa, e faleceu a 19 de Abril de 1903, em Lisboa.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Em Floração: HIBISCUS PALUSTRIS

Nome científico: Hibiscus palustris L.

Família: Malvaceae

Distribuição: América do Norte e, sem razões apatrentes, também autóctone do N Espanha, SW França, N & C Itália. Em Portugal e na Argélia parece duvidosamente nativo. Gosta de terrenos pantanosos e margens de cursos de água. Este exemplar pode ser visto na Classe, no Lago de Cima.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Em Floração: MILEFÓLIO

Nome científico: Achillea millefolium L.

Família: Asteraceae

Nome vulgar: Milefólio

Distribuição: Na maior parte da Europa, mas rara na Região Mediterrânea. Ásia Menor, Irão, Sibéria e Himalaia. Este exemplar pode ser visto na Classe.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Exposição: TUA

Inauguração na Sala Azul (MNHN)
Inaugura no dia 25, na Sala Azul, a exposição TUA, de Ricardo Rodrigues da Silva. A exposição mostra uma série de fotografias tiradas ao longo da linha do Tua. No dia 2 de Outubro de 2010, um grupo de pessoas (desde Engenheiros do Ambiente a Designers Gráficos), propôs-se caminhar ao longo desta linha ferroviária, tornando-se naqueles que poderão vir a ser os últimos viajantes da linha do Tua. Cinquenta e três quilómetros desta beleza e diversidade natural estão à beira de desaparecer devido ao projecto para a construção de uma barragem. Nesta exposição, o artista dá a conhecer imagens representativas desta zona transmontana, uma das mais belas paisagens ribeirinhas de Portugal.


Foto: Cortiços, na Linha do Tua

«CML aprova Plano de Pormenor do Parque Mayer»

«A câmara lisboeta aprovou hoje, com as abstenções do PSD e CDS-PP, o Plano de Pormenor do Parque Mayer, que após passar por discussão pública respondeu, segundo a maioria PS e o PCP, a dúvidas sobre impactos no Jardim Botânico. Depois de ter estado em discussão pública, este plano voltou hoje à câmara acompanhado por um estudo hidrogeológico encomendado pela Universidade de Lisboa e pela autarquia para toda a sua área que conclui que as construções previstas para a zona não vão afectar o equilíbrio ecológico do Jardim Botânico. O estudo permite ainda a construção de um parque de estacionamento para usufruto daquela universidade junto à Rua da Escola Politécnica. Além disso, o vice-presidente da câmara, Manuel Salgado, indicou que 30 por cento do acréscimo de imposto municipal sobre imóveis (IMI) que resulte da reavaliação patrimonial dos prédios na zona envolvente será canalizado para a manutenção do Jardim Botânico.

O vereador do CDS-PP, António Carlos Monteiro, manifestou "grandes dúvidas" quanto "ao aumento de construção nesta área" e disse temer que "os lugares de estacionamento não sejam suficientes", sob o risco de se agravar a "situação já de si de grande deficiência de estacionamento", uma reserva que apresenta desde o início da discussão. Já o líder de bancada do PSD, Pedro Santana Lopes, afirmou que "este não é o sonho" que tem para aquela zona. "Quanto à versão final temos uma apreciação positiva, pensamos que os estudos que foram feitos esclarecem algumas das dúvidas que podiam surgir quanto à estabilidade do aterro [junto do Jardim Botânico]", disse, por sua vez, o comunista Rúben de Carvalho.

Também a vereadora do movimento Cidadãos por Lisboa, eleita pelo PS, elogiou o plano. O vereador independente eleito pelo PS José Sá Fernandes não votou a proposta, porque tem pendente uma acção judicial contra a permuta de terrenos entre o Parque Mayer e a Feira Popular.»

In Diário de Notícias (21/7/2011) por Lusa

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Jardim Botânico: Ciência Viva - Biologia no Verão 2011

Jardim Botânico da Universidade de Lisboa

Ciência Viva - Biologia no Verão 2011

Dia 26 de Julho - 10h00

Plantas da Bíblia

Com Ireneia Melo

Quantas plantas podemos identificar na Bíblia? Porque foram escolhidas, que factores ecológicos e culturais influenciaram a sua inclusão neste livro? Será que essas plantas ainda hoje são utilizadas, do mesmo modo, pela população local? Um percurso pelo Jar­dim Botânico vai permitir conhecer algumas das espécies mencionadas e descobrir que, afinal, muitas delas fazem parte do nosso quotidiano.

Dia 27 de Julho - 15h00

A Chave da Natureza

Com Ana Raquel Barata

Uma visita animada ao Jardim Botânico – MNHN que propõe a identificação de espécies da Flora portuguesa através de uma chave dicotómica, seguindo um percurso pré-definido num mapa – os participantes serão verdadeiros taxonomistas por 2 horas!

Dia 6 de Setembro - 10h00

A Biodiversidade na Cidade

Com Ireneia Melo

Imagine que tem calçadas umas ‘botas de 7 léguas’ e embarque numa viagem num percurso de 2 horas. Vamos conhecer as cicadófitas, plantas que representam floras antigas, na maioria já extintas, e que fazem parte da flora protegida de regiões sul americanas, asiáticas e africanas. A Ginkgo biloba, originária da distante Ásia, já existia quando os dinossauros dominavam a Terra e agora embeleza muitas ruas de Lisboa. Da mesma área é o Ophiopogon japonicus que ajuda a cobrir os canteiros do Jardim, a Mahonia japonica e a Hydrangea macrophylla. Num salto chegamos à Austrália e desco­brimos uma grande figueira tropical, Ficus macrophylla, e a Araucaria bidwillii, com ‘pinhões’ comestíveis do tamanho de amêndoas! As espécies de Strelitzia e de Agapan­thus estão entre os representantes africanos e, da América do norte, podemos ver, entre outras, a Catalpa bignonioides. Descemos para a América do Sul e encontramos a Acca sellowiana, cujos frutos estão agora na moda. Não podemos deixar passar a região macaronésica e admirar os grandes exemplares de dragoeiro, Dracaena draco. É tempo de voltar a casa, à região mediterrânea, e marcar encontro com o medronheiro, Arbutus unedo, o azevinho, Ilex aquifolium, e o acanto, Acanthus mollis, fonte de inspiração para escultores desde a antiguidade.

As inscrições para estas actividades têm número limitado e fazem-se, exclusivamente, através da página da Ciência Viva em: http://www.cienciaviva.pt/veraocv/2011/

FOTO: Ginkgo biloba no Arboreto do Jardim Botânico

«Intervenções no Parque Mayer não põem em risco o Jardim Botânico»

«Estudo conclui que as construções previstas para aquela zona não vão afectar o escoamento do jardim nem a permeabilidade dos logradouros

O estudo hidrogeológico encomendado pela Universidade de Lisboa e pela câmara para a área afecta ao Plano de Pormenor do Parque Mayer conclui que as intervenções previstas para a zona não vão ter impactos negativos no equilíbrio ecológico do Jardim Botânico. De acordo com o estudo, "as construções previstas para a zona do Parque Mayer, tal como preconizado no respectivo plano de pormenor, não afectarão com significância o escoamento natural definido para o Jardim Botânico". Isto porque, lê-se no documento, no jardim "não foi reconhecido um aquífero na verdadeira acepção do termo hidrogeológico". "Tivemos o máximo dos cuidados a fazer o plano e este estudo só veio confirmar isso", disse ontem o vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, à margem da reunião da assembleia municipal. A versão final do plano vai ser hoje discutida em reunião de câmara.

"Dormir descansados"

"Os amigos do Jardim Botânico e o Fórum Cidadania Lisboa podem dormir descansados", afirmou, referindo-se aos movimentos que criticaram as intervenções propostas no plano de pormenor. Estes movimentos, que em 2010 lançaram uma petição a exigir a revisão do plano, sugeriam a criação de um mecanismo de perequação, através do qual todos os proprietários dentro da área do plano deveriam partilhar os custos e os benefícios pela requalificação do jardim. A sugestão não foi, porém, acolhida. "O mecanismo da perequação não faz sentido aqui", afirmou o vereador. Manuel Salgado garantiu que 30 por cento do acréscimo de imposto municipal sobre imóveis que resulte da reavaliação patrimonial dos prédios na zona envolvente vai reverter para a manutenção do jardim. O PÚBLICO tentou contactar a Liga dos Amigos do Jardim Botânico e o Fórum Cidadania Lisboa sem sucesso. Sobre a permeabilidade dos logradouros, outra das questões apontadas pelos contestatários, um documento da autarquia esclarece que numa das áreas de intervenção a área de logradouro impermeável não ultrapassará os 20 por cento e nas restantes unidades será obrigatório prever poços de infiltração. O estudo hidrogeológico refere também que a área fortemente impermeabilizada "é diminuta ou quase nula". Quanto ao muro de suporte do Jardim Botânico, outro estudo conclui que o muro está estável, mas recomenda que seja monitorizado de seis em seis meses e durante um ano. » In Público (20/7/2011) Marisa Soares

terça-feira, 19 de julho de 2011

Plano de Pormenor Parque Mayer e Jardim Botânico: Reunião de Câmara

Aos Amigos do Jardim Botânico

Informo que na próxima Reunião de Câmara (Dia 20 de Julho – 15h00), será apresentada a Proposta relativa ao Plano de Pormenor do Parque Mayer, Jardim Botânico e Zona Envolvente, para determinar submeter a aprovação da Assembleia Municipal a proposta da versão final do Plano. Assim, atendendo ao tema e à importância que o mesmo poderá representar na actividade e funções desempenhadas por V. Exas., venho por este meio convidar-vos a assistir a esta apresentação, uma vez que se trata de uma Reunião de Câmara Pública.

Com os melhores cumprimentos,

Manuel Salgado

Vice-Presidente CML

Foto: Cerca pombalina do Jardim Botânico junto do logradouro onde a CML quer permitir a abertura de caves para um grande estacionamento subterrâneo conforme consta na versão final do Plano de Pormenor. Sustentabilidade de Lisboa? Salvaguarda de um Monumento Nacional? Em vez da defesa do bem comum, vemos consagrado neste PP os interesses imobiliários de meia dúzia de proprietários. Esperemos que haja bom senso.

sábado, 9 de julho de 2011

Árvore mais velha de Portugal certificada este sábado vive em Santa Iria da Azóia

Uma oliveira bravia com 2850 anos foi identificada como a árvore mais velha do país por um grupo de investigadores da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD). Vive em Santa Iria da Azóia, concelho de Loures, e teve o guerreiro Viriato como contemporâneo.

A árvore está situada no Bairro da Covina, em Loures, no que resta de um antigo olival próximo das ruínas do castelo de Pirescouxe, tendo sido a idade determinada através de um método inovador de datação de árvores antigas desenvolvido pela UTAD. O processo, que tomou em conta a avaliação de cem árvores, foi dirigido pelos professores José Luiz Lousada e Pacheco Marques, após um contacto do empresário de árvores ornamentais André Soares dos Reis para estimar a idade desta planta lenhosa.

Até aqui, a árvore mais antiga do país – considerando apenas as certificadas até Fevereiro deste ano – contava 2210 anos na certidão de idade e era também uma oliveira, localizada nas Pedras d’El Rei, em Tavira. O método científico aplicado à época é, porém, segundo José Luiz Lousada, menos credível do que o desenvolvido na UTAD nos últimos quatro anos, que se baseia na análise dos padrões de crescimento da espécie, como a altura, o perímetro e o diâmetro. Antes deste método inovador, entretanto já patenteado, a idade das árvores era atribuída pela contagem dos anéis ou pela técnica de medição do carbono 14, que tende a diminuir com o decorrer do tempo. De acordo com este investigador, que co-orientou o Departamento de Ciências Florestais e Arquitectura Paisagista da UTAD neste procedimento, os números dão conta de uma árvore monumental: o perímetro desta oliveira mede na sua base 10,15 metros, a altura chega aos 4,40 metros e o diâmetro de copa tem 7,60 por 8,40 metros. A longevidade e a localização da árvore permitem considerá-la um dos raros seres vivos no país contemporâneos de Viriato, estimando-se que terá “testemunhado” a resistência dos lusitanos à invasão romana. Ainda assim, em declarações ao PÚBLICO, José Luis Lousada acredita que haverá no país uma oliveira mais antiga, mas cujo dono não acedeu à certificação. No sábado, esta oliveira vai ser certificada numa cerimónia pública organizada pela Associação de Defesa do Património Ambiental e Cultural de Santa Iria da Azóia, agendada para as 10h00.

in Público, 7-7-2011

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Ribeiro Telles contra urbanização na Caparica

O arquitecto paisagista Ribeiro Telles é o primeiro signatário de uma petição contra a urbanização dos terrenos com hortas que existem nas chamadas Terras da Costa da Caparica.

A Câmara de Almada quer prédios de habitação social nesta faixa de mais de 200 hectares de terra cultivada que abastece de produtos frescos todo o concelho de Almada, sustenta a petição, que tinha ontem à tarde 373 assinaturas. "Numa altura em que os produtos hortícolas sobem de preço todos os dias, estamos a destruir as fontes de alimentação da área metropolitana de Lisboa", indigna-se Ribeiro Telles. "É escandaloso."O documento assegura que as Terras da Costa detêm "a maior produção de produtos hortícolas por unidade de superfície da Europa", graças às condições particulamente favoráveis de que beneficiam: uma falésia que funciona como barreira natural, protegendo as culturas de batatas, cenouras, couves e outros géneros das agressões meteorológicas, e ainda a existência de lençóis de água no subsolo, a pouca profundidade. "E agora querem fazer habitação social defronte da praia da Caparica, com uns quadradinhos de relva entre os prédios?! É uma aldrabice", alega o arquitecto.

O texto da petição diz o mesmo, embora de forma mais branda: "A Câmara de Almada pretende expropriar esses terrenos por uma soma irrisória a fim de implementar um projecto Polis de habitação social, com edifícios de seis a sete pisos com frente para a praia da Caparica, mas que tem vindo a ser denunciado como fachada para condomínios de luxo".

O mesmo documento relata como uma providência cautelar interposta pelos produtores agrícolas no Tribunal de Almada já não foi a tempo de evitar que a GNR arrancasse o sistema de rega. Desde o tempo do marquês de Pombal que as Terras da Costa são cultivadas por uma população vinda de vários pontos do país. "Por volta de 1830, a ocupação foi legalizada mediante arrendamentos. As dezenas de agricultores actuais são bisnetos e trinetos dos rendeiros originais, a que se juntaram outros", refere ainda a petição.


in Público 7-7-2011

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Queen Sirikit Botanic Garden: Estufas de Exibição

O Complexo de Estufas do QSBG foi inaugurado a 26 de Janeiro de 2001. É constituído por 4 grandes estufas de exibição e 8 estufas pequenas para exposição de colecções de plantas.

The Tropical Rainforest House: é a maior estufa de exibição do complexo, com 1000 m2 de área e uma altura máxima de 33 metros. Contém uma colecção de espécies tropicais da Tailândia e do Sudeste asiático, como por exemplo palmeiras, bananeiras e outras da espectacular família do gengiber.

The Arid House: plantas de habitats deserticos como por exemplo catos e agaves das Américas; euphorbias e aloés da África, assim como euphorbes. Num dos topos desta estufa situa-se a colecção de Cycas.

The Orchids and Ferns House: Contém uma variedade de orquideas tropicais assim como fetos: Of the 177 genera that comprises 1,200 species, QSBG has 80 genera of native orchids including 350 species in its living collection.

The Aquatic House: Abriga mais de 100 espécies de palntas aquaticas, ou seja, que crescem junto a rios, lagos e outras zonas húmidas. A exibição inclui colecções de fetos, lótus.

Fotos: Interior da Estufa da Floresta Tropical

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Queen Sirikit Botanic Garden: um exemplo da Tailândia









In 1992, the Thai Government set up the Botanical Garden Organization (BGO) to strengthen botanical research and ex situ conservation of Thailand valuable plant resource. The BGO has a status of a state enterprise under the Prime Minister’s Office. In October 2002, as the result of state sectors reform, the BGO was transferred to be under the responsibility of a new Ministry - Ministry of Natural Resources and Environment.

Queen Sirikit Botanic Garden (QSBG), or formerly known as Mae Sa Botanic Garden, is the first botanical garden of the country at international standards for there are scientific basis and purposes for the collections, and the provision of botanical education and research. In 1994, the BGO received the honor from HM the Queen to grant a royal permission to name this northern botanic garden after Her Majesty ‘s name as “Queen Sirikit Botanic Garden”.

The main objectives of the Garden are to serve as a center of Thai flora for botanical study and research, to render services concerning biodiversity and environmental conservation, as well as to provide an aesthetic place for the general public.

Este Jardim Botânico é constituído pelos seguintes partes e departamentos:

ARBORETUM: Along the trail, visitors will see plants (mostly trees) grouped according to their botanical families. More than 10 families of plants are featured, such as banana (Musaceae), palm (Arecacea),

The Waterfall and Ornamental Beds, Medicinal Plants, Greenhouse Complex.

Technical and Research Department: Library, Herbarium, Lab Center and Natural Science Museum.

Major scientific activities related to biodiversity conservation are carried out at the Technical and Research Department, which is located at the Sanga Sabhasri Research and Development Center (est. 1997). The Center is named after the late Professor Dr. Sanga Sabhasri, Founder of the Botanical Gardens Organization of Thailand who passed away on January 29, 1999. The Sanga Sabhasri Research and Development Center comprises of three main buildings: the Herbarium, the Natural Science Museum, and the Laboratory Center.

ENTOMOLOGY: QSBG's main focus of attention is, of course, research, conservation and education efforts related to the Thai flora. However, for a number of years QSBG has been developing resources and expertise in entomology.

QSBG's past interest in entomology has been mainly related to hosting post-graduate students from Chiang Mai university who have worked in the QSBG surrounds and made use of the QSBG laboratory facilities. Another entomological project that QSBG has had a long-term interest in is the project "Conservation of fireflies in Thailand" a Royal Project initiated by HM Queen Sirikit, a project aimed at understanding the ecology and conservation biology of firelies in Thailand.

In more recent times QSBG has become more active in entomological research in Thailand collaborating in two important international projects aimed at developing taxonomic and biodiversity inventory skills in Thailand.

QSBG now has a team of around 10 staff working out of 3 small labs on assorted entomological research and other activities. The insect collection housed at QSBG has now grown to around 15 000 specimens.

Este Jardim Botânico oferece ainda um Centro de Acolhimento para os visitantes, duas lojas, um restaurante, uma cafetaria e até um centro de residências para investigadores.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

IGREJA DO MENINO DEUS: 1711-2011

300 ANOS da IGREJA DO MENINO DEUS: 1711-2011
A Igreja do Menino Deus é uma obra de grande importância histórica e patrimonial. Localizada no Largo do Menino Deus, meio escondida na encosta nascente da Colina do Castelo, este templo é praticamente desconhecido da maior parte dos lisboetas. Mas a sua notável qualidade e originalidade arquitectónica, aliada ao facto de ser uma das raras igrejas que escapou intacta ao grande terramoto de 1755, fazem dela um verdadeiro marco da Arquitectura Barroca nacional. A concepção da obra está atribuída ao Arquitecto Real João Antunes (1642-1712), autor de obras de referência como a Igreja de Santa Engrácia em Lisboa.

Foi no dia 4 de Julho de 1711, que o Rei D. João V, acompanhado dos Infantes, seus irmãos, D. António e D. Manuel, conjuntamente com vários membros da Casa Real, lançou a primeira pedra da igreja. A construção prolongou-se durante 26 anos tendo ficado concluída em 1737, data em que foi sagrada. No dia 25 de Março, o mesmo Rei D. João V, transferiu a imagem “milagrosa” do Menino Deus da Igreja da Ordem Terceira de S. Francisco de Xabregas. Na cerimónia da inauguração, o Rei foi acompanhado em procissão nocturna, com tochas acesas, pela população da capital e pelo jovem Príncipe D. José, seu filho, e os irmãos Infantes D. António e D. Manuel. Depois de colocada a imagem na capela-mor, se cantou o Te Deum “com excelente música de instrumentos e vozes” como nos descreve a Gazeta de Lisboa.

Ao observarmos a frontaria da igreja vemos que não está concluída, faltando-lhe o remate de frontão e as torres campanário. Mas o interior é um perfeito e completíssimo exemplo da Arquitectura portuguesa do início do séc. XVIII. Espera-nos um verdadeiro espectáculo da obra total do Barroco. O espaço é amplo, à maneira de grande salão, com cantos cortados o que confere à igreja uma peculiar forma oitavada. As paredes são integralmente revestidas de pedra e com magníficos embutidos de pedraria de várias cores. Nesta igreja a talha dourada está limitada aos retábulos dos oito altares laterais onde se integra um conjunto de boas pinturas de André Gonçalves (1685-1762) e do pintor espanhol André Ruvira executadas por volta de 1730. O retábulo da capela-mor, em mármore, é do italiano João António Bellini, de Pádua; ao centro, em pequeno nicho, vemos a imagem do Menino Jesus, devota dos populares e que, segundo a tradição, já existia no local sendo conhecida por Menino Deus. A Capela-mor é ainda adornada com duas belas telas trilobadas: um “São Francisco Despojado dos Hábitos Seculares” de Vieira Lusitano (1699-1783) da década de 1730, e um “Trânsito de São Francisco” atribuído ao italiano Francesco Pavona. A arte da pintura do Menino Deus fica completa com o esplêndido tecto pintado, obra de parceria entre Vitorino Manuel Serra, João Nunes Abreu, Jerónimo da Silva e André Gonçalves, representando arquitecturas em tromp-l’oeil e, ao centro, painel com a “Ascensão de São Francisco com as Virtudes”.

As obras foram erguidas com esmolas públicas e ajuda do Rei. O edifício conventual ficou destinado a recolhimento das Franciscanas Mantelatas da Ordem Terceira de S. Francisco de Xabregas.

Actualmente na parte conventual funciona o Centro Social do Menino Deus, gerido por uma Congregação de São José de Cluny, frequentado diariamente por cerca de 170 crianças. A igreja já foi alvo de restauro.

Para quem ainda não conhece este deslumbrante e raro monumento de Lisboa, aconselhamos que o venha descobrir no ano em que celebra 300 anos.

HORÁRIO ESPECIAL DE ANIVERSÁRIO: 2, 3 e 4 de Julho das 10:30h às 19h (encerrado 13-14h).

VISITAS GUIADAS: domingo dia 3 às 15h (Dra. Adélia Caldas) 2ª feira dia 4 às 18h (Dr. Ricardo Branco)

MISSA DO ANIVERSÁRIO: 2ª feira dia 4 de Julho às 11:30h.

IGREJA DO MENINO DEUS - Largo do Menino de Deus - LISBOA
Telefone: 21 8885650 - E-mail: idalinabernardo@gmail.com
Monumento Nacional (Decreto n.º 5 046, DG n.º 268, de 11-12-1918)

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Árvores em risco no Largo do Correio Mor

Exmo Vereador do Espaço Público e Espaços Verdes

Lisboa, 29 de Julho de 2011

Assunto: Árvores em risco no Largo do Correio Mor / Escadinhas de S. Crispim

Exmo. Sr. Vereador José Sá Fernandes,

A Liga dos Amigos do Jardim Botânico (LAJB) vem por este meio chamar atenção para quatro árvores em risco no Largo do Correio Mor / Escadinhas de S. Crispim: dois jacarandás e duas olaias. Recentemente deu-se início a uma operação urbanística neste gaveto sem que primeiro se tivesse acautelado, correctamente, a protecção destas quatro árvores que confinam directamente com o local da obra.

Solicitamos assim que seja pedido ao dono da obra a instalação, o mais rapidamente possivel, de caixas de madeira em volta dos troncos das árvores e que os ramos mais expostos às actividades da obra sejam revestidos com pano (ex: sarapinheira) como primeiro nível de protecção dos embates de maquinaria e materias de construção.

Enviamos em anexo imagens que mostram as agressões a que estas árvores estão sujeitas diariamente desde o início das obras. Lamentamos que Lisboa, ao contrário de outras cidades da União Europeia, ainda não tenha regulamentado a protecção de árvores de alinhamento em contexto de obras.

Estes casos, que se repetem um pouco por toda a cidade, provam a urgência da criação e implementação de regulamento que salvaguarde o património público de árvores expostas ao stress criado pelas intervenções urbanísticas.

Com os nossos melhores cumprimentos,

Liga dos Amigos do Jardim Botânico

segunda-feira, 27 de junho de 2011

As Árvores e os Livros: Mário Cesariny

Nós somos como a árvore mais jovem
Que todo o ano precisa de ser cuidada.

Mário Cesariny

(Lisboa, 9 de Agosto de 1923 — Lisboa, 26 de Novembro de 2006)

Foto: Figueira num quintal da Mouraria, Lisboa

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Palmeiras do Jardim: Tamareira Selvagem

Phoenix sylvestris

Esta bela palmeira, conhecida pelo nome vulgar de tamareira selvagem e tamareira-do-acuçar é originária da Indía. A seiva concentrada é usada na Indía no fabrico de diversos tipos de açucar. Este magnífico exemplar pode ser admirado no Arboreto, no chamado "Jardim do México".

quarta-feira, 15 de junho de 2011

O nosso Bairro: Rua do Salitre 76

Mais um exemplo de abandono da arquitectura do início do séc. XX da nossa cidade. Porque razão nos deparamos cada vez mais com este cenário? Noutras cidades europeias estes imóveis são acarinhados pelos cidadãos e protegidos pelas autoridades municipais e estatais. Mas em Lisboa o mais comum é assistirmos, mais dia menos dia, à sua perda. Seja por ruirem, seja por demolição. O nosso Bairro está a perder património a um ritmo muito preocupante. Parece que os lisboetas dessistiram de reabilitar, restaurar a sua cidade e em vez disso preferem construir de novo, por cima da herança patromial dos nossos antepassados. Lisboa está a ficar mais pobre. Nota: Este imóvel é propriedade da Fundação Oriente - esperemos que em breve seja recuperado para benefício da cidade.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

As Árvores e a Cidade: Tipuanas em Alfama

A indispensável sombra e frescura oferecida pelas Tipuanas na Rua de São Tomé! Como fazem falta a Lisboa mais árvores de sombra como estas!

domingo, 5 de junho de 2011

As Árvores e os Livros: W. B. Yeats

Though leaves are many, the root is one;

Through all the lying days of my youth

I swayed my leaves and flowers in the sun

Now I may wither into the truth.

W. B. Yeats


Foto: Magnolia grandiflora, Classe, Jardim Botânico

quarta-feira, 1 de junho de 2011

DIA MUNDIAL DO AMBIENTE: 5 Junho

Actividades no Jardim Botânico no dia 5 de Junho, Dia Mundial do Ambiente!

terça-feira, 31 de maio de 2011

domingo, 29 de maio de 2011

Solos europeus perdem anualmente para o betão e asfalto, superfície do tamanho de Berlim

Todos os anos, os solos europeus perdem para o betão e asfalto uma superfície correspondendo ao tamanho da cidade de Berlim, uma tendência que a Comissão Europeia considera “insustentável”.

A expansão das cidades e das estradas – que impermeabiliza os solos - “compromete o legado de solos férteis e de aquíferos subterrâneos a deixar às gerações vindouras”, alerta hoje a Comissão Europeia em comunicado. De 1990 a 2000 perderam-se por dia na União Europeia 275 hectares de solos, o que representa mil quilómetros quadrados por ano. Metade desses solos está definitivamente impermeabilizada por edifícios, estradas e parques de estacionamento.

Esta tendência baixou para 252 hectares por dia nos últimos anos, segundo um relatório da Comissão apresentado hoje. Ainda assim, a taxa de perda de solos continua a ser preocupante. Entre 2000 e 2006, o aumento médio das superfícies artificiais na União Europeia foi de três por cento, tendo atingido 14 por cento na Irlanda e em Chipre e 15 por cento em Espanha.

Em Portugal, os autores do relatório sublinham que a expansão urbana massiva aconteceu, sobretudo a partir de 1990. O documento salienta a rede de estradas, “entre as mais densas da Europa, com o maior número de quilómetro por habitante e área”. As áreas mais afectadas pela impermeabilização ficam no litoral e nas regiões de Lisboa, Setúbal e Porto. No Algarve, o documento lembra que 30 por cento das habitações são casas de férias.

O relatório recomenda uma intervenção a três níveis: redução da impermeabilização do solo através de um melhor ordenamento, atenuação dos efeitos da impermeabilização – como por exemplo através da construção de coberturas verdes - e compensação da perda de solos de qualidade por acções noutras áreas.

“Dependemos dos solos para alguns serviços ecossistémicos fundamentais, sem os quais a vida na Terra desapareceria. Não podemos continuar a perder solos pavimentando-os ou construindo sobre eles. Tal não significa parar o crescimento económico ou deixar de melhorar as nossas infra-estruturas, mas exige maior sustentabilidade”, disse o comissário europeu para o Ambiente, Janez Potočnik.

Os resultados deste relatório serão incorporados num documento técnico da Comissão no domínio da impermeabilização do solo, que está a ser elaborado com a colaboração de peritos nacionais. O documento facultará às autoridades nacionais, regionais e locais orientações sobre boas práticas de redução da impermeabilização do solo e de atenuação dos seus efeitos, prevendo se que esteja concluído no início de 2012.

“A impermeabilização dos solos provoca a perda irreversível das funções biológicas do solo. Como a água não se pode infiltrar nem evaporar, aumenta a escorrência, originando por vezes inundações catastróficas. A paisagem fragmenta se e os habitats tornam-se demasiado pequenos ou demasiado isolados para sustentar determinadas espécies. Além disso, o potencial de produção alimentar das terras é perdido para sempre”, explica a Comissão. Segundo as estimativas do Centro Comum de Investigação da Comissão, a impermeabilização dos solos acarreta a perda anual de 4 milhões de toneladas de trigo.

23.05.2011 in "Público"

Foto: Av. Duque de Loulé 86-96 - mais um grave exemplo de impermabilização total de um logradouro autorizada pela CML. Isto não é sustentável!

sábado, 28 de maio de 2011

ESTUFAS: Amazing Glass

Years ago when coal and servants came cheap and greenhouse gases were more likely to be the noxious fumes used to kill pests, magnificent greenhouses would stretch around the perimeter of walled gardens. Elsewhere, in the ornamental areas of the gardens, grand conservatories and orangeries livened up the scene.


Today many of the structures have dual use – as places to grow and to socialise. The architecture of the best greenhouses reflects this and many are beautiful as well as functional. Better still, new materials and double-glazing have made them more efficient than the attractive but fuel-hungry greenhouses the Victorians enjoyed. Like the Victorians, today’s glasshouses are used to grow food as well as to raise seeds, bring on tender plants and keep exotics that would not otherwise survive in the northern hemisphere. Here are the best on the market.


Dome
It is the geodesic shape of these greenhouses that makes them strong enough to withstand winds and storm. Solardome has been operating for 40 years fine-tuning its aluminum and glass construction. Their shape allows air to circulate freely without cold or hot spots and maximum light. Their largest dome is 10m in diameter and 5m high, tall enough for bananas and palms.
http://www.solardome.co.uk/


Aluminium
Alitex’s aluminium frame offers strength and longevity. The National Trust first approached Alitex to create greenhouses in 2004, and they have since developed a full installation service. Fittings and accessories include climate control, options on venting, hot water heating control and humidity regulators. Alitex’s greenhouses have been installed at Loch Lomond Golf Club.
Hartley Botanic is another aluminium greenhouse. Hartley’s range includes the smallest domestic greenhouse to magnificent commercial glasshouses seen in the Glasgow and Oxford Botanic Gardens. Every Hartley greenhouse is hand made and can be shipped and assembled throughout the world.




Timber

Marston & Langinger’s timber greenhouses are wider than average. The frames can be finished in more than 70 colours. M&L greenhouses include clever details such as scallop-edged panes to drain rain away from the glazing bars, the option to add extra shelving, automated electric ventilation and heating controls. It is my greenhouse of choice.
http://www.marston-and-langinger.com/


Hybrid materials
Gabriel Ash is the only greenhouse company endorsed by the Royal Horticultural Society. The RHS approached it to design and install their teaching greenhouse at Harlow Carr in northern England. The requirement was to be wide and long enough to house plants and tools, with space to teach large groups. Installed in 2010, the result is superb. All greenhouses are built in Cedar with aluminum reinforcement forming a hybrid that incorporates the strength of both materials. It is possible to create hot and cool spaces, for various growing zones.
http://www.gabrielash.com/


Technology
Solar Innovations are world leaders in contemporary greenhouse engineering. Aluminium is used for the frame, which means no rusting, rotting, or annual maintenance, and greenhouses can be glazed in glass, acrylic or polycarbonate. Interior and exterior is planned in detail to include insulation, ventilation, heating, cooling, humidifying, and shading. Price depends on design, location and accessories chosen.
www.solarinnovations.com


Arch
Made in the US and shipped worldwide, this gracefully curved Gothic Arch design is tough enough to withstand winter blizzards. Available in various sizes in a range of freestanding and lean-to models, the frame is built in Cypress, a naturally insulating timber.
http://www.gothicarchgreenhouses.com/



Orangery
Amdega orangeries evoke the Victorian era when citrus trees were over-wintered in a unique building that allowed them to catch the sun. Amdega commissions are tailored to the garden and client. Every design allows for strong proportions and individual details; no two orangeries are the same. http://www.amdega.co.uk/


in Financial Times, 19-20 de Março de 2011


Foto: Estufa do séc. XIX em Loch Lomond, Escócia, restaurada pela empresa Alitex. Infelizmente a bela estufa do séc. XIX do nosso Jardim Botânico foi demolida nos anos 60 do séc. XX para se construir outra estufa em betão armado - actualmente em muito mau estado de conservação, sem valor patrimonial e com pé-direito insuficiente para exposições de plantas de escala maior. Será possível reconstruir a estufa histórica? Ou devemos criar uma nova estufa de exibição de design contemporâneo? Este debate, esta reflexão, ainda está por fazer. Mas como se constata por este artigo, só no Reino Unido há várias empresas competentes na área de projecto, restauro e execução de estufas. O mais importante é planear a construção de uma estufa para que o nosso Jardim possa cumprir com um dos grandes objectivos dos jardins botânicos que é divulgar e promover cultura botânica junto de todos os cidadãos.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

AS ÁRVORES E OS LIVROS: Ruben A.

"Para os que quiserem dados objectivos de catalogação informo que nasci no dia 26 de Maio de 1920 na Praça do do Rio de Janeiro, nº 25, 1º andar, em quarto que dá para o jardim chamado do Príncipe Real e que tem por lá a árvore mais extraordinária da cidade de Lisboa." Ruben A

(26 de Maio de 1920 - 26 de Setembro de 1975)

Foto: A casa onde nasceu Ruben Alfredo Andresen Leitão tinha vista para estas árvores do Jardim do Príncipe Real. E quando, muito provavelmente, os Jacarandás estavam em flor como estão hoje, 90 anos depois...

terça-feira, 24 de maio de 2011

Visita: Coudelaria Alter-Real, Alter do Chão

Estimado(a) associado(a),


No próximo dia 19 de Junho (Domingo) terá lugar o passeio à Coudelaria de Alter-Real em Alter do Chão:


7H30 - Partida de Sete Rios (frente à entrada do Zoo)


Duração do Passeio: dia inteiro


Almoço: possibilidade de piquenicar na Coudelaria


Custo: 20 € (transporte em autocarro e entrada na Coudelaria)


Importante: levar água, chapéu e calçado confortável;


Inscrições abertas através do nosso endereço electrónico:




ou em alternativa pelo 96 00 34 118 (Tm do Secretário – Artur Páris).


Data limite para inscrição: 6 de Junho (2ª.feira) com 50% do custo que poderá ser feita por transferência bancária para o nosso NIB: 0007 0084 0000 0740 005 51 (BES) ou por meio de cheque ou ainda através de vale de correio.


Com os nossos agradecimentos, enviamos saudações botânicas,


A DIRECÇÃO da LAJB

domingo, 22 de maio de 2011

ESTUFA FRIA DE LISBOA REABRIU!

A Estufa Fria de Lisboa reabriu no dia 29 de Março. Foi assim devolvido à cidade um espaço verde único, que nos oferece três ambientes diferentes - a Estufa Fria, a Estufa Quente e a Estufa Doce -, convidando-nos a verdadeiras viagens por terras longínquas, de onde cada uma das espécies é originária.

Perante o risco detectado de colapso da estrutura, a Câmara Municipal de Lisboa decidiu intervir, mobilizando recursos significativos e uma equipa multidisciplinar de reconhecidos especialistas. Foram substituídos os pilares de sustentação da cobertura e restaurado o ripado de madeira, elemento decisivo para a criação das condições micro climáticas da Estufa Fria de Lisboa. Paralelamente, foi reconhecida uma oportunidade para revitalizar este espaço, criando condições para uma relação renovada com o público, que se pretende mais próxima, acessível, diferenciada e mediada, dando origem a uma nova Missão para a Estufa Fria de Lisboa.

Convidamos todos a revisitar a Estufa Fria de Lisboa e a acompanhar as transformações que farão deste equipamento um espaço de lazer, de interesse turístico e um recurso educativo privilegiado, na cidade de Lisboa, com vista à adopção de comportamentos promotores da conservação da biodiversidade, numa estratégia de sustentabilidade. in http://www.cm-lisboa.pt/

Foto: ESTUFA FRIA, 1944,Ferreira da Cunha