quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Percurso pedestre inaugurado hoje convida a conhecer biodiversidade de Lisboa
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Jardim Botânico no «Tubo de Ensaio»
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Centro Nacional de Cultura divulga Petição em Defesa da Missão do Jardim Botânico
http://www.e-cultura.pt/NoticiaDisplay.aspx?ID=2956
A Plataforma em Defesa do Jardim Botânico agradece este importante apoio de mais uma instituição da cidade de Lisboa.
A petição está disponível aqui:
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Parque hortícola urbano avança no Vale de Chelas
domingo, 28 de novembro de 2010
MARROCOS: Vassouras de Palmeiras
Um bom exemplo de como fazer vassouras a partir de folhas secas de palmeiras. A sabedoria dos cidadãos de Marrakesh em Marrocos. A LAJB ainda tem esperança de no futuro próximo conseguir desenvolver workshops de fabrico de vassouras como estas no nosso Jardim Botânico. Procuramos voluntários para fazer a gestão de um projecto desta natureza! Vassouras sem pegada ecológica, biodegradáveis e 100% sustentáveis. Vassouras do Jardim Botânico para o Jardim Botânico!terça-feira, 23 de novembro de 2010
Participação na Discussão Pública do Plano de Pormenor do Parque Mayer
É dito no PPPM que todas as coberturas destes novos edifícios prevêem “uma espessura, entre a laje e o limpo, que, no mínimo, terá cerca de 70 cm e que chega a atingir, pontualmente, 3,0 metros, o que permite um enchimento correspondente com composto de plantação e a instalação de um dispositivo de drenagem adequado à viabilização de sistemas vegetais”.
Como resultado destas perdas de território e equipamentos, o PPPM propõe a implantação de novos edifícios de substituição, dentro do jardim, sacrificando assim espaços de plantação.
Com que argumentos se vira do avesso a organização de um jardim botânico, histórico, classificado Monumento Nacional? Fundamentar a perda de território e do local onde existem Estufas de Exibição desde 1875 na necessidade de “ligar o jardim à cidade” é o mesmo que dizer que o Jardim Botânico não consegue atrair públicos nem ser financeiramente mais sustentável no cumprimento da sua missão. O princípio que está subjacente à construção de um novo “edifício de acompanhamento” na nova rua pública assenta no equívoco de que o património e as actividades ligadas a um Jardim Botânico não são suficientemente atractivas ou lucrativas. Mas pela análise de jardins botânicos em todo o mundo, verificamos que a existência de Estufas constitui importantíssima atracção e fonte de rendimento. Assim, não se compreende que se proponha sacrificar o local destinado para estufas desde a fundação do jardim para implantação de novo edifício, para o terciário, cuja ocupação nem sequer está definida.
9 - Novo Edifício de entrada no Jardim Botânico pela Rua Castilho. Esta nova construção com 4 pisos, no alinhamento da Rua Castilho, ocuparia e impermeabilizaria a área dos actuais Viveiros do Jardim. A concentração de um Centro de Interpretação, Viveiros e Estufas num edifício de 4 pisos, é incompatível com as especificidades de três funções tão diversas.
8 - Novas Estufas de Exibição - Construção de uma nova grande Estufa de Exibição no local estabelecido para esse equipamento desde a fundação do jardim em 1873. Deve ser também estudada a implantação de pelo menos uma segunda Estufa de Exibição noutro local do Jardim. Quanto às Estufas Viveiristas e de Investigação, devem ficar localizadas dentro ou junto do actual Viveiro. Equipar o Jardim Botânico com novas Estufas de Exibição, com projecto arquitectónico e museológico de qualidade, é uma questão vital não só para o cumprimento da sua Missão mas também para a sua sustentabilidade financeira. As Estufas de Exibição minimizam as circunstâncias negativas da sazonalidade, trazendo mais visitantes durante a época baixa do Outono e Inverno.
Lembramos que Lisboa ainda é uma das capitais da Europa com menos m2 de espaços verdes por habitante.
JARDIM BOTÂNICO
As críticas e propostas apresentadas neste documento desenvolvem os pontos já enunciados na petição lançada pela PLATAFORMA EM DEFESA DO JARDIM BOTÂNICO:
Associação Árvores de Portugal
APAP - Associação Portuguesa dos Arquitectos Paisagistas
Associação Lisboa Verde
Cidadãos pelo Capitólio
Fórum Cidadania Lx
Grupo dos Amigos da Tapada das Necessidades
LAJB - Liga dos Amigos do Jardim Botânico
LPN - Liga para a Protecção da Natureza
OPRURB - Ofícios do Património e da Reabilitação Urbana
QUERCUS - Núcleo de Lisboa
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
As colecções de plantas vasculares do Herbário do Jardim Botânico
domingo, 21 de novembro de 2010
«O ar que respiramos é mau e a cura tarda em chegar»
Portugal não cumpre parâmetros de qualidade do ar nas aglomerações urbanas. Os veículos automóveis que enxameiam as cidades são os principais responsáveis pela poluição e as medidas de fundo para a reduzir ainda não são suficientes.O ar que respiramos nas nossas cidades não cumpre os parâmetros de qualidade exigidos pelas normas comunitárias, transpostas para a legislação nacional. As regiões de Lisboa e Vale do Tejo, Porto Litoral, Vale do Ave e Vale do Sousa são as mais problemáticas no que se refere à emissão de partículas inaláveis, e na região centro em Estarreja foi identificada a poluição atmosférica por ozono acima da tolerância máxima, revelam os relatórios das diversas comissões de coordenação e desenvolvimento regional (CCDR).
sábado, 20 de novembro de 2010
Movimento quer fazer do sobreiro a árvore nacional de Portugal
O Canadá tem o plátano, a Inglaterra o carvalho e Portugal poderá vir a ter o sobreiro. “Ao contrário do que se possa pensar, esta árvore está presente em todo o território nacional, não apenas no Alentejo. E não nos podemos esquecer da sua importância vital aos níveis social, cultural e económico”, justificou ao PÚBLICO Miguel Rodrigues, da Árvores de Portugal que, com a Transumância e Natureza (ATN), é responsável por esta iniciativa.
Público 19 Novembro 2010
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
LAJB: «Jardim Botânico ficará asfixiado por anel de betão»
SEMANA BIO: 18 a 28 de Novembro
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Sá Fernandes confronta Câmara de Lisboa e universidade com opções para Jardim Botânico
Tertúlia «Falar Lisboa»: Plano de Pormenor do Parque Mayer e Jardim Botânico
A Drª Manuela Correia, Presidente da Liga dos Amigos do Jardim Botânico, é a oradora convidada para falar das críticas a este Plano de Pormenor por parte da Plataforma de Defesa do Jardim Botânico. Ver petição aqui:
http://www.gopetition.com/petition/39771/signatures.html
O jantar tertúlia será dia 17 de Novembro, às 20h, no restaurante "A Berlenga", na Rua Barros Queiroz 35 (atrás da Igreja de S. Domingos).
Foto: Maquete do Plano de Pormenor. Dois novos arruamentos, quase paralelos à Rua da Alegria e à Rua do Salitre, limitados por novas construções para actividades terciárias, é uma das propostas para a zona de protecção do Jardim Botânico. Parece inofensivo nesta maquete monocromática e inócua mas será uma obra nefasta para o ecosistema do jardim em particular e desta encosta em geral.
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Aires Mateus disposto a alterar plano para Parque Mayer e Jardim Botânico de Lisboa
domingo, 14 de novembro de 2010
Petição em Defesa da Missão do Jardim Botânico e pela Revisão do Plano de Pormenor
Exmo. Sr. Presidente da Assembleia da República
Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal de Lisboa
Exma. Sra. Presidente da Assembleia Municipal de Lisboa
Exmo. Sr. Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior
Exma. Sra. Ministra da Cultura
Exmo. Sr. Reitor da Universidade de Lisboa
Exmo. Sr. Presidente da CCDR-LVT
Exmo. Sr. Presidente do IGESPAR
Exmo. Sr. Director Regional de Cultura
No seguimento da abertura pela Câmara Municipal de Lisboa do período de discussão pública do Plano de Pormenor do Parque Mayer, Jardim Botânico, Edifícios da Politécnica e Zona Envolvente (PPPM), os cidadãos a seguir assinados e identificados, vêm por este meio, requerer a Vossas Excelências a reformulação do mesmo, por o considerarem desajustado, desintegrado e altamente lesivo para a salvaguarda deste quarteirão histórico, que se quer exemplar e que seja uma referência em termos de cultura científica, ambiental, social, cívica, económica, cénica e lúdica e que assegure a sua sustentabilidade a longo prazo.
Só com a inclusão destas intenções e de um trabalho conjunto de grande determinação e com objectivos muito claros, este Plano de Pormenor se poderá afirmar pela sua diferenciação.
Conclui-se que a proposta de Plano deve ser revista e detalhada nos diversos aspectos, justificados no presente texto, nomeadamente:
· A urgência de resolver a decadência do Parque Mayer, não pode destruir ou pôr em risco a área envolvente, nomeadamente o Jardim Botânico;
· Alguns aspectos e elementos devem ser melhorados, aprofundados e rectificados de modo a que o PPPM cumpra a legislação e tenha o conteúdo normal de um Plano de Pormenor
· O PPPM propõe e incentiva a uma crescente impermeabilização dos logradouros;
· A eventual mais-valia dos novos arruamentos, com as suas áreas terciárias, não compensam a maior impermeabilização e edificação, trazendo um ganho marginal a esta zona da cidade. Especialmente quando estas edificações são contíguas ao Jardim Botânico, criando uma pressão inaceitável;
· Não é respeitada a protecção associada ao património classificado como Monumento Nacional, como é o caso do Jardim Botânico;
· Não é reconhecido o valor patrimonial da Cerca Pombalina do Jardim Botânico;
· O Plano de Financiamento é inexistente, e deve ser desenvolvido o sistema de execução e métodos perequativos que distribuam as mais-valias propiciadas aos privados por este PPPM.
PROPOSTA:
Os signatários requerem que a proposta do PPPM, seja revista e detalhada contemplando a inclusão das seguintes garantias:
1. Sustentabilidade a longo prazo. Queremos que este PPPM seja uma referência na área da preocupação ambiental, social e económica, transversal em todo o Plano.
2. Respeito integral pela Zona de Protecção do Jardim Botânico classificado como Monumento Nacional, criando uma verdadeira zona tampão do JB, que permita o adequado desafogo, e prevenindo que sejam propostas e edificadas novas construções junto ao muro do Jardim, mesmo que a cotas mais baixas que este, pela defesa do património arbóreo e permeabilização do solo nos logradouros existentes na zona envolvente do JB, i.e., Rua da Escola Politécnica, Rua do Salitre, Rua da Alegria e Calçada da Patriarcal.
3. Reconhecimento da Cerca Pombalina como elemento patrimonial inseparável do Monumento Nacional e como tal, a preservar e valorizar possibilitando a sua fruição.
4. Apresentação de estudos completos e fidedignos para o todo da área do Plano:
a) Hidrogeológicos;
b) Impacte no sistema de vistas;
c) Impacte na circulação do ar.
5. Necessidade do Plano garantir as condições microclimáticas e de solo, ventilação e insolação do JB e área envolvente, bem com a sua estrutura vegetal, edificações e traçado.
6. Justificação funcional, técnica e financeira - São propostas diversas demolições e alguns edifícios novos no interior do JB, em que as supostas vantagens não compensam a destruição causada e mudam, desnecessariamente, o funcionamento do Jardim:
a) Para a construção de raiz na localização apontada (Rua do Salitre/Rua Castilho) e com a volumetria pretendida (4 pisos) de um Centro Interpretativo do Jardim Botânico;
b) Para a construção de mais equipamentos culturais (cerca de 11 Milhões €), face à oferta e procura existentes e a recuperar no Parque Mayer (Capitólio, Variedades) e nas imediações (São Jorge, Tivoli, Odéon); e também face ao comprometimento da continuidade e coesão da estrutura verde.
c) Para a construção de “Galerias Comerciais” no local onde sempre existiram Estufas.
7. Verdadeira expansão territorial do Jardim Botânico, para parte dos terrenos do Parque Mayer, com exposição de flora portuguesa, inexistente actualmente no JB.
8. Inclusão de um Programa de Execução, um Plano de Financiamento e mecanismo de perequação e/ou métodos de distribuição dos custos e benefícios entre todos os proprietários dentro da área do Plano, motivando-os para que partilhem de uma nova visão e invistam em princípios de vida e de negócios sustentáveis.
9. Criação de um Fundo de Requafilicação do Jardim Botânico, de modo a garantir que haja um verdadeiro contributo de todos os proprietários que terão claras mais-valias, para os melhoramentos e gestão do Jardim Botânico, criando um compromisso cívico para com a comunidade onde estão inseridos.
Lisboa, 12 de Novembro de 2010
A PLATAFORMA EM DEFESA DO JARDIM BOTÂNICO DE LISBOA
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Convite: Sessão de Esclarecimento Plano de Pormenor do Parque Mayer e Jardim Botânico
A CML convida V. Exa. a participar na Sessão de Esclarecimento do Plano de Pormenor do Parque Mayer, Jardim Botânico, Edifícios da Politécnica e Zona Envolvente que terá lugar no Teatro Maria Vitória (Parque Mayer), dia 16 de Novembro, às 18h30.quinta-feira, 11 de novembro de 2010
JARDIM BOTÂNICO: 132 anos
Ciclo de Palestras Jardins e Sociedade: Alterações Climáticas e Jardins Botânicos
O Ciclo de Palestras "Jardins e Sociedade" que prossegue no próximo sábado, dia 13 de Novembro de 2010, com a presença da Professora Maria João Alcoforado (Universidade de Lisboa, Instituto Geográfico e Ordenamento do Território), às 15 horas, na Quinta da Memória – Paços do Concelho, Odivelas:PGR: “Corrupção denuncie aqui”
“Corrupção denuncie aqui”. A Procuradoria-Geral da República (PGR) tem desde hoje no seu sítio na Internet (http://www.pgr.pt/) uma página para a denúncia de actos de corrupção e fraudes. As denúncias podem ser feitas de forma anónima e serão analisadas pelo Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP). A PGR explica que precisa das denúncias dos cidadãos porque “a corrupção ocorre normalmente num círculo fechado de indivíduos, muitas das vezes protegidos por regimes de segredo profissional”.
Foto: Rua do Salitre. As curvas tortuosas da corrupção?