quinta-feira, 18 de abril de 2013
Contributo para a ZEP do Jardim Botânico apresentado a 26 de Julho de 2012
sexta-feira, 12 de abril de 2013
Fixada a ZEP do Jardim Botânico (MN): Portaria n.º 221/2013
Portaria n.º 221/2013
quinta-feira, 14 de junho de 2012
ZEP do Jardim Botânico em discussão pública
-
Anúncio n.º 12828/2012. D.R. n.º 114, Série II de
2012-06-14
Presidência do Conselho de Ministros - Instituto de Gestão do Património Arquitetónico e Arqueológico, I. P.
Projeto de decisão relativo à fixação da zona especial de proteção (ZEP) do Jardim Botânico de Lisboa, freguesia de São Mamede, concelho e distrito de Lisboa
Cumprimentos,
Liga dos Amigos do Jardim Botânico
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Jardim Botânico de Zurique: Zona Especial de Protecção
quarta-feira, 4 de abril de 2012
«Câmara de Lisboa perdeu a posse do Parque Mayer»
Por Ana Henriques com Lusa in Público
Câmara de Lisboa perde Parque Mayer em tribunal e recupera Feira Popular
Câmara de Lisboa perde Parque Mayer em tribunal e recupera Feira Popular
A Câmara de Lisboa perdeu a posse do Parque Mayer, tendo, em compensação, ficado outra vez proprietária da Feira Popular. O Tribunal Central Administrativo anulou o negócio firmado pelo município com o grupo Bragaparques há sete anos, confirmando assim uma sentença proferida pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Lisboa em 2010. A decisão do tribunal surge numa altura em que a Câmara de Lisboa já iniciou obras de recuperação do teatro Capitólio, situado no Parque Mayer – propriedade que, por via desta sentença do Tribunal Central Administrativo, deixou de ser sua e passou a pertencer outra vez à Bragaparques. A declaração da nulidade da permuta de terrenos pelos tribunais resulta de uma acção popular do hoje vereador José Sá Fernandes, que entendeu em 2005 que o negócio firmado com a Bragaparques era ruinoso para o município. O porta-voz do autarca disse ao PÚBLICO que o vereador considera o acórdão “uma grande vitória”. Já o administrador da Bragaparques, Domingos Névoa, remeteu para segunda-feira, em hora e local ainda a designar, esclarecimentos sobre o acórdão do Tribunal Central Administrativo. “Já tenho conhecimento do que está a dar na comunicação social e só posso concluir que não estão a entender nada de nada do acórdão”, disse Domingos Névoa à agência Lusa. Quando o Tribunal Administrativo e Fiscal de Lisboa desfez o negócio, em 2010, a Bragaparques recorreu da sentença.
quarta-feira, 14 de março de 2012
Reclamo ilgeal continua no topo do Hotel Vintage Lisboa
sábado, 10 de março de 2012
«Hotel ignora ordem para tirar reclamo ilegal junto ao Jardim Botânico»
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
CÂMARA ORDENA REMOÇÃO DE RECLAMO ILEGAL
sábado, 26 de novembro de 2011
«Câmara manda averiguar reclamo ilegal»
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
«As razões do chumbo pelo Igespar»
Liga dos Amigos do Jardim Botânico reclamou
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Sá Fernandes confronta Câmara de Lisboa e universidade com opções para Jardim Botânico
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
«Classificação do Jardim Botânico como monumento espera aprovação do Governo»
Processo de classificação começou há 40 anos e foi concluído há poucos meses. Projecto de decreto que consagrará o novo monumento nacional já foi elaborado no Ministério da Cultura.quarta-feira, 28 de julho de 2010
«Amigos do Jardim Botânico criticam plano de pormenor do Parque Mayer»
Numa carta enviada a diversas entidades, nomeadamente à autarquia, a Liga dos Amigos do Jardim Botânico (LAJB) resume em sete pontos as suas preocupações relativas ao Plano de Pormenor para o Parque Mayer, Jardim Botânico e Edifícios da Politécnica e Zona Envolvente, embora considere que há "urgência de intervir na área urbana objecto deste plano de pormenor".
A Liga critica a prevista demolição de parte das estufas (de exibição, investigação e viveiristas), oficinas e armazéns, o que vai obrigar a encontrar alternativas de espaço dentro da área do jardim, que verá assim “diminuída a sua área de plantação”.
A LAJB considera também que não é viável a construção de um novo edifício de entrada do botânico no alinhamento da Rua Castilho, que “ocupa e impermeabiliza a totalidade da atual área dos viveiros” do jardim.
“O plano propõe que as ‘estufas’ passem para cima deste edifício”, é explicado na carta, salientando que “esta solução não é viável, porque as diferentes estufas de um Jardim Botânico têm características arquitetónicas e exigências de localização muito diversas”.
Os Amigos do Botânico realçam também que as estufas de investigação devem estar longe das entradas e circuitos de visitantes, junto dos laboratórios, enquanto que “as estufas de exposição ao público, onde se incluem plantas de grande porte, precisam de pé direito alto e localização central”.
Quanto à prevista construção de um estacionamento subterrâneo no subsolo do jardim em toda a área da entrada sul, a LAJB destaca que a abertura de caves “implicaria o abate de várias árvores da coleção viva” e compromete “a viabilidade de espécimes devido à limitação de desenvolvimento de raízes”.
Salienta que a proposta de edificação encostada à cerca pombalina do Jardim Botânico “resultaria em mais uma impermeabilização maciça e contínua em quase toda a envolvente de logradouros confinantes com o Jardim Botânico”, o que “inviabilizaria as intenções de manter um anel de proteção ecológica do jardim”.
Já a proposta do novo percurso pedonal que ligaria a Rua da Escola Politécnica à Rua do Salitre e ao Parque Mayer “implicaria a destruição de largos sectores da Cerca Pombalina e retiraria áreas decoleção viva”, além de implicar “complexas expropriações de áreas privadas”, acrescentam. Esta “crescente aproximação das construções” ao jardim “resultará num aumento da luz recebida”, alerta a associação, o que “agravaria a já prevista diminuição de circulação de ar, contribuindo para tornar o Jardim ainda mais seco e quente”. “Esta alteração micro-climática levaria à perda de espécies, que não suportarão as novas temperaturas, diminuindo a diversidade do Jardim e o seu efeito amenizador no clima da Lisboa histórica”, considera.
in jornal i, 28 de Julho de 2010
Foto: os muros e contrafortes da cerca pombalina do Jardim Botânico é uma das realidades patrimoniais mais desprezada e esquecida para o qual a LAJB tem vindo a chamar atenção.
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
RMUEL: Regulamento Municipal de Urbanização e Edificação de Lisboa
O projecto foi submetido a discussão pública, que decorreu entre 4 de Agosto e 30 de Setembro, para recolha de observações e sugestões, em cumprimento do disposto na lei. A LAJB participou na discussão pública para fazer a defesa dos logradouros da cidade. O nosso documento de participação foi aqui publicado - http://amigosdobotanico.blogspot.com/search?q=RMUEL
