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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Assembleia da República: projecto de resolução chumbado

Bloco de Esquerda - Grupo Parlamentar
PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º /XII/1.ª
RECOMENDA A PROTECÇÃO DO MONUMENTO NACIONAL JARDIM BOTÂNICO DE LISBOA

O Jardim Botânico da Faculdade de Ciência de Lisboa, inaugurado em 1878, é um património de inegável interesse do ponto de vista histórico, cultural e científico no coração da cidade de Lisboa, levando todos os anos cerca de 80 mil visitantes a conhecer as suas mais de 1.400 espécies vegetais.

Conta com um banco de sementes que desempenha uma função crucial na conservação de recursos genéticos, detém importantes colecções de herbário, totalizando mais de 235 mil espécies, o que torna este Jardim num local de eleição para o ensino e a sensibilização ambiental, e possui diversas espécies tropicais, oriundas da Nova Zelândia, da Austrália, da China, do Japão e da América do Sul, constituindo uma das mais valiosas colecções botânicas em Portugal.

Conforme descreve o Sistema de Informação para o Património Arquitectónico - SIPA, alojado no site do IHRU, o Jardim tem um “valor cénico e botânico indiscutível, num espaço onde recreio e o lazer se cruzam com o saber. A variedade de espécies demonstra os diferentes microclimas que ao longo do jardim se podem encontrar. Um dos mais importantes espaços verdes da cidade de Lisboa antiga”.

Esta importância está reconhecida desde os anos 70, aquando da homologação do Jardim Botânico como Monumento Nacional, um processo só recentemente finalizado através do Decreto n.º 18/2010, de 28 de Dezembro, do Ministério da Cultura. Neste diploma justifica-se a classificação do Jardim pela “sua relevância pedagógica, a diversidade de espécies, com grande variedade de espécies exóticas, e a qualidade arquitectónica do edifício confinante da antiga Escola Politécnica ou as estruturas de apoio subsistentes no perímetro do Jardim” que “fazem deste espaço monumental um dos mais representativos do património urbano da Lisboa romântica, justificando-se plenamente a sua integral salvaguarda.” O documento refere ainda que a “classificação do Jardim Botânico de Lisboa contribuirá para a preservação do microclima da área, o que constitui condição sine qua non da sua subsistência”.

No entanto, não só esta classificação como Monumento Nacional exclui dos seus limites a Cerca Pombalina, desconsiderando este valor patrimonial, como a proposta de Plano de Pormenor do Parque Mayer, Jardim Botânico e Zona Envolvente, elaborada pela Câmara Municipal de Lisboa e colocada em consulta pública entre 22 de Outubro e 23 de Novembro de 2010, ameaça a salvaguarda e valorização do património e das missões cientifica e pedagógica do Jardim Botânico.

Por exemplo, o Plano de Pormenor prevê:

- O Aumento da altura média dos prédios em redor do Jardim, tornando-o mais quente e seco no Verão, pondo em risco a sobrevivência de muitas espécies e diminuindo a riqueza biológica do Jardim;

- A criação de um percurso pedonal para fazer a ligação da Rua da Escola Politécnica à Rua do Salitre e a uma nova galeria comercial junto ao Parque Mayer, que irá ocupar o lugar de uma estufa, e a subtracção de um corredor do Jardim que tem espécies de elevado valor botânico;

Foram os próprios IGESPAR e Direcção Regional de Cultura de Lisboa e Vale do Tejo (DRC-LVT), no âmbito da conferência de serviços, realizada a 22 de Julho de 2010, a colocar muitas dúvidas relativamente a estes projectos, sem que as mesmas tenham sido resolvidas no documento colocado em consulta pública.

Refere o parecer do IGESPAR, datado de 26 de Julho de 2010, que “o Jardim Botânico, construído na cerca de um antigo convento, possui valor estético, artístico, histórico e científico que importam conservar. Neste sentido, para conservar o carácter e valor culturais do espaço é necessário assegurar os seguintes factores:

1 - A manutenção das condições microclimáticas e de solo;

2 - A manutenção das condições hidrológicas e de drenagem dos solos;

3 - A manutenção das condições de ventilação e insolação;

4 - A manutenção dos elementos e materiais vivos e inertes que compõe o espaço;

5 - A manutenção da estrutura verde e do traçado do jardim, em conjunto com as edificações que o pontuam;

6 - A conservação de uma envolvente coerente com o carácter do espaço no que se refere aos factores ambientais e aos valores estéticos, históricos e artísticos.”. Ora, nenhuma destas condições está assegurada com esta proposta de Plano, nem são conhecidos os estudos que o IGESPAR refere serem necessários.

O parecer da DRC-LVT, de 23 de Julho, refere que as travessias devem ser preteridas ou devidamente fundamentadas porque podem “induzir a situações críticas decorrentes de um aumento de carga neste jardim”, ou que “a proposta de coberturas verdes de uso público condicionado (…) não pode envolver derrube de muros limítrofes, enquanto garantia da identidade deste imóvel”, ou que “a intervenção contempla alterações a nível de áreas e estruturas (…) as quais deverão ser preteridas” em caso de impactes negativos ainda não estudados, ou que a “proposta de estacionamento automóvel subterrâneo deverá ser preterida pelos impactes negativos sobre os valores patrimoniais em presença”. No entanto, estas preocupações não estão expressas na proposta actual.

O Bloco de Esquerda considera que a proposta do Plano de Pormenor desvaloriza o Jardim Botânico de Lisboa nas suas diversas funções e não o salvaguarda enquanto Monumento Nacional, em nada contrariando o abandono e degradação a que foi votado ao longo dos anos. É inaceitável que se pretenda reduzir a área e limites do Jardim, destruir estruturas fundamentais ou ignorar a sua importante missão científica e pedagógica. Aliás, sendo um Monumento Nacional, o Jardim deveria estar sujeito a um Plano de Pormenor de Salvaguarda, como determina a legislação, estabelecendo “normas que sirvam de base ao processo da regeneração das áreas, contrariando a deterioração progressiva destes locais, por forma a que se obtenha a reconstituição das características existentes à época”, o que não acontece no âmbito deste Plano que inclui uma zona territorial mais abrangente.

Acompanhamos, assim, a preocupação dos mais de 4.000 cidadãos que deram entrada na Assembleia da República de uma petição a exigir a revisão imediata deste Plano de Pormenor pela defesa da missão do Jardim Botânico e da sua sustentabilidade ambiental, social e económica a longo prazo.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, o Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda propõe à Assembleia da República que recomende ao Governo:

1. Assegure a adequada protecção e requalificação do Monumento Nacional Jardim Botânico de Lisboa, ameaçado pela proposta do Plano de Pormenor do Parque Mayer, Jardim Botânico e Zona Envolvente, em fase de aprovação pela Câmara Municipal de Lisboa;

2. Inclua a Cerca Pombalina como parte integrante do Monumento Nacional Jardim Botânico de Lisboa;

3. Promova, junto das entidades competentes, a elaboração de um Plano de Pormenor de Salvaguarda para o Monumento Nacional Jardim Botânico de Lisboa, articulado com o Plano de Pormenor do Parque Mayer, Jardim Botânico e Zona Envolvente, de modo a ordenar, requalificar e promover o cumprimento das missões científicas e pedagógicas do Jardim Botânico, prevendo inclusive garantias financeiras para o seu regular financiamento;

4. Garanta que na Zona Especial de Protecção do Jardim Botânico de Lisboa não sejam permitidas novas construções junto ao muro do Jardim e se mantenha a permeabilidade dos logradouros da zona envolvente (Rua da Escola Politécnica, Rua do Salitre, Rua da Alegria e Calçada Patriarcal).

Palácio de São Bento, 02 de Novembro de 2011
Os Deputados e as Deputadas do Bloco de Esquerda

NOTA: este projecto de resolução foi chumbado em sessão do dia 4 de Novembro de 2011

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Jardim Botânico: Projecto de Resolução do Grupo Parlamentar do BE

Projecto de Resolução do Grupo Parlamentar do BE: Recomenda a protecção do Monumento Nacional JARDIM BOTÂNICO DE LISBOA

O Jardim Botânico da Faculdade de Ciências de Lisboa, inaugurado em 1878, é um patrimonio de inegável interesse do ponto de vista historico, cultural e cientifico no coração da cidade de Lisboa, levando todos os anos cerca de 80 mil visitantes a conhecer as suas mais de 1.400 espécies vegetais.

Conta com um banco de sementes que desempenha uma função crucial na conservação de recursos genéticos, detém importantes colecções de herbário, totalizando mais de 235 mil espécies, o que torna este Jardim num local de eleição para o ensino e a sensibilização ambiental, e possui diversas especies tropicais, oriundas da Nova Zelândia, da Austrália, da China, do Japão e da América do Sul, constituindo uma das mais valiosas colecções botânicas em Portugal.

Conforme descreve o Sistema de Informação para o Patrimonio Arquitectonico ‐ SIPA, alojado no site do IHRU, o Jardim tem um “valor cénico e botânico indiscutivel, num espaço onde recreio e o lazer se cruzam com o saber. A variedade de espécies demonstra os diferentes microclimas que ao longo do jardim se podem encontrar. Um dos mais importantes espaços verdes da cidade de Lisboa antiga”.

Esta importancia está reconhecida desde os anos 70, aquando da homologação do Jardim Botânico como Monumento Nacional, um processo só recentemente finalizado através do Decreto n.o 18/2010, de 28 de Dezembro, do Ministério da Cultura. Neste diploma justifica‐se a classificação do Jardim pela “sua relevância pedagogica, a diversidade de especies, com grande variedade de espécies exóticas, e a qualidade arquitectonica do edificio confinante da antiga Escola Politécnica ou as estruturas de apoio subsistentes no perimetro do Jardim” que “fazem deste espaço monumental um dos mais representativos do patrimonio urbano da Lisboa romantica, justificando-se plenamente a sua integral salvaguarda.” O documento refere ainda que a “classificação do Jardim Botânico de Lisboa contribuirá para a preservação do microclima da area, o que constitui condição sine qua non da sua subsistência”.

No entanto, não só esta classificação como Monumento Nacional exclui dos seus limites a Cerca Pombalina, desconsiderando este valor patrimonial, como a proposta de Plano de Pormenor do Parque Mayer, Jardim Botânico e Zona Envolvente, elaborada pela Câmara Municipal de Lisboa e colocada em consulta pública entre 22 de Outubro e 23 de Novembro de 2010, ameaça a salvaguarda e valorização do patrimonio e das missões cientifica e pedagogica do Jardim Botânico.

Este Plano de Pormenor preve a redução da area e dos limites actuais do Jardim, o abate de árvores, bem como a demolição de estruturas fundamentais, como é o caso de herbários, viveiros e estufas, alem da construção de galerias comerciais, hoteis e parques de estacionamento, aumentando a area impermeabilizada e de edificação na zona envolvente do Jardim, com consequencias graves na manutenção das suas condições, nomeadamente do microclima ou da circulação das águas interiores.

Por exemplo, o Plano de Pormenor prevê:

‐O aumento da altura media dos prédios em redor do Jardim, tornando‐o mais quente e seco no Verão, pondo em risco a sobrevivência de muitas especies e diminuindo a riqueza biologica do Jardim;

‐A construção de um novo edificio de 4 pisos na entrada do Jardim, no final da Rua Castilho, ocupando a actual área dos viveiros;

‐A criação de um percurso pedonal para fazer a ligação da Rua da Escola Politécnica à Rua do Salitre e a uma nova galeria comercial junto ao Parque Mayer, que irá ocupar o lugar de uma estufa, implicando a destruição de troços da Cerca Pombalina e a subtracção de um corredor do Jardim que tem especies de elevado valor botânico;

‐A construção de um parque de estacionamento subterrâneo com quatro caves na zona da entrada sul do Jardim, o que ocupará uma grande parte do subsolo dessa zona e vai obrigar ao abate de varias árvores e comprometendo outras por danos causados às raizes. [este estacionamento já foi retirado da proposta do PP]

Foram os próprios IGESPAR e Direcção Regional de Cultura de Lisboa e Vale do Tejo (DRC‐LVT), no ambito da conferencia de serviços, realizada a 22 de Julho de 2010, a colocar muitas duvidas relativamente a estes projectos, sem que as mesmas tenham sido resolvidas no documento colocado em consulta publica.

Refere o parecer do IGESPAR, datado de 26 de Julho de 2010, que “o Jardim Botânico, construido na cerca de um antigo convento, possui valor estético, artistico, historico e cientifico que importam conservar. Neste sentido, para conservar o carácter e valor culturais do espaço é necessario assegurar os seguintes factores:

1-manutenção das condições microclimaticas e de solo;

2-manutenção das condições hidrologicas e de drenagem dos solos;

3-manutenção das condições de ventilação e insolação;

4-manutenção dos elementos e materiais vivos e inertes que compõe o espaço;

5-manutenção da estrutura verde e do traçado do jardim, em conjunto com as edificações que o pontuam;

6-conservação de uma envolvente coerente com o carácter do espaço no que se refere aos factores ambientais e aos valores estéticos, historicos e artisticos.”.

Ora, nenhuma destas condições está assegurada com esta proposta de Plano, nem são conhecidos os estudos que o IGESPAR refere serem necessários.

O parecer da DRC‐LVT, de 23 de Julho, refere que as travessias devem ser preteridas ou devidamente fundamentadas porque podem “induzir a situações criticas decorrentes de um aumento de carga neste jardim”, ou que “a proposta de coberturas verdes de uso público condicionado (…) não pode envolver derrube de muros limitrofes, enquanto garantia da identidade deste imóvel”, ou que “a intervenção contempla alterações a nivel de áreas e estruturas (…) as quais deverão ser preteridas” em caso de impactes negativos ainda não estudados, ou que a “proposta de estacionamento automóvel subterrâneo deverá ser preterida pelos impactes negativos sobre os valores patrimoniais em presença”. [este estacionamento já foi retirado da proposta do PP]

No entanto, estas preocupações não estão expressas na proposta actual.

O Bloco de Esquerda considera que a proposta do Plano de Pormenor desvaloriza o Jardim Botânico de Lisboa nas suas diversas funções e não o salvaguarda enquanto Monumento Nacional, em nada contrariando o abandono e degradação a que foi votado ao longo dos anos. E inaceitável que se pretenda reduzir a área e limites do Jardim, destruir estruturas fundamentais ou ignorar a sua importante missão cientifica e pedagogica. Aliás, sendo um Monumento Nacional, o Jardim deveria estar sujeito a um Plano de Pormenor de Salvaguarda, como determina a legislação, estabelecendo “normas que sirvam de base ao processo da regeneração das áreas, contrariando a deterioração progressiva destes locais, por forma a que se obtenha a reconstituição das caracteristicas existentes à época”, o que não acontece no âmbito deste Plano que inclui uma zona territorial mais abrangente.

Acompanhamos, assim, a preocupação dos mais de 4.000 cidadaos que deram entrada na Assembleia da República de uma petição a exigir a revisão imediata deste Plano de Pormenor pela defesa da missão do Jardim Botânico e da sua sustentabilidade ambiental, social e economica a longo prazo.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, o Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda propõe à Assembleia da Republica que recomende ao Governo:

1-Assegure a adequada protecção e requalificação do Monumento Nacional Jardim Botânico de Lisboa, ameaçado pela proposta do Plano de Pormenor do Parque Mayer, Jardim Botânico e Zona Envolvente, em fase de aprovação pela Câmara Municipal de Lisboa;

2-Inclua a Cerca Pombalina como parte integrante do Monumento Nacional Jardim Botânico de Lisboa;

3-Promova, junto das entidades competentes, a elaboração de um Plano de Pormenor de Salvaguarda para o Monumento Nacional Jardim Botânico de Lisboa, articulado com o Plano de Pormenor do Parque Mayer, Jardim Botânico e Zona Envolvente, de modo a ordenar, requalificar e promover o cumprimento das missões cientificas e pedagogicas do Jardim Botânico, prevendo inclusivé garantias financeiras para o seu regular financiamento;

4-Garanta que na Zona Especial de Protecção do Jardim Botanico de Lisboa não sejam permitidas novas construções junto ao muro do Jardim e se mantenha a permeabilidade dos logradouros da zona envolvente (Rua da Escola Politécnica, Rua do Salitre, Rua da Alegria e Calçada Patriarcal);

Palácio de São Bento,

24 de Março de 2011

Os Deputados e as Deputadas do Bloco de Esquerda

terça-feira, 29 de março de 2011

Plataforma em Defesa do Jardim Botânico recebida hoje no Parlamento pela Comissão de Ética, Sociedade e Cultura

Esta audiência, pedida pela LAJB em Julho de 2010 à 13ª Comissão de Ética, Sociedade e Cultura, terá lugar amanhã dia 29 de Março às 14horas, no Parlamento.

Serão apresentados pelos representantes da "Plataforma" os vários problemas e desafios que o Jardim Botânico enfrenta actualmente. Assunto central a debater será o Plano de Pormenor, de iniciativa municipal, que apesar de bem intencionado apresenta uma tendência geral para a amputação da Missão do Jardim Botânico. Este Plano de Pormenor é rejeitado por 11 (onze) organizações não governamentais de âmbito local e nacional, representando a área do Ambiente, profissionais da Arquitectura, da Conservação e Restauro ou simplesmente movimentos de Cidadania. Quase 5000 cidadãos já assinaram a petição:


A PLATAFORMA EM DEFESA DO JARDIM BOTÂNICO DE LISBOA

Associação Árvores de Portugal, APAP - Associação Portuguesa dos Arquitectos Paisagistas, Associação Lisboa Verde, Cidadãos pelo Capitólio, Fórum Cidadania Lx, GECoRPA - Grémio das Empresas de Conservação e Restauro do Património Arquitectónico, Grupo dos Amigos da Tapada das Necessidades, Liga dos Amigos do Jardim Botânico, OPRURB-Ofícios do Património e da Reabilitação Urbana, Quercus-Núcleo de Lisboa, Liga para a Protecção da Natureza

Foto: Arboreto, vista da Avenida das Palmeiras

terça-feira, 1 de março de 2011

Petição em Defesa do Jardim Botânico: Audição na Assembleia da República

No seguimento da entrega a Sua Excelência o Senhor Presidente da Assembleia da República, no passado mês de Janeiro, da "Petição em Defesa da Missão do Jardim Botânico e da sua sustentabilidade ambiental, social e económica a longo prazo. Revisão imediata do Plano de Pormenor do Parque Mayer, Jardim Botânico, Edifícios da Politécnica e Zona Envolvente" (www.gopetition.com/petition/39771.html), informamos que amanhã, dia 2 de Março, pelas 11h, iremos ser recebidos pelo Exmo. Sr. Deputado Relator daquela petição e membro da Comissão Parlamentar do Ambiente, Ordenamento do Território e Poder Local.

A Plataforma em Defesa do Jardim Botânico será representada naquela audição por:

Gonçalo Ribeiro Telles (Associação Portuguesa dos Arquitectos Paisagistas)

Manuela Correia (Liga dos Amigos do Jardim Botânico)

Paulo Ferrero (Fórum Cidadania Lx)

Joana Morão (Grémio das Empresas de Conservação e Restauro do Património Arquitectónico).

Foto: Arboreto do Jardim Botânico, com a Cerca Pombalina em primeiro plano, visto de um logradouro na Rua do Salitre.