Este pulmão verde nas freguesias de Arroios e Penha de França tem de abrir as portas para todos os cidadãos. Lisboa não pode perder este espaço verde com cerca de 10000 m2 numa área urbana com poucos espaços verdes! Vote no Projecto 180 do Orçamento Participativo da CML - envie um SMS para o número 4310 apenas com o texto: 180. Hoje, domingo dia 20 de Novembro, é o último dia para votar!
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domingo, 20 de novembro de 2016
sábado, 19 de novembro de 2016
Visita ao futuro Jardim do Caracol da Penha II
No final da nossa visita tivemos uma bela surpresa, uma comovente dádiva da Natureza: meio escondida pela vegetação cerrada encontrámos uma bananeira com os seus frutos maduros! Todos os participantes da visita tiveram o raro privilégio de comer bananas de Lisboa, ali mesmo, em pleno centro da capital, no futuro Jardim do Caracol da Penha! Ajude a preservar este pulmão verde de Lisboa. Vote no Projecto 180 do Orçamento Participativo da CML - envie um SMS para o número 4310 apenas com o texto: 180. Amanhã, domingo dia 20 de Novembro, é o último dia de votação.
Visita ao futuro Jardim Caracol da Penha - I
São quase 10000 m2 de terreno livre de construções, onde a Natureza conseguiu recuperar a sua presença e dessa forma lembrar aos seres humanos que a cidade não é apenas nosso domínio. Lugares como este - verdadeiros sobreviventes da voracidade constructiva e lucrativa das urbes - devem ser salvaguardados como preciosos vazios. A Liga dos Amigos do Jardim Botânico de Lisboa apoia com convicção a comunidade de moradores que defende a ideia deste espaço enquanto lugar para todos. Um pulmão verde para Lisboa! Vote no Projecto 180 do Orçamento Participativo da CML - envie um SMS para o número 4310 apenas com o texto: 180!
quinta-feira, 17 de novembro de 2016
Sábado 19 de Novembro: Uma visita à procura do Jardim do Caracol da Penha
Estimada/o associada/o
A Direcção da Liga dos Amigos do Jardim Botânico tem a honra de informar que irá realizar uma visita guiada ao espaço do Caracol da Penha.
A Direcção da Liga dos Amigos do Jardim Botânico tem a honra de informar que irá realizar uma visita guiada ao espaço do Caracol da Penha.
"Uma visita à procura do Jardim do Caracol da Penha", guiada por Rita Cruz do "Movimento pelo Jardim do Caracol da Penha", sábado dia 19 de Novembro às 14:30.
Uma pesquisa do Movimento pelo Jardim do Caracol da Penha apurou que Arroios e Penha de França estão entre as cinco freguesias de Lisboa com menos espaços verdes: são menos de 1 metro quadrado de jardim por habitante. Ver aqui a página do Movimento: http://www.caracoldapenha. info/
A LAJB é uma das organizações que apoia este Movimento: http://www.caracoldapenha. info/a-cidade-apoia
Uma pesquisa do Movimento pelo Jardim do Caracol da Penha apurou que Arroios e Penha de França estão entre as cinco freguesias de Lisboa com menos espaços verdes: são menos de 1 metro quadrado de jardim por habitante. Ver aqui a página do Movimento: http://www.caracoldapenha.
A LAJB é uma das organizações que apoia este Movimento: http://www.caracoldapenha.
Visita da LAJB ao CARACOL DA PENHA:
Data: 19 de Novembro às 14:30 ( Sábado )
Guia da Visita: Rita Cruz
Ponto de encontro: entrada da Rua marques da Silva, 79 (portão da Escola Selecta) junto da Av. Almirante Reis
Inscrições: amigosdobotanico @gmail.com
Número de participantes: 25 pessoas
Número de participantes: 25 pessoas
quinta-feira, 20 de outubro de 2016
OP: POR UM JARDIM NO CARACOL DA PENHA!
A votação para o Orçamento Participativo de Lisboa já começou e decorre até 20 de Novembro. A Liga dos Amigos do Jardim Botânico de Lisboa apoia a proposta nº 180 para a criação de um novo jardim no Caracol da Penha, em terrenos municipais. É muito fácil votar, não deixe de participar na concretização deste sonho! Agradecemos a divulgação! Precisamos de todos os votos possíveis! Lisboa vai ter mais um jardim público!
segunda-feira, 3 de outubro de 2016
O nosso Jardim no último dia antes das obras
Lago do Meio
Pavimentos com roturas em canalizações do sistema de rega
Pavimentos com buracos e tampas não regulamentares
Sanitários fechados para «manutenção» há vários anos
Pavimentos "recuperados" em 2012 sem manutenção
Canteiros com infestantes (Ailanthus)
Dezenas de cepos de árvores por substituir
Canaletos "reabilitados" nas obras de 2012
Lago de Baixo "reabilitado" nas obras de 2012
Dez exemplares de palmeiras mortas
Pavimentos com roturas em canalizações do sistema de rega
Pavimentos com buracos e tampas não regulamentares
Pavimentos "recuperados" em 2012 sem manutenção
Canteiros com infestantes (Ailanthus)
Dezenas de cepos de árvores por substituir
Canaletos "reabilitados" nas obras de 2012
Lago de Baixo "reabilitado" nas obras de 2012
Dez exemplares de palmeiras mortas
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sexta-feira, 30 de setembro de 2016
JARDIM encerra para obras em Outubro
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sábado, 25 de julho de 2015
«Contestação na apresentação do projecto de reabilitação do Jardim Botânico»
A recuperação do espaço verde criado em 1873, a arrancar em meados do próximo ano, será feita com recurso ao meio-milhão de euros ganhos pela proposta vencedora do Orçamento Participativo 2013/2014. Mas a sessão de apresentação do plano ficou marcada por duríssimas críticas dos membros da Liga dos Amigos do Jardim Botânico. Dizem que o projecto foi feito a pensar nos turistas e criticam a alegada insustentabilidade ambiental do sistema de rega. Os responsáveis pelo projecto refutam as acusações.
Texto: Samuel Alemão
A reabilitação do Jardim Botânico de Lisboa deverá arrancar no próximo ano, mas a contestação e a polémica em torno do projecto começaram logo na sessão de apresentação pública, ocorrida ao princípio da noite desta quinta-feira (23 de Julho), no palmário ali existente. Tudo porque a Liga dos Amigos do Jardim Botânico contestou no local, e de forma veemente, a forma como se materializará a obra de recuperação daquele espeço verde, que será levada a cabo com recurso a um financiamento camarário de meio-milhão de euros resultante da proposta 121 ter sido a mais votada no Orçamento Participativo de Lisboa 2013/2014. “Este é um projecto virado para os turistas, que desvirtua a essência do jardim”, acusam os membros da liga.
Estava-se quase no fim de uma sessão de detalhada apresentação, mas também de autêntica celebração e elogio mútuo por parte dos intervenientes na elaboração do projecto – que foi esmiuçado tanto por José Pedro Sousa Dias, diretor do Museu Nacional de História Natural e da Ciência (MNHNC) da Universidade de Lisboa, entidade responsável pelo espaço, como por João Castro, arquitecto paisagista que liderou a equipa da Câmara Municipal de Lisboa responsável pelo plano de recuperação do jardim nascido em 1873. E quando chegou a vez de serem feitas perguntas, vieram também as fortes críticas dos membros da Liga dos Amigos do Jardim Botânico, sobretudo da sua presidente Manuel Correia, para quem “o projecto não resolve o problema de base do Jardim Botânico”.
O projecto ontem apresentado contempla a reabilitação do jardim, a recuperação dos edifícios de apoio, a implementação de um sistema informativo e de comunicação e ainda a remodelação das redes de infra-estruturas de apoio ao jardim e edifícios. Será realizado em duas fases, privilegiando na primeira fase um plano de recuperação do jardim na zona do Arboreto, isto é, a zona inferior daquele espaço verde, onde se concentram espécies de estratos arbóreos, arbustivos e herbáceos. Aí serão privilegiadas infra-estruturas como os caminhos, os sistemas de rega e também da rede de escoamento de águas pluviais. Nessa zona será também construído um pequeno anfiteatro ao ar livre, que será utilizado para espectáculos.
“Nesta fase, reduziremos drasticamente a intervenção na Classe” – parte superior do Jardim Botânico, onde se concentram as famílias das dicotiledóneas e gimnospérmicas, mas no qual se concentra sobretudo “património edificado a necessitar de cuidados especiais” -, explicou o director do MNHNC. Antes, já havia dito que “estes 500 mil euros parecem muito dinheiro, mas, quando se trata de um jardim de cinco hectares e com o valor histórico e natural deste, haveria sempre que fazer-se opções”. Daí o facto de o responsável esperar que, numa fase posterior, se venha a conseguir captar mais dinheiro para recuperar outras partes do jardim que está classificado como Monumento Nacional.
Atento a esse estatuto, o arquitecto João Castro, da Direcção Municipal de Ambiente Urbano da CML, frisou que a principal preocupação do projecto desenvolvido pela equipa por si liderada era o de manter quase intacta a imagem do jardim, “ que mudou muito pouco desde a sua criação”. “Há áreas onde não vamos mexer, porque possuem características tão identitárias que qualquer intervenção as descaracterizaria”. “Não estamos a tratar este jardim como outro jardim qualquer. Tivemos esse cuidado”, sublinhou.
Uma apreciação que não se revelou suficiente para travar as críticas contundentes, que viriam logo depois – e quando o vereador José Sá Fernandes ainda estava na sala. Falando em nome individual, Jorge Teixeira Pinto confessou não perceber o destaque dado na apresentação aos arranjos das infraestruturas, “quando diversas árvores do jardim estão doentes e a morrer”. Mas foi Manuela Correia, presidente da Liga dos Amigos do Jardim Botânico, quem mais criticou, e com maior intensidade, o projecto ali revelado ao público. “Este não é um jardim como os outros e neste projecto de reabilitação privilegia-se o visitante, o turista, e não a faceta de botânica, que é a principal deste Monumento Nacional”.
A dirigente da associação foi mais longe e criticou também José Pedro Sousa Dias por não ter convidado a Liga a dar a sua opinião sobre o plano que ali se apresentava. O director do museu respondeu-lhe que havia sido “uma opção”, fundada no facto de as relações entre as duas partes estarem longe de ser amistosas. Na contra-resposta, Manuela Correia recordou “obras ilegais” realizadas no Jardim Botânico, em 2012, e “denunciadas pela Liga” à Direcção-Geral do Património Cultural. Além disso, apontou ainda a existência de “três painéis ilegais na fachada do edifício do museu” – situação que deixou visivelmente incomodado José Pedro Sousa Dias e outros elementos presentes na assistência.
Mas Manuela Correia e outros elementos da referida associação criticaram também o facto de, alegadamente, o projecto de reabilitação não garantir a sustentabilidade total do sistema de rega. Actualmente, quase toda a rega é feita com recurso à água da rede pública. “É um crime ambiental”, acusou a presidente da Liga. Uma afirmação contestada tanto por José Pedro Sousa Dias e João Castro, que apesar de admitirem a impossibilidade em garantir um aproveitamento integral da água proveniente das chuvas, rejeitaram a ideia de que pouco foi feito para alterar tal situação.
“A água da EPAL vai continuar a ser utilizada, a alimentar o jardim, porque este não tem água suficiente”, admitiu João Castro, o arquitecto paisagista camarário. Por seu lado, o director do museu disse ter sido “com muita tristeza que se assumiu que o Jardim Botânico não tem capacidade de armazenamento da água e que o nível freático é quase nenhum”. Ainda assim, o técnico responsável pela elaboração do projecto de rega, Francisco Manso, disse que aquele que irá ser implementado no Jardim Botânico “está ao nível do melhor que se faz no mundo” e tentará aproveitar ao máximo a água que puder ser aproveitada.
No final da sessão, Manuela Correira reiterou ao Corvo tudo o que havia dito. “Tenho sérias dúvidas que, com a implementação do projecto que foi apresentado, isto continue a ser um jardim botânico. O que se quer é trazer para aqui turistas”, afirmou.
in O CORVO, 24 Julho 2015
Foto: Há árvores em mau estado, ou mortas, que ficam durante anos, por vezes décadas, sem serem removidas e/ou substituídas; Haverá água nos lagos e regatos, wifi e iluminação mas parece que continuará a faltar um plano estratégico de replantações no Jardim Botânico...
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quarta-feira, 22 de julho de 2015
«Jardim Botânico de Lisboa com anfiteatro e espaços reabilitados em 2016»
O Jardim Botânico da Faculdade de Ciências, em Lisboa, vai ganhar um pequeno anfiteatro e ter espaços renovados no âmbito do projecto de reabilitação, cujas obras deverão iniciar-se no final deste ano e durar entre seis e nove meses.
O jardim, classificado como monumento nacional, encontra-se degradado devido à insuficiente manutenção originada pela “temporária falta de pessoal”, explicou à agência Lusa José Pedro Dias, director do Museu Nacional de História Natural e da Ciência (MUHNAC) da Universidade de Lisboa, que gere o espaço. Por isso, vai ser agora reabilitado, no seguimento de uma candidatura vencedora ao Orçamento Participativo da Câmara de Lisboa, em 2013, que garantiu um financiamento de 500 mil euros. Apesar ter passado já algum tempo, “as coisas nunca estiveram paradas”, assegurou José Pedro Dias, indicando que desde essa altura o museu está em contacto com o município para definir as intervenções. As obras incidem só sobre a zona do arboreto, que ocupa três dos quatro hectares do jardim com árvores de maior dimensão, e assentam na “recuperação das infra-estruturas” como caminhos, sistema de rega e rede de escoamento das águas pluviais e ainda na instalação de electricidade e internet, apontou o responsável. “Vai também ser recuperado o lago de baixo, que está, neste momento, seco porque está fracturado”, referiu.
De acordo com José Pedro Dias, “a única coisa nova que vai surgir no jardim” é um pequeno anfiteatro, na parte central do arboreto, que será usado para espectáculos. Acresce que, além da entrada pela Rua da Escola Politécnica, onde vai ser recuperada a zona da esplanada, o projecto prevê a “semiabertura” da ligação à Praça da Alegria, por onde os visitantes apenas poderão sair.
O director admitiu temer que o jardim não esteja pronto no prazo previsto e tenha de encerrar no verão do próximo ano, quando há mais visitantes no jardim e, consequentemente, mais receita (ascendendo aos 100 mil euros).
Quando as obras acabarem, o museu vai captar financiamento para a renovação da sinalética das plantas, comprometendo-se ainda a criar duas zonas de relvado. Paralelamente, vai ser recuperado o observatório astronómico – situado junto à zona do jardim que era usada para o ensino da botânica, denominada classe –, uma obra de 200 mil euros financiados pela Universidade de Lisboa, que deve começar entretanto, segundo José Pedro Dias.
O responsável espera que as obras renovem o Jardim Botânico, até porque coincidem com a chegada de três jardineiros, até ao final deste ano, para auxiliar o único existente. Sem data prevista nem financiamento garantido está a recuperação dos caminhos, dos túneis subterrâneos e dos edifícios na zona da classe, enquadradas na segunda fase de reabilitação. José Pedro Dias exemplificou, como possível forma de financiamento, a concessão dos espaços ali existentes para loja e cafetaria.
O vereador da Estrutura Verde da Câmara de Lisboa, José Sá Fernandes, congratulou-se com a iniciativa: “É mais um jardim de Lisboa arranjado e é isso que interessa à cidade”. O autarca afirmou à Lusa que este é o “melhor projecto possível para a primeira fase”, deixando em aberto a hipótese de a autarquia financiar a segunda fase da reabilitação. Porém, salientou que “o Estado também tem aqui obrigações”. A apresentação pública do projecto de reabilitação do Jardim Botânico realiza-se na quinta-feira, às 19h00, no palmário do jardim. in Público, 21 Julho 2015
Fotos: O Lago de Baixo no Arboreto conforme ficou poucos meses após as obras de 2012 e um exemplo das muitas placas degradadas que identificavam as plantas da colecção viva do Jardim Botânico.
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quinta-feira, 16 de julho de 2015
Apresentação Projecto OP 2013 para o Jardim Botânico, Orçamento Participativo da CML
O projeto de reabilitação do Jardim Botânico de Lisboa, vencedor do Orçamento Participativo da Câmara Municipal de Lisboa (CML) em 2013, encontra-se concluído e vai ser apresentado ao público no dia 23 de julho de 2015, às 19h00, no Palmário do Jardim, no Museu Nacional de História Natural e da Ciência (MUHNAC, Rua da Escola Politécnica, 54), com a presença do vereador da Estrutura Verde, Ambiente e Energia da Câmara de Lisboa, José Sá Fernandes.
Este projeto é o resultado de uma intensa e cuidada colaboração entre a Câmara Municipal, os Museus da Universidade de Lisboa e a Direção Geral do Património Cultural. Na sessão do próximo dia 23 serão tornadas públicas as intervenções a executar no futuro próximo, no âmbito específico do projeto de execução e obra no Orçamento Participativo da CML, assim como o projeto base de reabilitação do Jardim, incluindo intervenções remetidas para uma fase posterior e que obrigarão à captação de outros financiamentos.
Convidamos todos os interessados na reabilitação do Jardim Botânico a estarem presentes nesta apresentação pública do projeto, conduzida pelas equipas do Museu e da CML responsáveis por esta proposta.
www.museus.ulisboa.pt
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segunda-feira, 13 de julho de 2015
sábado, 6 de dezembro de 2014
Arboreto: ensaio de novo pavimento do Jardim
No âmbito do Projecto do Orçamento Participativo da CML, foi executado um ensaio de novo pavimento num dos caminhos do Arboreto. Se visitar o Jardim Botânico, passe por este local e se assim o entender, faça chegar a sua opinião e/ou questões. Infelizmente ainda não foi colocado junto a este local nenhuma informação aos visitantes sobre o que foi ali executado, quais os materiais, as carateristicas técnicas e como será a sua manutenção. A LAJB irá tentar recolher esses factos e depois irá disponibilizá-los aqui.
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quinta-feira, 13 de novembro de 2014
Orçamento Participativo: «Obras no Jardim Botânico só em meados de 2015»
Um ano depois de ter saído vencedor do Orçamento Participativo de 2013, através de um projecto no valor de 500 mil euros que prevê a sua reabilitação, as “boas notícias” anunciadas, nesta terça-feira, pela Câmara Municipal de Lisboa para o Jardim Botânico consistem no previsível lançamento, no início de 2015, do concurso para a realização das obras naquele monumento nacional.
Mau grado a demora no processo, em que ao longo de um ano nada aconteceu no terreno, no entender do vereador José Sá Fernandes, com pelouro da Estrutura Verde, “há boas notícias para o Jardim Botânico”.
“O projecto para recuperação dos lagos, da cisterna e de alguns caminhos da água está quase a ser finalizado, devendo ficar completo em Janeiro/Fevereiro, após o que se procederá ao lançamento do concurso” para a realização das obras, disse Sá Fernandes, perante a Assembleia Municipal de Lisboa, respondendo à questão colocada pela deputada municipal Cláudia Madeira, do Partido Ecologista Os Verdes (PEV).
A confirmar-se o lançamento do concurso no primeiro trimestre de 2015, as obras não começarão antes de meados do ano e só em 2016 estarão, eventualmente, concluídas.
Outras questão relativas ao Jardim Botânico, igualmente colocadas pela deputada do PEV, ficaram, porém, sem resposta: “Para quando se prevê que esteja pronto o Plano de Salvaguarda do Jardim? E para quando está previsto o pagamento do subsídio anual que a Câmara Municipal de Lisboa atribuiu ao Jardim Botânico, para manutenção?”.
“O Plano de Salvaguarda está a ser elaborado”, disse apenas o vereador Sá Fernandes, que não se pronunciou sobre o pagamento do subsídio acordado.
Texto: Fernanda Ribeiro in O CORVO, 12 de Novembro de 2014
Foto: Vista dos canaletos no Arboreto do Jardim Botânico em Maio de 2012, após obras inadequadas, com dinheiros públicos, mas que já todos parecem ter esquecido. Dois anos depois a maioria das intervenções executadas estão votadas ao abandono. Esperemos que as próximas obras sejam com padrões de qualidade elevados, e que exista um Plano de Manutenção, como merece um Monumento Nacional.
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sábado, 18 de outubro de 2014
AML: Recomendação nº 4/40 “Jardim Botânico da Universidade de Lisboa”
À Exmª Direcção da Liga dos Amigos do Jardim Botânico
Levo ao conhecimento de Vª Exª que a Assembleia Municipal de Lisboa, na sua Sessão realizadas em 9 e Setembro p.p., aprovou a Recomendação que abaixo se discrimina.
Mais se informa que para consultar o documento, na integra, deverá aceder ao site da Assembleia, no link indicado abaixo da parte deliberativa.
Recomendação nº 4/40 “Jardim Botânico da Universidade de Lisboa” (PEV)
Aprovada por Maioria ponto por ponto
Teor da Deliberação: A Assembleia deliberou [recomendar à CML]:
“1. Prepare, calendarize e apresente os estudos e verbas previstos no âmbito do Orçamento Participativo para o projecto “Jardim Botânico de Lisboa, Proteger, Valorizar e Promover”.
2. Recolha os elementos e execute o levantamento topográfico necessários para a implementação do projecto, designadamente, para as previstas renovação de caminhos e sistema de circulação de água, a criação de um jardim mediterrânico e de uma zona de relvado para lazer, bem como a abertura do portão que dá acesso à Praça da Alegria.
3. Estabeleça uma parceria entre a Universidade de Lisboa e a Escola de Jardineiros e Calceteiros, no sentido de obviar a necessidades pontuais de pessoal que se têm verificado para a manutenção do Jardim, designadamente de jardineiros.
4. Promova as diligências imprescindíveis à elaboração do Plano de Salvaguarda do Jardim Botânico.
5. Mais delibera a AML dar conhecimento da presente recomendação à direcção do Jardim Botânico da Universidade de Lisboa e à Liga de Amigos do Jardim Botânico.”
Encaminhamento externo:
CML – Ver. José Sá Fernandes
Gov
AR
Outros – Direcção do Jardim Botânico e Liga de Amigos do Jardim Botânico
Com Social – Lusa
http://www.am-lisboa.pt/302000/1/000773,000072/index.htm
Melhores Cumprimentos
Helena Roseta
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segunda-feira, 8 de setembro de 2014
Recomendação do PEV na AML: “Jardim Botânico da Universidade de Lisboa”
Propostas do Partido Ecologista “Os Verdes” para discussão na reunião da Assembleia Municipal de Lisboa de amanhã, 9 de Setembro
O Grupo Municipal do Partido Ecologista “Os Verdes” entregou os seguintes documentos na Assembleia Municipal de Lisboa para serem discutidos e votados na reunião de amanhã, dia 9 de Setembro:
- Moção “Lojas do Cidadão em Lisboa”
- Recomendação “Jardim Botânico da Universidade de Lisboa”
O Grupo Municipal de «Os Verdes» apresenta a Moção “Lojas do Cidadão em Lisboa”, pretendendo que a Câmara Municipal de Lisboa reconheça a relevante função do serviço público de proximidade aos munícipes de Lisboa desempenhada pelas Lojas do Cidadão; persista numa posição pró-activa perante o Governo, face ao encerramento da Loja do Cidadão nos Restauradores e à ausência de alternativas funcionais para as Lojas das Laranjeiras e de Marvila; diligencie junto do Governo para que este informe, com urgência, que medidas pondera vir a tomar para, no curto prazo, inverter esta acentuada redução de serviços públicos de proximidade na cidade de Lisboa, e ainda para que o Governo especifique, de entre os lugares disponibilizados pelo Município, em que local ou locais planeia vir a instalar novos Espaços do Cidadão. Por fim, o Grupo Municipal de «Os Verdes» pretende ainda que a CML solicite junto do Governo, para que este esclareça com que tipo de serviços, meios e recursos pondera vir a abrir nova ou novas Lojas do Cidadão em Lisboa, calendarizando essas iniciativas.
Com a Recomendação “Jardim Botânico da Universidade de Lisboa”, o PEV pretende que a autarquia prepare, calendarize e apresente os estudos e verbas previstos no âmbito do Orçamento Participativo para o projecto “Jardim Botânico de Lisboa, Proteger, Valorizar e Promover”; recolha os elementos e execute o levantamento topográfico necessários para a implementação do projecto, designadamente, para as previstas renovação de caminhos e sistema de circulação de água, a criação de um jardim mediterrânico e de uma zona de relvado para lazer, bem como a abertura do portão que dá acesso à Praça da Alegria; estabeleça uma parceria entre a Universidade de Lisboa e a Escola de Jardineiros e Calceteiros, no sentido de obviar a necessidades pontuais de pessoal que se têm verificado para a manutenção do Jardim, designadamente de jardineiros; e ainda que promova as diligências imprescindíveis à elaboração do Plano de Salvaguarda do Jardim Botânico.
Para mais informações contactar o Grupo Municipal de “Os Verdes”, através do número de telefone 919 615 508
Gabinete de Imprensa do Grupo Municipal de Lisboa de “Os Verdes”.
Lisboa, 8 de Setembro de 2014
sábado, 6 de setembro de 2014
sábado, 9 de novembro de 2013
sábado, 26 de outubro de 2013
O JARDIM BOTÂNICO no OP 2013: Projecto 121
Vote no Projecto do Jardim Botânico - Projecto Nº 121 - enviando sms gratuito para 4646 com a mesnagem OPLX 121
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