segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Palmeiras de Lisboa continuam a morrer!
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Aquele que planta um jardim, planta felicidade
(Provérbio Chinês)
Foto: Parque de Vidago, criado em 1910 e restaurado em 2010.
quarta-feira, 11 de julho de 2012
CRITICAL: LISBON. FALAR À CIDADE, FALAR COM A CIDADE (16 a 21 Julho)
sexta-feira, 6 de julho de 2012
terça-feira, 12 de junho de 2012
Visita da LAJB: Palácio e Jardins Sousa Leal
No âmbito das actividades da LAJB de oferecer aos seus associados o conhecimento de monumentos habitualmente fechados ao público, no próximo domingo dia 17 de Junho, e por cortesia dos CTT, terá lugar uma visita ao Palácio e Jardim Sousa Leal na Rua de São José nº 20 em Lisboa:
9H45 – Concentração no Lg. da Anunciada/Elevador do Lavra.
Inscrições, limitadas a 25 participantes, através do e-mail: ldbotanico@fc.ul.pt ou pelo Tm 96 00 34 118 (Secretário Artur Páris).
Com os nossos cumprimentos e saudações botânicas,
A DIRECÇÃO da LAJBNOTA: Este Palácio foi até há pouco tempo a Sede dos CTT.
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Inauguração do Jardim Alexandra Escudeiro na escola Damião de Góis em Chelas
segunda-feira, 4 de junho de 2012
5 de Junho - Dia do Ambiente: Convite
info.damiaogois@aedg.pt
terça-feira, 15 de maio de 2012
Exercício de Cidadania na Praça das Flores
quinta-feira, 29 de março de 2012
As Árvores e os Livros: Gertrude Jekyll
The purpose of a garden is to give its owner the best and highest kind of earthly pleasure.segunda-feira, 4 de abril de 2011
Pós-Graduação em JARDINS E PAISAGEM
FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANASUNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Jardim Gulbenkian: queremos ser assim!
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
EDIBLE and ELEGANT
Cabbages, chard, peas and pumpkins can bring as much variety to a garden as flowers can, says Hazel Sillverquarta-feira, 22 de julho de 2009
Reabriu Jardim e Miradouro Botto Machado

«O jardim e miradouro Botto Machado, no Campo de Santa Clara, abriu totalmente renovado após grandes obras de requalificação, no dia 22 de Julho. A reabertura do jardim contou com a presença do vereador do Espaço Público e Espaços Verdes, José Sá Fernandes, que procedeu ainda à inauguração do novo quiosque Olisipo colocado naquele espaço. Hoje foi também inaugurado o novo quiosque com esplanada do jardim Botto Machado. A concessão do direito de exploração do equipamento, atribuída em concurso público, é por um período de 5 anos, prorrogável até 8 anos. O quiosque está colocado junto ao parque infantil.
Depois de concluídas as obras de requalificação dos miradouros da Senhora do Monte, da Graça (rebaptizado de Sophia de Mello Breyner) e de São Pedro de Alcântara, a CML prossegue a estratégia de requalificação dos miradouros de Lisboa, locais abandonados durante demasiados anos.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Guia conta a história dos geomonumentos e desvenda os jardins escondidos de Lisboa
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
A DIFFERENT SHADE OF GREEN
The Arnold Arboretum, one of Frederick Law Olmsted’s better preserved landscapes, could easily be described as a 265-acre research facility. Run jointly by Harvard University and the city of Boston, the landmark is where specialists can find detailed taxonomic organisation and labelling, a herbarium and archives stretching back well into the 1800s. Scientists use it to conduct important studies...and to observe pathogens and insects, including the wooly adeligid, which has destroyed much of the local hemlock collection.
But the arboretum also attracts average visitors. In winter, snow highlights the carefully orchestrated naturalism and draws a steady stream of urban skiiers and sledders. And then there is the Leventritt Garden, a recent addition set on a 4-acre parcel adjacent to Olmstead’s landscape . With linear gravel paths, stone walls and New England vernacular-modernist pavilion, this new space showcases shrubs and vines suitable for residential landscaping and it won the American Society of Landscape Architects 2007 General Design Award of Excellence,
“The garden has an educational component that’s just not possible in the rest of the arboretum,” says Peter Del Tredici, a senior research scientist and lecturer in the landscape programme at the Harvard Graduate School of Design, who worked on the climate change study. “It’s more accessible to the general public.”
The design process behind Olmsted’s archetypal landscapes, for example, can be difficult for non-specialists to discern. “They look like they’ve been there for ever. His reinterpretation of 18th-century English gardens have morphed into spaces that are now so stately and gorgeous,” she says. “It can be difficult teasing out that they are completely constructed.”
Although landscaping clients have fairly conservative taste, designers can introduce them to progressive environmental and aesthetic ideas through the arboretums and botanical gardens that have added contemporary designs, demonstration plots and classes.
Kearsley praises these institutions for leading by example. “I come from a long line of gardeners and there’s a strong sense that you’re passing plants to the next generation,” she says. “Few residential projects are expected to last as long as 25 years. If you can afford to have a 40ft tree brought in, you don’t have to have this kind of respect for time. And people don’t stay in their houses that long. There’s not the same sense of stewardship.”
in Financial Times, 29 de Novembro de 2008, por Ted Smalley Bowen
FOTO: Arboreto do Jardim Botânico continua em grande parte adormecido para o papel que pode desempenhar na sociedade portuguesa.
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
«Miradouros e Jardins vão ser recuperados»
sábado, 8 de novembro de 2008
Lisboetas querem mais JARDINS e ÁRVORES
Resolver os problemas do trânsito e recuperar os espaços verdes devem ser as principais prioridades de investimento, dizem cidadãos
Os lisboetas querem ver actuar as autoridades no estacionamento ilegal. Querem menos carros na cidade e passeios mais largos, para poderem passear à vontade, e também mais espaços verdes.
Hoje é o primeiro dia de votação das propostas que os cidadãos - lisboetas e não só -apresentaram para o orçamento de 2009 da Câmara de Lisboa. E as prioridades de investimento escolhidas vão precisamente para as questões relacionadas com o trânsito e com os espaços verdes. A autarquia reservou cinco milhões de euros para o chamado orçamento participativo. Esta verba será gasta consoante os desejos dos munícipes. Após a fase inicial de apresentação de propostas, volta agora a caber aos cidadãos escolher as ideias que mais lhes agradam, através do site da câmara (www.cm-lisboa.pt/).
Uma das sugestões mais frequentes relaciona-se com a adopção de medidas para acabar com o estacionamento selvagem em cima dos passeios. São vários os munícipes que sugerem que se limite a entrada de carros na cidade, nomeadamente através de portagens, e o aumento do número de bairros históricos sem trânsito. "Se brevemente nada se fizer para recuperar o Largo da Graça, então mais vale alterar a toponímia para Parque de Estacionamento da Graça", observa um morador.
O fim do estacionamento em segunda fila na cidade é igualmente alvo de vários pedidos, tal como a reparação de ruas e passeios. São quase todos eles problemas que o presidente da câmara, António Costa, prometeu resolver com urgência durante a campanha eleitoral, mas que continuam a incomodar quem mora na cidade.
No que aos espaços verdes diz respeito, as prioridades de investimento reivindicadas pelos cidadãos vão não apenas para a criação de novos jardins mas também para a reabilitação dos existentes. Coisas tão simples como, por exemplo, a reconstrução daquele que existe entre o Cais das Colinas e o Cais do Sodré, uma zona privilegiada de passeio à beira-rio, no centro da cidade, que, a pretexto das obras do metropolitano e das agências europeias, foi transformado num local de estacionamento clandestino de veículos pesados. Ou a zona envolvente do Palácio da Ajuda, que continua, apesar das promessas camarárias, em estado de degradação, conforme critica um munícipe que tomou igualmente parte na primeira fase da preparação do orçamento participativo.
Foram cinco centenas as pessoas que participaram nesta consulta da Câmara de Lisboa, 290 das quais homens. Além do trânsito e dos espaços verdes/espaços públicos, a reabilitação urbana e o urbanismo foi a terceira área mais abordada, tendo os assuntos de cultura ficado em quarto lugar nas prioridades dos cidadãos. Os serviços camarários estiveram até ontem a transformar estas sugestões em propostas, consoante a sua exequibilidade. São essas propostas que estão à votação a partir de hoje, e durante toda a semana. É o caso, por exemplo, da criação de uma zona de recreio de grandes dimensões e para todas as faixas etárias no Parque Eduardo VII, com custo estimado em 250 mil euros. Ou da plantação de árvores no Terreiro do Paço, que poderá custar outro tanto."Pelo enorme contraste entre aquilo que os cidadãos querem e aquilo que os serviços e os responsáveis camarários pensam que eles querem, o orçamento participativo é pedagógico para estes últimos", disse ontem António Costa num balanço dos primeiros quatro meses da aplicação do programa de simplificação dos procedimentos administrativos do município. "
FOTO: O Jardim do Campo Pequeno visto da Rua Chaby Pinheiro. A recuperação de jardins e a arborização de arruamentos foram das prioridades mais reivindicadas pelos lisboetas no âmbito do OP.
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
CML anuncia hortas citadinas e novos jardins para uma capital mais verde
sexta-feira, 18 de julho de 2008
Carta à Junta de Freguesia de São Mamede: Casa e Jardim Daupiás
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Alerta para falhas nas agências europeias
«Segundo a LAJB, a construção dos imóveis, com cerca de 16 mil m2 de área, acarretou "o abate de dezenas de árvores e arbustos" que existiam no local, os quais não foram ainda repostos. "A LAJB constata com grande preocupação que os novos espaços verdes se reduzem a relvados muito exigentes em água e a quatro pinheiros mansos plantados junto do passeio marítimo", veicula a carta endereçada ao presidente do conselho de administração do Porto de Lisboa, Manuel Frasquilho. Os Amigos do Botânico consideram preocupante a existência de "uma grande área com pavimentos impermeáveis" e lamentam que as coberturas dos edifícios não tenham sido pensadas como espaços verdes.»
