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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

A Aventura da Terra: visitas guiadas

A Aventura da Terra em exibição no Museu Nacional de História Natural promove visitas dramatizadas à exposição nas quais o actor André Levy veste a pele do naturalista Charles Darwin guiando o público numa visita emocionante pela história do planeta Terra. Estas visitas acontecem no último domingo de cada mês, entre as 16h00 e as 18hoo. Paralelamente todos os fins de semana, o público poderá integrar as visitas orientadas à exposição:

-Sábado, das 15h00 às 16h00
-Domingo, das 12h00 às 13h00

Ambas as visitas requerem marcação prévia:

Tel: 21 392 18 79 ou aventuradaterra@museus.ul.pt

Preçario:

-visitas dramatizadas: 5€
-visitas orientadas: 3€

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Exposição: Cogumelos – revelações de um mundo escondido

O Jardim Botânico do Museu Nacional de História Natural apresenta a exposição:

Cogumelos – revelações de um mundo escondido

De 5 a 12 de Dezembro de 2009

Horário: Segunda a domingo, das 10h00 às 17h00

Local: Jardim Botânico – Palmário

Rua da Escola Politécnica, 58 - Lisboa

FOTO: Cogumelo na Serra de Sintra (25 de Novembro de 2009)

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

«Medir os Céus para Dominar a Terra»

A Astronomia na Escola Politécnica - 1837-1911

22 de Outubro de 2009 a 30 de Abril de 2010

Museu de Ciência da Universidade de Lisboa

Inauguração da exposição: hoje às 18:30h

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

ANIMA VEGETALIS - Imaginário Botânico do Mosteiro de Tibães

Anima Vegetalis - Imaginário Botânico do Mosteiro de Tibães
Exposição de fotografias de Paulo Gaspar Ferreira
Inauguração: dia 12 de Setembro ás 18h
Local: Mosteiro de S. Martinho de Tibães, Braga

«São fotografias que ao longo de 2 anos foram sendo engendradas numa pequena cela monástica do Mosteiro de Tibães. Nasceu de uma cumplicidade desde logo criada entre mim e a cerca. Nasceu da continuidade de um outro trabalho que acabava de apresentar no Museu Amadeo de Souza Cardoso: "Espíritos Elementares - 23 simulacros". Com algas do mar de Vila Chã (Mindelo - Vila do Conde) tinha construído uma exposição e um livro para onde chamei o Casimiro de Brito e depois o Albano Martins, a Ana Hatherly, o Ramos Rosa, o Melo e Castro o Fernando Guimarães, a Teresa Horta e tantos outros que escreveram para aquelas algas que tinha feito para eles.

"Anima Vegetalis" é a continuidade de um projecto que cativa património natural criando património artístico para o transformar em património sensorial. É composto por 70 imagens fotográficas e constituirá uma exposição e um "livro" de folhas soltas acompanhadas por textos (também soltos) da autoria de Theodoro d'Almeida, um dos mais importantes iluministas portugueses. Os pequenos excertos, retirados do ambiente pedagogo da sua "Recreação Filosófica" de 1786, aproximam-se, aqui, de uma linguagem de quase poesia. Aproximam-se das imagens que, retiradas do chão daquela floresta, facilmente se transfiguram em quase poemas.
As fotografias são essencialmente feitas com "peças" encontradas no chão de Tibães. Preferi, sempre que possível, receber a dádiva daquela floresta do que roubar-lhe o que lhe pertencia.

Da direcção do Mosteiro de Tibães recebi a hospitalidade (tão cara aos seus "criadores", os beneditinos): uma antiga cela monástica albergou durante cerca de dois anos o meu "atelier de campanha" onde cuidava das "minhas" Animas, organizando, olhando, deixando-nos maturar (elas e eu) até nos encontrarmos no que são hoje estas imagens.

A publicação de um "livro" (na verdade não se trata bem de um livro, é antes o conjunto das folhas de papel impressas e preservadas numa "caixa de bombons". Queria que fossem "comidas" como iguarias para os olhos) representa a vontade de que fique o registo.

Dois anos de comunhão e aprendizagem com esta "floresta" criaram uma relação de cumplicidade que permitiu fecundar outros seres. Que sejam agora embriões. Que sejam agora o que temos dentro.

Que sejam hoje aquilo que já fomos e voltaremos a ser. Olhemos para eles como quem os come. Assim os saberemos assimilar, nos saberemos assimilar... vegetais. Este projecto não faria sentido se não fosse para mostrar.»

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

"Plantas da Bíblia no Jardim Botânico"

No âmbito da iniciativa Biologia no Verão 2009 pode visitar, mediante inscrição no site da ciência viva, a exposição "Plantas da Bíblia no Jardim Botânico" na próxima quinta-feira dia 27 das 9h30 às 13hoo no Jardim Botânico.


FOTO: Romãs, o fruto da Punica granatum

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Pancho Guedes: «as cidades estão a perder as suas personalidades»

Pancho Guedes — Vitruvius Mozambicanus
Museu Colecção Berardo [18 Maio 16 Agosto]
Centro Cultural de Belém

Aberto todos os dias, das 10h às 19h. Entrada gratuita

«Em toda a parte as cidades estão a perder as suas personalidades e começam a parecer-se umas com as outras, quase como os aeroportos. Não é através de regras, dogmas, ditames, piruetas ou assasinatos que a cidade será devolvida aos seus cidadãos. Só através do poder da imaginação a cidade se tornará maravilhosa.

Os passeios da minha infância - aqueles passeios portugueses em calçada preta e branca - deram-me a possibilidade de ver como uma cidade pode ser transformada numa cadeia de delícias.

Quando voltei a casa vindo de África pela primeira vez, aos seis anos, as ruas íngremes, os elevadores disfarçados de eléctricos horizontais, e os eléctricos propriamente ditos, barulhentos e com campainhas a tinir, os pátios e átrios de pastelarias e cafés, a Rossio movimentado, atafulhado com fontes, com a sua enorme coluna, os anúncios, os sinais de trânsito (cheios de pombos) e o enorme e plano Terreiro do Paço (uma imensidão a seguir à grelha apertada da Baixa pombalina) fizeram-me compreender Lisboa e viver nela como se fosse a minha casa.»

Nesta exposição, Pancho Guedes (n. 1925, Lisboa) reúne a sua prodigiosa e original produção de desenhos, quadros e esculturas e mostra como estes contribuíram para as formas, as ideias e o espírito das muitas arquitecturas diferentes e pessoais que criou. A sua ligação com África, sobretudo com Moçambique, permitiu que Pancho se libertasse dos constrangimentos mais restritos das ideias habituais sobre a arte. Uma exposição de um autor muito especial. A não perder!


FOTO: Rua Rosa Araújo, 32 (demolido em Junho de 2008). Lisboa perde personalidade sempre que ocorre a demolição de património arquitectónico.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Pancho Guedes: Vitruvius Mozambicanus

Pancho Guedes — Vitruvius Mozambicanus
Museu Colecção Berardo [18 Maio 16 Agosto]
Centro Cultural de Belém

Aberto todos os dias, das 10h às 19h. Entrada gratuita

Nesta exposição, Pancho Guedes (n. 1925, Lisboa) reúne a sua prodigiosa e original produção de desenhos, quadros e esculturas e mostra como estes contribuíram para as formas, as ideias e o espírito das muitas arquitecturas diferentes e pessoais que criou. A sua ligação com África, sobretudo com Moçambique, permitiu que Pancho se libertasse dos constrangimentos mais restritos das ideias habituais sobre a arte. Uma exposição de um autor muito especial. A não perder!

As arquitecturas de Pancho Guedes vão de explorações extravagantemente opulentas e pessoais do espaço e da forma, nas quais as artes plásticas se misturam e se fundem, até edifícios austeros e esparsos desenhados para respeitar condições financeiras difíceis e rigorosas, sem limites claramente identifi cáveis. Em todos os casos, as criações resultantes não são de forma alguma diminuídas pelas circunstâncias da sua materialização. Todas as suas criações se encontram imbuídas de almas individuais, distintas, que falam e sorriem orgulhosamente, mesmo quando diminuídas pela idade e pelo uso abusivo. Pancho Guedes continua a desenhar, a melhorar e a construir modelos dos seus edifícios, mesmo os há muito construídos. A relação com a vida de muitas das suas obras está, assim, liberta do seu objectivo restrito, e estas encontram facilmente o caminho para a escultura, a pintura e o desenho, e também para conversas exageradas. in http://www.museuberardo.pt/

FOTO: «A Viagem», 1982, óleo sobre tela.

domingo, 14 de junho de 2009

Os Jardins de Faiança da Fábrica de Miragaia

A exposição dedicada à antiga Fábrica de Louça de Miragaia, patente no Museu Nacional do Azulejo, está repleta de referências botânicas: flores, frutos, folhas, árvores, plantas e até vistas de bosques exóticos pintados á mão por funcionários anónimos. Ficamos também a saber que a ilustre fábrica produziu elegantes peças de faiança (bustos, urnas, vasos) para decorar jardins.

«A Fábrica de Louça de Miragaia, fundada em 1775 por João da Rocha e pelo sobrinho João Bento da Rocha, foi uma das fábricas mais influentes na produção de faiança em Portugal entre a segunda metade do séc. XVIII e a primeira do séc. XIX. Os seus proprietários, que regressaram do Brasil para se instalar no Porto, onde aplicaram os seus vastos recursos angariados com o comércio do açucar e os navios, distinguiram-se na vida da cidade como homens de negócios e políticos. Sucedeu-lhes Francisco da Rocha Soares, também ele regressado do Brasil, que deu um grande impulso à fábrica, diversificando os mercados e os produtos. No início do séc. XIX, a fábrica de Miragaia esteve ligada às fábricas de Massarelos, de Santo António do Vale de Piedade e Cavaquinho, quer por laços familiares, quer por arrendamento.

O último proprietário, Francisco da Rocha Soares como o pai, destacou-se essencialmente pela sua intervenção política como liberal convicto. Durante a sua administração, promoveu uma maior industrialização da produção da fábrica, expandindo os negócios no continente e ilhas.

Ao longo dos cerca de setenta e cinco anos em que laborou, a fábrica de Miragaia teve uma produção considerável de peças em faiança, que podemos dividir basicamente em dois períodos. O primeiro entre 1775 e 1822 e o segundo entre 1822 e 1850, data em que deixou de ser explorada pela família Rocha e foi arrendada à firma Teixeira e Cª, no seguimento da falência do proprietário, Francisco da Rocha Soares.»

FOTO: Figura Decorativa para jardim - América. Faiança. Fábrica de Miragaia, 1830-1850 (colecção Eduardo Lencastre).

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Exposição na BN: «Estrelas de Papel»

A exposição «Estrelas de Papel: Livros de Astronomia dos séculos XIV ao XVIII» inaugurou no passado dia 29 de Abril na Biblioteca Nacional de Portugal. Estará aberta ao público até 31 de Julho.

Trata-se de mais uma exposição apresentada pela BN e comissariada por Henrique Leitão, do Centro Interuniversitário de História das Ciências e Tecnologia. Apresenta um conjunto excepcional de obras de astronomia só muito raramente expostos ao público: manuscritos medievais, os célebres livros de Copérnico, Galileu, Kepler e Newton, grandiosos atlas celestes dos séculos XVII eXVIII, e obras fundamentais da astronomia portuguesa (de Pedro Nunes, Manuel Bocarro, Castro Sarmento, Eusébio da Veiga, Monteiro da Rocha, etc.).

A exposição apresenta também dois instrumentos do Museu de Ciência da Universidade de Lisboa que nunca foram expostos: um telescópio do séculoXVIII construído por Thomas Nairne & Edward Blunt, proveniente da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, e um extraordinário quadrante construído em Lovaina em 1573.

A Exposição «Estrelas de Papel» está integrada nas Comemorações de 2009: Ano Internacional da Astronomia.

Mais informações no site do CIUHCT: http://chcul.fc.ul.pt/

e no site da BNP: www.bnportugal.pt

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Museu de Ciência mostra as suas colecções

O Museu de Ciência da Universidade de Lisboa inaugurou ontem, dia 2 de Abril, uma nova mostra das suas colecções. Esta exposição integra-se no esforço de conservação, inventariação e estudo do seu espólio, que se iniciou de uma forma sistemática em 2008, marcando o começo de uma divulgação para o público dessas colecções. Exibem-se sobretudo objectos do século XIX de física, química, matemática e astronomia. Esta mostra é dedicada a Fernando Bragança Gil (1927-2009) e terminará a 30 de Agosto.

sexta-feira, 27 de março de 2009

EXPOSIÇÃO «OLHARES»: Isolda Guedes


Integrado nas comemorações dos 130 anos do Jardim Botânico, do Museu Nacional de História Natural, foi inaugurado no dia 11 de Novembro, a exposição “Olhares” - esculturas de ar livre realizadas pelos alunos recém licenciados em escultura da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. As obras encontram-se integradas por todo o espaço do Jardim e podem ser vistas até ao final de Março.

Entretanto, o ciclo de visitas guiadas às obras termina no próximo dia 28 de Março com a participação das artistas Isolda Guedes e Lília Carvalho.

Horário da exposição: de 2ª a Domingo, entre as 10h00 e as 18h00.

FOTO: obra de Isolda Guedes, «Indigente», no Arboreto.

quarta-feira, 11 de março de 2009

EXPOSIÇÃO OLHARES: Márcio Domingues


Integrado nas comemorações dos 130 anos do Jardim Botânico, do Museu Nacional de História Natural, foi inaugurado no dia 11 de Novembro, a exposição “Olhares” - esculturas de ar livre realizadas pelos alunos recém licenciados em escultura da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. As obras encontram-se integradas por todo o espaço do Jardim e podem ser vistas até ao final de Março.

Alguns dos autores promovem um ciclo de visitas guiadas às suas obras até ao final do mês. No próximo dia 14 de Março será a vez de Sérgio Carronha e Cláudia Ferreira. A 21 de Março a visita ficará a cargo de Sandra Grandíssimo e Bruno Nordlund. E a última sessão será no dia 28 de Março com as artistas Isolda Guedes e Lília Carvalho.

Horário da exposição: de 2ª a Domingo, entre as 10h00 e as 18h00.

FOTO: obra de Márcio Domingues, «formas complexas - estudo 3» (aço oxidado), no Arboreto.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Visitas guiadas à Exposição «OLHARES»

Os finalistas de Escultura da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, autores da exposição de esculturas ao ar livre, "Olhares", integrada nas comemorações dos 130 anos do Jardim Botânico do Museu Nacional de História Natural da UL, promovem um novo ciclo de visitas guiadas às suas peças a partir de 7 de Março.

Na primeira sessão, Constança Saraiva e Ana Mena, irão convidar o público do Jardim Botânico a conhecer melhor o trabalho exposto. A 14 de Março será a vez de Sérgio Carronha e Cláudia Ferreira. A 21 de Março a visita ficará a cargo de Sandra Grandíssimo e Bruno Nordlund. A última sessão será no dia 28 de Março com as artistas Isolda Guedes e Lília Carvalho.

Todas as visitas guiadas têm início às 15h30.

Horário do Jardim Botânico:
Segunda a Sexta -8h00 às 18h00
Fim de semana e feriados - 10h00 às 18h00

FOTO: «Vertical II» (ferro) de Bruno Nordlund, no Arboreto

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

EXPOSIÇÃO «OLHARES»: Sandra Grandíssimo

Integrado nas comemorações dos 130 anos do Jardim Botânico, do Museu Nacional de História Natural, foi inaugurado no dia 11 de Novembro, a exposição “Olhares” - esculturas de ar livre realizadas pelos alunos recém licenciados em escultura da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. As obras encontram-se integradas por todo o espaço do Jardim e podem ser vistas até 11 de Março.

Horário da exposição: de 2ª a Domingo, entre as 10h00 e as 18h00.

FOTO: obra de Sandra Grandíssimo, sem título (faiança vidrada), na escadaria monumental.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Exposição OLHARES: Mariana D'Aboim Inglez

Integrado nas comemorações dos 130 anos do Jardim Botânico, do Museu Nacional de História Natural, foi inaugurado no dia 11 de Novembro, a exposição “Olhares” - esculturas de ar livre realizadas pelos alunos recém licenciados em escultura da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. As obras encontram-se integradas por todo o espaço do Jardim e podem ser vistas até 11 de Março.

Horário da exposição: de 2ª a Domingo, entre as 10h00 e as 18h00.

FOTO: obra de Mariana D'Aboim Inglez, sem título, no Arboreto.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

EXPOSIÇÃO «OLHARES»: Manuel Botelho

Integrado nas comemorações dos 130 anos do Jardim Botânico, do Museu Nacional de História Natural, foi inaugurado no dia 11 de Novembro, a exposição “Olhares” - esculturas de ar livre realizadas pelos alunos recém licenciados em escultura da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. As obras encontram-se integradas por todo o espaço do Jardim e podem ser vistas até 11 de Março.

Horário da exposição: de 2ª a Domingo, entre as 10h00 e as 18h00.

FOTO: obra de Manuel Botelho, sem título, na Classe.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

EXPOSIÇÃO: «Saúde e Medicina em Portugal e no Brasil: 200 anos»

A exposição «Saúde e Medicina em Portugal e no Brasil: 200 anos» manter-se-á patente no Museu de Ciência da Universidade de Lisboa até ao dia 1 de Fevereiro de 2009.

A data prevista para o encerramento era no próximo dia 4 de Janeiro de 2009 mas por decisão do MCUL e do Alto Comissariado da Saúde essa data foi prolongada para permitir que a exposição seja visitada por mais pessoas.

A exposição evoca marcos da evolução da saúde e da medicina em Portugal e no Brasil, no período entre 1808 e 2008. Em quatro módulos, são abordados temas relacionados com as práticas empíricas de curar utilizadas nos últimos anos do Brasil colonial, com os progressos da saúde pública verificados a partir do século XIX e com as conquistas da medicina contemporânea.

Destaca figuras históricas ligadas à Saúde e Medicina em Portugal e no Brasil do séc. XIX, como Ricardo Jorge, Oswaldo Cruz, Câmara Pestana e Carlos Chagas, bem como a formação médica no Brasil, impulsionada pela chegada da corte portuguesa e o desenvolvimento da Saúde Pública nos dois países.

Podem ainda ver-se peças de património oriundas de instituições portuguesas e brasileiras, tais como a réplica da nau Príncipe Real que levou D. João VI para o Brasil, uma botica do século XVIII que pertenceu ao primeiro Governador de S. Paulo, o quadro “S. Cosme e S. Damião junto ao enfermo”, desenhos do início do século XIX de aldeias índias do Brasil e ainda ex-votos, balangandãs e gravuras de história natural, bem como livros antigos e peças do Museu de Medicina, do Museu de Farmácia e do Museu de Ciência da Universidade de Lisboa.

Esta exposição é uma adaptação para Lisboa da mostra que esteve recentemente no Rio de Janeiro, assinalando as comemorações dos 200 anos da chegada de D. João VI ao Brasil.
Horário: Terça a Sexta-feira das 10h00 às 17h00
Sábado e Domingo: das 11h00 às 18h00
Encerra às Segundas-feiras e Feriados

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

EXPOSIÇÃO «OLHARES»: Bruno Nordlund

Integrado nas comemorações dos 130 anos do Jardim Botânico, do Museu Nacional de História Natural, foi inaugurado no dia 11 de Novembro, a exposição “Olhares” - esculturas de ar livre realizadas pelos alunos recém licenciados em escultura da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. As obras encontram-se integradas por todo o espaço do Jardim e podem ser vistas até 11 de Março.

Horário da exposição: de 2ª a Domingo, entre as 10h00 e as 18h00.

FOTO: «Vertical II» (ferro) de Bruno Nordlund, no Arboreto.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

LISBOA 1758: O PLANO DA BAIXA HOJE

Exposição: LISBOA 1758, O PLANO DA BAIXA HOJE
Local: Praça do Comércio - Páteo da Galé
Horário: todos os dias - 11hoo-19hoo
Entrada Gratuita aos Domingos
Visitas Guiadas: quinta-feira - 11h00 e 14hoo
Marcações: 21 798 89 96 / 21 798 85 26

NOTA: Esta boa exposição, inaugurada a 19 de Junho, foi prolongada até 28 de Dezembro.

FOTO: Um dos destaques da exposição é a interessante Maqueta de Lisboa antes do Terramoto de 1755, executada por Ticiano Violante com orientação científica de Gustavo de Matos Sequeira. Podemos ver nesta imagem a antiga Quinta do Monte Olivete onde nos finais do século XVII os Jesuítas ergueram a Casa do Noviciado da Cotovia (edifício ao centro) segundo risco do arquitecto Baltazar Álvares. Na antiga cerca do noviciado está actualmente o Jardim Botânico.

Com a expulsão dos Jesuítas, em 1759, o noviciado é transformado em Colégio dos Nobres pelo Marquês de Pombal. São executadas obras de reconstrução e adaptação, pelo arquitecto Carlos Mardel, em consequência dos danos provocados pelo Terramoto de 1755.

Com a instituição do regime liberal, o Colégio foi extinto, criando-se, em 1837, a Escola Politéctnica. Por sua vez, este complexo arquitectónico foi devastado por um incêndio de grandes proporções que deflagrou em 1843. O actual edifício da Escola Politécnica, de inspiração Neoclássica, foi erguido segundo projectos de vários arquitectos como Silva e Costa, Monteiro e, por fim, Pézerat. As obras só estariam prontas por volta do ano de 1878.

Esta maqueta pertence ao Museu da Cidade (Inv. MC.MAQ.5)

sábado, 15 de novembro de 2008

EXPOSIÇÃO «OLHARES»

Integrado nas comemorações dos 130 anos do Jardim Botânico, do Museu Nacional de História Natural da Universidade de Lisboa, foi inaugurado no dia 11 de Novembro, a exposição “Olhares” - esculturas de ar livre realizadas pelos alunos recém licenciados em escultura da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. As obras encontram-se integradas por todo o espaço do Jardim e podem ser vistas até 11 de Março. Ao mesmo tempo abriu ao público, no antigo Palmário, a exposição “Olhares Intimistas” - exercícios de autoretrato - também pelos mesmos alunos (até 10 de Janeiro).

Horário de ambas as exposições: de 2ª a Domingo, entre as 10h00 e as 18h00.

“Escultura é o corpo efectivo, tridimensional, que fica depois de concluídos os processos conceptuais que permitem o desenvolvimento técnico de uma ideia. Escultura é um processo mental que, juntamente com um determinado conhecimento técnico, permite a realização de um objecto tridimensional, concreto. Escultura são sistemas de relações e de causa/efeito que resultam em objectos fruíveis esteticamente.

De uma maneira, ou de outra, é também isto que se aprende no Curso de Escultura da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e é o resultado deste processo físico-mental que podemos observar nas esculturas expostas.

Ferro, madeira, performance, pedra, plástico, pano, vidro, etc, são matérias, meios de uso comum que permitem a visibilidade objectual necessária, mas as formas que vemos são sempre o resultado da expressão idiossincrática de cada um.”

FOTO: a obra «AMA-ME» de Laca = la salete. No Arboreto, ao fundo da escadaria monumental. O Jardim Botânico bem precisa de ser amado!