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sábado, 26 de outubro de 2013

O JARDIM BOTÂNICO no OP 2013: Projecto 121

Vote no Projecto do Jardim Botânico - Projecto Nº 121 - enviando sms gratuito para 4646 com a mesnagem OPLX 121

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Amigos do Botânico na 1ª Feira do Património!



Amigos do Botânico na 1ª Feira do Património!




Durante 3 dias, contribuimos para esta primeira Feira do Património que teve a sua estreia na capital. No entanto, por todo o país há portugueses empenhados, contra muitos obstáculos e dificuldades, em conhecer, estudar, restaurar e salvaguardar o património cultural. Estes cidadãos amam a cultura do seu país e para isso se dedicam de corpo e alma. A LAJB conheceu e deu-se a conhecer; promoveu o Jardim Botânico da Universidade de Lisboa; ouviu reclamações mas também sugestões (que iremos comunicar à Direcção do MNHNC); angariou novos associados; vendeu livros, postais e plantas do Jardim. Durante todo o evento houve debates e apresentações muito interessantes. No último dia fomos todos premiados com uma comovente actuação de Cante Alentejano (Beja e Serpa). O nosso muito obrigado à organização desta Feira por nos incluírem nesta festa de celebração do Património Nacional!

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

«A CORDA PELO BOTÂNICO»

Vamos unir a Praça da Alegria ao Príncipe Real pelo JARDIM BOTÂNICO! É já no próximo dia 19 de Outubro às 16H. Participe! 
Vote no projecto do Jardim Botânico no Orçamento Participativo - OP 2013 - enviando um SMS gratuito para 4646 com a mensagem OPLX 121

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

O Jardim Botânico no 2012 World Monuments WATCH

O Jardim Botânico da Universidade de Lisboa está oficialmente no observatório internacional de monumentos em risco "2012 WORLD MONUMENTS WATCH" desde o dia 5 de Outubro de 2011. Para mais informação consulte o www.wmf.org

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Projectos de Loteamento de 4 Hospitais Civis de Lisboa: contributo da LAJB


Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal de Lisboa
Dr. António Costa
 
Projetos de Loteamento do Hospital Miguel Bombarda, Hospital de S. José, Hospital dos Capuchos e Hospital de Santa Marta em Lisboa
 
Participação da Associação “LIGA DOS AMIGOS DO JARDIM BOTÂNICO”
 
No âmbito da abertura da discussão pública relativa a quatro pedidos de informação prévia sobre a viabilidade da realização de quatro operações de loteamento nos hospitais da Colina de Sant’Ana – Hospital Miguel Bombarda, Hospital de São José, Hospital dos Capuchos e Hospital de Santa Marta, publicitada pela Câmara Municipal de Lisboa, a Liga dos Amigos do Jardim Botânico (LAJB) no cumprimento dos seus deveres enquanto associação cívica, considera que:
 
1-A escala dos sítios, a importância dos imóveis, e o facto de estarem em análise quatro projetos em simultâneo, não tem correspondência com o prazo de doze dias para os cidadãos se pronunciarem; doze dias é totalmente insuficiente, porque impossibilita logo à partida uma real participação e a defesa do bem comum; estamos perante uma transformação urbana inédita na história recente de Lisboa, seria pois uma grande irresponsabilidade decidir o futuro destes lugares em 12 dias.
 
2- No geral, a planeada transformação radical destes antigos 4 espaços conventuais reflete uma preocupante falta de consideração pelas pré-existências. Para além da preservação dos imóveis classificados, não é feito esforço significativo para integrar outras estruturas, adaptando-as a novas funções e usos. A lógica que guia as propostas é a de demolir tudo que não esteja classificado para assim cumprir com o objetivo primordial, e talvez único, da ESTAMO: fazer negócio de forma especulativa. Esta intenção de maximização dos terrenos não é escondida como facilmente se constata ao ler, por exemplo, a argumentação da autora do projeto para a demolição de estruturas arquitetónicas no Hospital de São José. No levantamento de dois interessantes edifícios da Arquitetura do Ferro, a antiga Central Térmica e a Lavandaria (1906), a sua destruição é justificada da seguinte forma:
 
«Considera-se que o relativo interesse arquitetónico deste conjunto industrial não justifica, por si só, a sua conservação. Uma vez que no estudo em curso se está a revelar a dificuldade de integração deste conjunto, propõe-se a sua demolição.»
 
Ou seja, é assumido que o projeto que a ESTAMO tem para este espaço é mais importante que a manutenção, restauro e adaptação a novos usos de edifícios que fazem parte integrante da história do lugar e que até se admite ter valor patrimonial. A palavra de ordem não parece ser a da sustentabilidade, reciclagem de edifícios, mas sim como conseguir libertar terrenos para novos edifícios – no caso da antiga cerca conventual de S. José são propostos 58.824m2 de construção nova. Não é esta lógica que esperamos ver aplicada numa cidade histórica na Europa como é Lisboa. Integração, reciclagem e reabilitação, deveriam orientar as propostas numa perspetiva de sustentabilidade ambiental, combinada com uma genuína apreciação e respeito pelas diversas realidades patrimoniais presentes (uma cozinha do séc. XIX é menos importante que um claustro do séc. XVII?).
 
Há uma clara ênfase na libertação de áreas de terreno das antigas cercas para criar oportunidades de construção nova. Para isso são sacrificados edifícios aparentemente menores e menos importantes, esquecendo que no caso de um “território hospitalar” cada peça conta uma história, e é o conjunto e não os “monumentos” isolados que constitui o valor destes territórios-cercas.
 
Um exemplo deste extremismo é o da proposta para o antigo Hospital Miguel Bombarda. Aqui se propõe a destruição de todos os equipamentos daquele único e raro complexo hospitalar do país, exceto 5 imóveis (3 deles protegidos por lei). O autor do projeto propõe, sem justificação, a demolição de edifícios notáveis como as Cozinhas (F1), a 1ª e 2ª Enfermarias/Cantina (E1), a 5ª e 6ª Enfermarias (E2), o Antigo Telheiro para passeio dos doentes (F1), as Oficinas (G1 e G2) e o Hospital de Dia (H1). Seriam removidos do conjunto um total de 16 imóveis, na sua grande maioria com interesse arquitetónico e histórico. Lembramos que muitos destes imóveis valem pelo seu conjunto pois exibem a lógica da medicina da época. Manter apenas 5 imóveis, isolados e descontextualizados, é apagar de forma brutal a história única deste sítio.
 
Notamos um tratamento um pouco antiquado dos imóveis classificados: parecem ser reduzidos a “monumentos”, objetos isolados – veja-se o caso do Pavilhão de Segurança onde se propõe um jardim e um lago na sua face poente. Mais importante do que embelezar a envolvente deste imóvel classificado seria manter os restantes equipamentos que lhe dão contexto. Em vez disso, e após demolição de um total de 16 edifícios, é proposto um brutal complexo de 6 torres de 12 andares. Os edifícios classificados ficam reduzidos a objetos decorativos, “enfeitando” o jardim do novo condomínio. Este mega edifício será o novo protagonista da antiga cerca conventual, um protagonismo conquistado por rotura com a longa História do Hospital Miguel Bombarda. Porque até o interior silencioso e perfeito do pátio circular no Pavilhão de Segurança será perturbado pela visão agressiva e desnecessária, das torres nº 3, 4, 5 e 6. Infelizmente não é apresentada nenhuma imagem/estudo que mostre o impacto negativo destas torres nos edifícios classificados.
 
3- As quatro propostas apresentam levantamentos patrimoniais e fotográficos claramente insuficientes do edificado existente e dos valores culturais dos lugares. Também mostram grandes inconsistências ao nível do investimento na caracterização e significação histórica dos sítios.
 
Por exemplo, a proposta para o Hospital Miguel Bombarda limita, inexplicavelmente, o levantamento fotográfico do local a uma página A4 com 7 imagens, não legendadas, ou seja omite deliberadamente a informação exaustiva sobre todos os edifícios. No caso de um cidadão que não conheça o sítio, como poderá elaborar uma opinião crítica e válida se a proposta da ESTAMO não fornece informação minimamente completa? Ainda neste projeto é de notar a chocante pobreza do «Enquadramento Histórico» na Memória Descritiva, reduzida também a uma página A4.
 
Se os restantes projetos parecem ter investido um pouco mais na caracterização histórica dos sítios, não podemos deixar de criticar o facto de não terem sido realizadas por profissionais independentes. Na verdade, em todos os projetos tais levantamentos/cronologias da História dos sítios não estão assinados por Historiadores mas sim pelas equipas de projetistas. É pois legítimo perguntar se é correto para a cidade e as gerações futuras, que a decisão sobre o que pode ou não ser demolido/construído fique a depender apenas da opinião de 4 arquitetos. Tamanha responsabilidade não pode, nem deve, ficar nas mãos de apenas um dos técnicos intervenientes neste processo. É essencial consultar Historiadores independentes, o ICOMOS e a ICOM, por exemplo.
 
4- Outra prova da falta de estudo e reflexão sobre o tema da integração dos edifícios existentes, independentemente da época de construção e de estarem classificados ou não, é o facto de não se apresentarem ideias coerentes para a sua futura ocupação – para além do fácil e já banal “hotel de charme”.
 
Com o encerramento destes hospitais a cidade está na iminência de perder milhares de postos de trabalho no centro histórico (com todos os pequenos negócios que durante décadas e até séculos se desenvolveram na sua envolvência) e tudo o que a ESTAMO parece imaginar é um cenário de habitação (que tudo indica será de luxo), hotéis de charme e pouco mais. Será este um cenário realista e desejável? Ou meramente especulativo e nefasto? Com o parque habitacional da cidade histórica a precisar de urgente investimento na reabilitação, e a diminuição da população nacional, não nos parece de todo viável nem aconselhável investir na demolição massiva de edifícios, únicos e recuperáveis, seguida de milhares de m2 de construção nova.
 
A regeneração urbanística da Colina de Sant’Ana talvez deva passar mais por uma estratégia de transferência de instituições culturais para estes antigos espaços conventuais/hospitalares. Por exemplo, porque não se equaciona a fundação do grande Arquivo Municipal no Hospital de São José? E em vez da construção de um novo edifício para a Biblioteca Municipal Central porque não pensar num antigo convento-hospital como se tem feito noutras cidades europeias? Universidades e Museus Nacionais, alguns deles ainda mal instalados, poderiam também habitar de forma bem mais sensível estes antigos complexos conventuais/hospitalares.
 
5- Na generalidade, com exceção da proposta para o Hospital de Santa Marta, as zonas verdes são praticamente assumidas como espaços verdes de enquadramento das novas construções ou dos imóveis classificados. De facto, apenas no projeto para Santa Marta se nota um esforço claro de recuperar os “vazios” da antiga cerca conventual, devolvendo assim à cidade uma grande zona de solo permeável e amplamente arborizada. Aplaudimos esta referência à memória da fundação conventual do lugar, com oportunas vantagens e relevância para a cidade do presente e os seus desafios ambientais.
 
Nos restantes projetos impera uma solução do tipo “urbanização” das cercas conventuais ocupando as sobras com espaços verdes. Estamos totalmente contra esta opção uma vez que não só faz tábua rasa dos vários níveis culturais que ao longo dos séculos se foram instalando mas também porque acaba por uniformizar, urbanisticamente, estas antigas cercas. Estes espaços fechados, cercados por altos muros e povoados por diversos edifícios de diferentes períodos históricos, estão agora em risco de se transformarem em novas áreas de ocupação urbana, com soluções do tipo quarteirões/edifícios. O sentido de cerca fica comprometido. Um exemplo desta “banalização” do espaço é a proposta para a cerca do Hospital de S. José onde se propõem cerca de 6 novos edifícios de grande massa para a área da antiga cerca conventual. Embora a cércea não ultrapasse a do antigo hospital, a excessiva volumetria compete claramente com a do hospital, retirando-lhe a proeminência e destaque que nos parece ser essencial manter e assegurar.
 
De igual forma, mas levado ao extremo, são as 6 torres de habitação de implantação violenta no coração da cerca do Hospital Miguel bombarda. Os novos edifícios não deveriam competir desta forma, um pouco desleal, com as pré-existências históricas.
 
A nosso ver a raiz do problema é que a ESTAMO não vê estes espaços como algo a tocar com mão leve e delicada, mas sim como áreas a lotear, a urbanizar.
 
Com o encerramento destas 4 unidades hospitalares, podemos recuperar espaço livre, com solos permeáveis e arborizados. Esta é de facto a última oportunidade que a capital tem de criar facilmente novas zonas verdes em pleno centro histórico, devolver os “vazios” tão essenciais a uma boa qualidade de vida urbana. Nunca é demais chamar atenção para esta oportunidade única que se oferece a Lisboa.
 
EM CONCLUSÃO
 
É bom recordar que todos estes espaços estiveram durante séculos ao serviço das pessoas, numa lógica do bem comum. Esta tradição deve ter continuidade. Mas para que possam servir o bem comum e as gerações futuras é necessário trabalhar com os lugares e não contra os lugares. Reciclar estruturas e não destruí-las. Acarinhar os testemunhos deixados pelos nossos antepassados.
 
O que é único e especial nestes espaços hospitalares é precisamente o se ter sabido adaptar para novas funções, sem destruir irreversivelmente, as cercas conventuais. Também é verdade que com o séc. XX, principalmente na segunda metade, se fizeram obras e construções em excesso, já sem grande respeito ou sensibilidade pelo património. Mas Lisboa tem agora a oportunidade de pensar bem, escolher bem, fazer bem - porque hoje a nossa grande vantagem é de sermos capazes de tomar decisões mais bem informadas. Ora é isso que no fundo falta nestas propostas: informação. Essa falha é devida em grande parte ao promotor destes projetos e menos aos arquitetos que afinal deram resposta ao programa da ESTAMO.
 
Concluimos pois que os presentes PIPs não reúnem condições para serem aprovados.
 
A LAJB solicita à CML uma promoção de facto do debate alargado e reflexão mais profunda sobre estes importantíssimos lugares históricos da nossa cidade. Porque o que vemos nestas quatro propostas é ainda demasiado pobre, banal e peca pela pouca ambição do bem comum. Lisboa merece muito mais e melhor.
 
Liga dos Amigos do Jardim Botânico
12 de Julho de 2013

Foto: Hospital de Santa Marta, fachada principal - antigo convento de Santa Marta, Armando Serôdio, 1968, Arquivo Municipal de Lisboa,  

sexta-feira, 5 de julho de 2013

domingo, 5 de maio de 2013

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Contributo para a ZEP do Jardim Botânico apresentado a 26 de Julho de 2012



A Plataforma congratula-se com a aprovação pelo Conselho Nacional de Cultura de  uma proposta para a delimitação da ZEP do Jardim Botânico, a qual abrange uma área  que tem sido objecto de diversas intervenções inadequadas, desde a abertura do  processo administrativo para a sua classificação como Monumento Nacional em 1970.

A fundamentação que justifica a delimitação incide sobre os aspectos essenciais,  apresentando uma boa ilustração dos mesmos – com excepção da questão da circulação  superficial e subterrânea da água, a qual está omissa.

Os objectivos enunciados encontram-se bem concretizados na pormenorização e  ilustração dos critérios de delineação da ZEP. Contudo considera-se que aqueles  objectivos não serão cabalmente assegurados com a área de protecção agora proposta,  pelo que se justifica uma correcção da mesma nos seguintes aspectos:

- Alargamento da ZEP, de forma a abranger a totalidade do quarteirão delimitado pelo  Parque Mayer, a Av. da Liberdade e a Praça da Alegria – ligação fundamental para a  circulação atmosférica e hídrica;

- Alargamento a toda área delimitada pela R. Barata Salgueiro e a Av. da Liberdade – pelas interferências visuais sobre o Jardim, muito bem ilustradas na fundamentação já  referida;

- Alargamento ainda, ao conjunto das fachadas-sul da R. Escola Politécnica – pelas  interferências visuais e pela escala que actualmente conferem ao conjunto  Jardim/Edifício da Faculdade de Ciências, conforme estabelecido no Despacho do MOP  de 1962;

- Inclusão de todos os logradouros dos edifícios incluídos na ZEP, nomeadamente os a  norte da R. do Salitre.

Estranha-se não ter sido encarada uma “zona non aedificandi” onde ainda é possível,  pelo que se propõe o seu estabelecimento, conforme planta anexa. Entende-se que a  “protecção” conferida ao Jardim Botânico e determinada pelas regras estabelecidas  pelo PP do Parque Mayer para as novas construções, se restringe meramente à sua localização a 1.20m de distância mínima e à não ultrapassagem em altura da Cerca  Pombalina - o que representa uma medida de acção superficial, uma vez que garante  apenas o controlo visual. Considera-se que aspectos como a permeabilidade do solo e 
sub-solo, a drenagem das águas subterrâneas, a circulação atmosférica e a continuidade visual e ecológica entre o Jardim e os espaços abertos contíguos não foram acautelados, ficando estes comprometidos com a construção permanente  admitida para os actuais logradouros pelo PP do Parque Mayer. 

Solicita-se ainda informação sobre a elaboração do Plano de Pormenor de Salvaguarda  para a área abrangida pela ZEP e sobre a previsão de suspensão do Plano de  Pormenor do Parque Mayer.

Lisboa, 26 de Julho de 2012

A Plataforma Em Defesa do Jardim Botânico 

FOTO: alteração da área da ZEP, proposta pela Plataforma Em Defesa do Jardim Botânico

sexta-feira, 22 de março de 2013

Bairro Azul: Amanhã, Visita Guiada

Amanhã, às 15H, visita guiada, gratuita, no âmbito do Dia Nacional dos Centros Históricos. Um desafio do Fórum Cidadania Lx para reflectirmos e questionarmos os conceitos e defenições de "património" e de "centro histórico". Vamos olhar o Património do séc. XX.

quarta-feira, 13 de março de 2013

sábado, 26 de janeiro de 2013

EUROPA NOSTRA: «The 7 Most Endangered»

European Investment Bank (EIB) teams up with Europa Nostra to save Europe's Cultural Heritage
 
The Hague/Luxembourg, 24 January 2013 - Europe's leading heritage organisation Europa Nostra has launched today its new flagship programmeThe 7 Most Endangered’ with the European Investment Bank Group, represented by the EIB Institute, as its founding partner. This programme will identify endangered monuments and sites in Europe and mobilize public and private partners on a local, national and European level to find a sustainable future for those sites. 
 
“Cultural Heritage is Europe's greatest asset: our crude oil, our gold reserve. Our heritage is Europe's bread and butter, as much as it is Europe's heart and soul. Together with the European Investment Bank, Europa Nostra is proud to launch ‘The 7 Most Endangered’ programme. If we all work together, we can stimulate a true renaissance of Europe’s unique cultural heritage “ said Plácido Domingo, President Europa Nostra.
 
“The preservation of the cultural heritage in Europe is a huge task and without any doubt a common responsibility for all of us. The European Investment Bank is therefore pleased to be the founding partner of Europa Nostra’s new programme of “The 7 Most Endangered”. Its contribution to this project via the EIB Institute will be to provide analysis and advice on how funding could be obtained for the projects selected within this programme.” added Werner Hoyer, President of the European Investment Bank.
 
The first list of ‘The 7 Most Endangered’ will be announced during Europa Nostra’s 50th anniversary Congress in Athens on 16 June 2013. An international Advisory Panel will prepare the short list of 14 most endangered sites and the final list of 7 will be selected by the Europa Nostra Board. Nominations of most endangered sites can be made by Europa Nostra member or associate organisations or Europa Nostra’s country representations, the full list of which is available on the Europa Nostra website.  Deadline for the submission of nominations is 15 March 2013. (For the nomination form click here)
 
After the selection of ‘The 7 Most Endangered’, the experts selected by the EIB Institute and the other associated partners will visit each of the 7 sites in close consultation with local stakeholders and will propose realistic and sustainable action plans for saving those sites. The Council of Europe Development Bank (CEB) based in Paris will be one of the associated partners for this phase of the programme. The plans would include advice on how funding could be obtained, e.g. by drawing on EU funds or, in appropriate cases, on EIB or CEB loans. Europa Nostra’s extensive network  of heritage organisations will mobilise local communities and public or private bodies to strengthen the ownership and commitment for the 7 selected heritage sites in danger.
 
‘The 7 Most Endangered’ is inspired by a successful programme of the US National Trust for Historic Preservation, based in Washington. It will however go one crucial step further – it will not only identify a priority list of heritage sites in danger; it will also propose concrete rescue plans indicating what could and should be done to save those sites. Besides generating public interest and enthusiasm the programme will bring people together to create sustainable solutions through feasibility studies, technical advice, capacity and funding assistance, project management support and wide-scale publicity. In this way, ‘The 7 Most Endangered’ will work as a catalyst for action.  
 
 
Press contacts:
 
EUROPA NOSTRA: Sneška Quaedvlieg-Mihailović, Secretary General, sqm@europanostra.org;
 
EIB and EIB Institute: Sabine Parisse, Deputy Head of Division, Press officer, T: +352 4379 83340,
 
Background information:
 
On Europa Nostra:
 
EUROPA NOSTRA - the Voice of Cultural Heritage in Europe - represents a rapidly growing citizens’ movement for the safeguarding of Europe’s cultural and natural heritage. It covers almost 50 countries in Europe and beyond. Together with its members, associates and partners, Europa Nostra forms an important lobby for cultural heritage in Europe. It also celebrates excellence through the European Heritage Awards organised in partnership with the European Union. Finally, Europa Nostra campaigns to save Europe’s endangered historic monuments, sites and cultural landscapes. Plácido Domingo, the world’s renowned opera singer, is the President of Europa Nostra.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

AJUDE O JARDIM BOTÂNICO: VOTE projecto 227


Últimos dias de Votação OP

Faltam apenas dois dias para os cidadãos escolheram os projetos que consideram mais prioritários para a cidade. 

A votação deste ano já conta com mais de vinte e dois mil votos, resultantes da participação dos cidadãos que votaram diretamente no portal da Participação Lisboa Participa ou nas Assembleias de voto que, durante este mês, decorreram em diferentes freguesias de Lisboa.

A última Assembleia de Voto realiza-se dia 30 de outubro, na Junta de Freguesia das Mercês, entre as 10h e as 17h00.

Se ainda não votou, aproveite até dia 31 de Outubro para o fazer.

E porque Lisboa é de todos, todos têm uma palavra a dizer.

Vote, Lisboa agradece!

AJUDE O JARDIM BOTÂNICO E VOTE NO PROJECTO Nº 227, UM PROJECTO QUE PREVÊ OBRAS DE REABILITAÇÃO. Para mais informações e de como votar: http://vota227.ul.pt

domingo, 28 de outubro de 2012

«Câmara retirou reclamo ilegal nove meses depois de ter ordenado a remoção»


Finalmente, justiça! Finalmente a defesa do Jardim Botânico sem compromissos! Este reclamo ilegal, que ostensivamente rodava há mais de dois anos na Zona Especial de Protecção do Jardim Botânico, foi retirado ontem, coercivamente, pela CML. Ainda vivemos num país de Direito, com leis para cumprir. A Liga dos Amigos do Jardim Botânico teve um papel determinante neste assunto: primeiro denunciando a situação e depois pressionando a CML para que a legalidade fosse reposta de modo a salvaguardar os valores patrimoniais envolvidos. Afinal, o nosso Jardim Botânico é um Monumento Nacional, por Decreto Lei aprovado pelo Parlamento da República Portuguesa. Mas durante 2 anos todos questionávamos se não estariamos numa "República das Bananas".

Ver artigo de hoje no jornal Público pelo jornalista António Cerejo:

«Câmara retirou reclamo ilegal nove meses depois de ter ordenado a remoção»

«Reclamo rotativo colocado ilegalmente no topo do Hotel Vintage há dois anos foi agora removido coercivamente.»

Câmara retirou reclamo ilegal nove meses depois de ter ordenado a remoção

Câmara retirou reclamo ilegal nove meses depois de ter ordenado a remoção

Por José António Cerejo in Público, 28 Setembro 2012

Reclamo rotativo colocado ilegalmente no topo do Hotel Vintage há dois anos foi agora removido coercivamente

A Câmara de Lisboa procedeu anteontem à remoção coerciva de um reclamo luminoso, rotativo e de grandes dimensões, instalado ilegalmente, há vários anos, na cobertura do Hotel Vintage, ao alto da Rua do Salitre. O despacho que ordenou a retirada do dispositivo foi assinado pelo vereador José Sá Fernandes, a 28 de Setembro, oito meses depois de o próprio ter concedido 30 dias aos proprietários do hotel para o fazerem voluntariamente.

Apesar do incumprimento dos donos do hotel (grupo Carlos Saraiva), a câmara só agora decidiu, passados oito meses e após insistentes protestos da Liga dos Amigos do Jardim Botânico e do Fórum Cidadania, fazer cumprir a ordem emitida 24 de Janeiro deste ano.

O grupo Carlos Saraiva detém numerosas empresas hoteleiras e imobiliárias, grande parte delas em processo de insolvência e com centenas de funcionários despedidos e com salários em atraso, e tinha entre os seus administradores a antiga vereadora do Urbanismo da Câmara de Lisboa Margarida Magalhães e o antigo chefe de gabinete de João Soares, quando este era presidente da autarquia, Tomás Vasques.

O reclamo agora retirado foi colocado no topo do edifício em 2010 sem qualquer autorização camarária, apesar de esta ser exigida por lei e de o imóvel se situar na zona de protecção do Jardim Botânico - sítio classificado como monumento nacional. Posteriormente à sua instalação, a empresa requereu à câmara a respectiva licença, a qual foi indeferida com base nos pareceres negativos da Direcção Regional de Cultura. Mais tarde conseguiu que a autarquia aprovasse um reclamo mais pequeno e não rotativo (ignorando um novo parecer negativo da Cultura), mas nunca de lá retirou o que tinha colocado inicialmente.

sábado, 20 de outubro de 2012

Festa do WATCH DAY no Jardim Botânico I










Imagens do WATCH DAY no Jardim Botânico no passado sábado dia 13 de Outubro: visitas guiadas à exposição 2012 WATCH do World Monuments Fund e «Eco-Bazar» com bancadas da LAJB, QUERCUS e GECORPA. A todos os que colaboraram nesta festa, o nosso muito obrigado! Mas a LAJB deve um agradecimneto especial à Dra. Alexandra Escudeiro pela preciosa ajuda na organização deste dia. A exposição no jardim estará disponível até ao final de 2012. E estamos a planear mais um «Eco-Bazar» no mês de Novembro. Visite o Jardim Botânico!

domingo, 23 de setembro de 2012

INSUSTENTABILIDADE: 4,5 milhões de carros em Portugal

(...) a utilização do transporte individual continua no topo dos hábitos dos portugueses, representando 84,1% das deslocações efectuadas. A média da União Europeia é 80,8%.

Em alternativa, 10,6% dos portugueses deslocaram-se de autocarro, 4,1% de comboio e 1,1% de metro ou eléctrico. A utilização do autocarro, que vinha a cair desde 2000, aumentou 1,3% para 10,6 milhões de passageiros-quilómetro.

Os dados divulgados por Bruxelas demonstram que Portugal é o país da União Europeia a 27 onde a extensão das auto-estradas mais cresceu nos últimos 20 anos. No final de 2009 existiam 2.705 quilómetros de auto-estradas, um valor 860% superior ao registado em 1990 (316 quilómetros).

Apenas Espanha, Alemanha, França, Itália e Reino Unido possuem uma extensão de auto-estradas maior do que Portugal. Itália tem cerca do dobro dos quilómetros de auto-estradas, mas tem seis vezes mais habitantes. O Reino Unido tem três vezes mais habitantes do que Portugal e apenas mais 1.000 quilómetros de auto-estrada.

Assim, não é de espantar que os portugueses sejam dos povos que mais carros possuem. Para percorrerem as auto-estradas, estão registados 4,5 milhões de carros, uma subida de 2,1 milhões de viaturas em vinte anos. (...)

Segundo os dados da Associação Automóvel de Portugal, divulgados esta semana, no primeiro semestre de 2012 foram vendidos 61.212 automóveis, menos 43,9% do que no mesmo período de 2011. No ano passado as vendas de automóveis já tinha caído 31,3%. in SOL 6 Julho 2012

sábado, 1 de setembro de 2012

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

World Monuments 2012 WATCH DAY


World Monuments Fund Launches "World Monuments Watch Day," Celebrating Heritage Sites Across The Globe

Events highlight importance of cultural heritage sites to local communities
World Monuments Fund (WMF) announces the launch of “World Monuments Watch Day,” comprising a series of celebratory and educational events to be held at cultural heritage sites around the world. A new component of WMF’s biennial World Monuments Watch program, Watch Day is intended to encourage local engagement with these treasured places, while also raising global awareness of their vital importance both to the communities in which they are located and to our shared human history. All of the places celebrating Watch Day are on the 2012 World Monuments Watch. 
(New York, 29 August 2012)
Para mais informações: www.wmf.org