A votação para o Orçamento Participativo de Lisboa já começou e decorre até 20 de Novembro. A Liga dos Amigos do Jardim Botânico de Lisboa apoia a proposta nº 180 para a criação de um novo jardim no Caracol da Penha, em terrenos municipais. É muito fácil votar, não deixe de participar na concretização deste sonho! Agradecemos a divulgação! Precisamos de todos os votos possíveis! Lisboa vai ter mais um jardim público!
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quinta-feira, 20 de outubro de 2016
sexta-feira, 1 de julho de 2016
segunda-feira, 2 de maio de 2016
Plantação de Olaia no Jardim da Procuradoria-Geral da República

Participaram na plantação muitos dos funcionários da PGR, e ainda João Pinto Soares da Associação Lisboa Verde e Manuela Correia da Liga dos Amigos do Jardim Botânico de Lisboa.
Para saber mais visitar https://100anos100arvores.wordpress.com/
sábado, 30 de abril de 2016
CONVITE: 2 de Maio, 17:00, plantação de Árvore na Procuradoria-Geral da República

A Dra. Joana Marques Vidal, Procuradora-Geral da República, irá plantar uma Olaia (Cercis siliquastrum), a árvore Nº 12 do Projecto 100 Anos 100 Árvores.
Para saber mais visitar https://100anos100arvores.wordpress.com/
quinta-feira, 17 de março de 2016
Plantação de Magnólia no Jardim do MNAA
Ontem, dia 16 de Março de 2016, no belo Jardim do Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA), foi plantada a Árvore Nº 11 do projecto «100 Anos 100 Árvores - Centenário da Grande Guerra» – uma Magnólia (Magnolia grandiflora) pelo Director do MNAA, Prof. António Filipe Pimentel e por Carlos Bolacha e Joana Bolacha, respectivamente bisneto e trineta de Belmiro Luís Silva, antigo soldado da Grande Guerra. A esposa de Carlos Bolacha, Maria Ana Cunha, que não pode estar presente, é sobrinha-neta de um antigo soldado da Grande Guerra: o Sr. Manuel Mendonça Machado. Participaram ainda na plantação a Dra. Conceição Borges de Sousa do MNAA, João Pinto Soares da Associação Lisboa Verde e Fernando Jorge da Liga dos Amigos do Jardim Botânico de Lisboa entre outros convidados. Para saber mais visitar https://100anos100arvores.wordpress.com/
terça-feira, 6 de outubro de 2015
Comunicado de Imprensa: devolver o eléctrico 24!
Comunicado de Imprensa
No seguimento da suspensão, e provável não reabertura, do eléctrico “Tram Tour”, que operava desde o Verão entre a Praça Camões e a Praça do Príncipe Real, em regime exclusivamente para turista, vem esta Plataforma reiterar ao Governo, à Carris e à CML o seguinte:
A circulação de eléctrico na linha do 24E deverá sê-lo em toda a extensão da infra-estrutura existente, ou seja, do Cais do Sodré a Campolide, com extensão ao Largo do Carmo; A circulação do eléctrico na linha do 24E deverá sê-lo em regime de transporte público, como qualquer outra linha de eléctrico, como por exemplo o famoso 28E; A reactivação do 24E, enquanto meio de transporte público, é necessária sob os pontos de vista ambiental, de mobilidade e de boas-práticas internacionais, e, consequentemente; A reactivação do 24E será sempre lucrativa para a Carris, à semelhança do 28E. Considera, portanto, esta Plataforma que, pese embora a má experiência do “Chiado Tram Tour”, perfeitamente previsível, a reactivação do 24E mantém-se justificada, viável e imperiosa.
Sem mais e ao dispor de V.Ex.as, apresentamos os nossos cumprimentos.
A Plataforma Eléctrico 24:
ACA-M
Associação de Moradores do Bairro Alto
Associação Lisboa Verde
Blog Menos Um Carro
Comissão de Moradores do Bairro Azul
Eficiência Energética
Fórum Cidadania Lx
Grupo de Amigos do Príncipe Real
Liga dos Amigos do Jardim Botânico
MUBI
Quercus Lisboa
Apelamos à participação, para a reactivação da carismática e necessária carreira de Eléctrico 24, entre o Cais do Sodré e Campolide. Assine e divulgue a nossa petição. Obrigado. http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT76734
Facebook: https://www.facebook.com/electrico24
Foto: eléctrico 24 em frente da Igreja de S. Roque (TIM BORIC,1980)
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sexta-feira, 2 de outubro de 2015
«Cidadania Activa» na Fundação Gulbenkian
Este ano, o GREENFEST - o maior evento de sustentabilidade de Portugal - apresenta a primeira Feira das ONG (organizações não governamentais) do País. Durante o GREENFEST, de 8 a 11 de outubro, a feira vai mostrar a ação e os objetivos de mais de 150 ONG nacionais e internacionais (de 5 países participantes) previamente selecionadas. A 8.º edição do GRENFEST tem como “fio condutor” da comunicação e dos conteúdos deste ano o tema da “Cidadania Activa” e a ideia de que cada um de nós tem o “Poder” de contribuir para fazer a diferença.
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sábado, 22 de agosto de 2015
«Regulamento para as árvores de Lisboa em consulta pública até ao fim de Setembro»
A Plataforma em Defesa das Árvores lançou uma petição, que recolheu 375 assinaturas, na qual se pede que nenhuma poda ou abate seja feito na cidade até este regulamento entrar em vigor.
O Projecto de Regulamento Municipal do Arvoredo de Lisboa já se encontra em consulta pública, podendo os interessados apresentar sugestões sobre o documento até ao dia 30 de Setembro, presencialmente ou no site da Câmara de Lisboa.
A versão agora sujeita a discussão pública prevê que qualquer “intervenção que implique o abate, o transplante ou outra operação que de algum modo fragilize as árvores” seja “previamente sujeita a parecer vinculativo” da câmara, “de forma a determinar os estudos a realizar, medidas cautelares e modo de execução dos trabalhos”. Há no entanto uma excepção: “as juntas de freguesia podem proceder ao abate urgente de árvores que representem um risco para pessoas e bens atento o seu estado de conservação fitossanitária”.
No projecto de regulamento diz-se que essas situações devem ser “devidamente certificadas por técnico da freguesia ou do município, do laboratório público ou instituição de ensino superior ou de empresa com certificação para o efeito”. Acrescenta-se ainda que do abate se deve “dar nota” à câmara “com a maior brevidade possível”.
Na primeira versão do regulamento que foi levada a reunião camarária, e que a oposição criticou por não ter sido previamente sujeita à apreciação das juntas, não havia qualquer excepção à obrigatoriedade de os abates de árvores serem objecto de parecer do município.
Nas intervenções que tem feito sobre a matéria, o vereador da Estrutura Verde tem desvalorizado essa questão, frisando que “o mais importante do regulamento” é o facto de ele indicar “em que alturas se deve podar e plantar, seja a câmara ou as juntas” a fazê-lo. “É isto que no fundo interessa para a gestão do arvoredo”, afirmou José Sá Fernandes na última reunião do executivo, em Julho.
Particularmente crítico da proposta de regulamento tem sido o PCP, cujos vereadores consideram que a sua elaboração é um reconhecimento de que, ao nível da gestão do arvoredo, a transferência de competências da câmara para as freguesias “foi um falhanço”. “As juntas não têm em termos técnicos know-how nesta área nem capacidade de intervenção”, afirmou recentemente Carlos Moura.
Já o seu colega de bancada João Ferreira notou que o regulamento prevê “soluções incongruentes, susceptíveis de vir a perpetuar algum tipo de conflitos” entre os diferentes órgãos autárquicos. “Este regulamento surge perante a constatação dos efeitos negativos da passagem da gestão do arvoredo para as juntas mas não resolve os problemas da melhor forma”, concluiu o vereador comunista na reunião pública em que o assunto foi discutido.
O projecto de regulamento que está agora em discussão pública inclui dois anexos: um com as “normas técnicas para implantação e manutenção do arvoredo de Lisboa” e outro sobre as “árvores recomendadas para utilização nos arruamentos de Lisboa”. Em relação à poda, diz-se no primeiro desses anexos que “a poda de manutenção deverá ocorrer quando os serviços competentes da autarquia indicarem, sendo preferencialmente executada entre Novembro e Abril, podendo no entanto ocorrer noutros meses de acordo com circunstâncias devidamente justificadas”. Como se constata através das muitas notícias que sobre o assunto têm vindo a público nos últimos meses, esse período preferencial nem sempre tem sido respeitado pelas juntas de freguesia.
À espera de ser apreciada na Assembleia Municipal de Lisboa está uma petição, entregue a 23 de Julho pela Plataforma em Defesa das Árvores, na qual se pede a “suspensão imediata das operações de poda e abate de árvores na cidade de Lisboa até à entrada em vigor do novo regulamento”. Para justificar esse pedido, os 375 signatários invocam “recentes e múltiplas operações de poda mal sucedidas e o abate mal justificado de árvores um pouco por toda a cidade de Lisboa” e elencam um conjunto de exemplos disso mesmo, entre os quais os do Jardim Cesário Verde (Arroios) e da Avenida Guerra Junqueiro (Areeiro).
Na petição, fala-se também na “forma desrespeitosa como são tratadas as árvores de Lisboa, sobretudo as de alinhamento e as de grande porte”, criticando-se igualmente a “falta de informação prestada pela autarquia” e a realização de “intervenções que em muito ultrapassaram os pareceres técnico-fitossanitários que justificavam/justificariam a sua poda ou abate”.
Nos últimos meses, a Plataforma em Defesa das Árvores, que integra cidadãos individuais e várias organizações não governamentais, endereçou a vários presidentes de junta de Lisboa pedidos de informação escrita sobre as intervenções de poda ou abate que estão previstas para as suas freguesias. Face à ausência de respostas de 12 autarcas, a plataforma dirigiu em Junho uma queixa ao Provedor de Justiça, na qual alega ter sido violada a Lei de Acesso aos Documentos Administrativos.
in PÚBLICO 14 Agosto 2015
Foto: Caldeira com cepo de árvore abatida na Rua Luciano Cordeiro
quinta-feira, 16 de julho de 2015
Apresentação Projecto OP 2013 para o Jardim Botânico, Orçamento Participativo da CML
O projeto de reabilitação do Jardim Botânico de Lisboa, vencedor do Orçamento Participativo da Câmara Municipal de Lisboa (CML) em 2013, encontra-se concluído e vai ser apresentado ao público no dia 23 de julho de 2015, às 19h00, no Palmário do Jardim, no Museu Nacional de História Natural e da Ciência (MUHNAC, Rua da Escola Politécnica, 54), com a presença do vereador da Estrutura Verde, Ambiente e Energia da Câmara de Lisboa, José Sá Fernandes.
Este projeto é o resultado de uma intensa e cuidada colaboração entre a Câmara Municipal, os Museus da Universidade de Lisboa e a Direção Geral do Património Cultural. Na sessão do próximo dia 23 serão tornadas públicas as intervenções a executar no futuro próximo, no âmbito específico do projeto de execução e obra no Orçamento Participativo da CML, assim como o projeto base de reabilitação do Jardim, incluindo intervenções remetidas para uma fase posterior e que obrigarão à captação de outros financiamentos.
Convidamos todos os interessados na reabilitação do Jardim Botânico a estarem presentes nesta apresentação pública do projeto, conduzida pelas equipas do Museu e da CML responsáveis por esta proposta.
www.museus.ulisboa.pt
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segunda-feira, 13 de julho de 2015
quinta-feira, 28 de maio de 2015
«LISBOA ENTRE SÉCULOS» Conferência, sábado dia 30 de Maio de 2015
DATA: sábado 30 de Maio 2015
LOCAL: Sala dos Actos, Escola Médica - Campo dos Mártires da Pátria
PROGRAMA:
9:30 Boas-vindas e introdução - Fórum Cidadania Lx
I PARTE - Conhecimento para Reabilitar
9:45 Carlos Bessa, Chefe da Divisão de Salvaguarda do Património Arquitetónico e Arqueológico DGPC
10:00 Reabilitação Urbana em Lisboa: estratégia, protecção e casos práticos - Teresa Duarte, Divisão de Reabilitação Urbana CML
10:15 Do campo do curral ao “campus” das ciências: cidade, arquitectura e síntese das artes - Paula André
10:30 Mobiliário Urbano de Lisboa Entre Séculos: “habitar” a rua - Pedro Bebiano Braga
11:00 Pausa
II PARTE - Reabilitar com Conhecimento
11:15 Casa na Rua da Alegria, Porto - Arqª Inês Pimentel
11.30 A “Casa Verde” em Alcântara, Lisboa - Arq. José Adrião
11:45 "Gaioleiro” nas Avenidas Novas, Lisboa - Eng. Filipe Ferreira
12:00 A Casa do Jardim, Lisboa - Arq. João Soares
12:15 Debate e encerramento da Conferência LES 2015
Moderador: Luís Maio
ENTRADA LIVRE
quarta-feira, 27 de maio de 2015
Plataforma Em Defesa das Árvores: Carta Aberta ao Presidente da CML Dr. Fernando Medina
Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal de Lisboa
Dr. Fernando Medina
Face à onda de intervenções radicais e devastadoras que as árvores de Lisboa têm sofrido nas últimas semanas - empreitadas de poda, abate e substituição de árvores de alinhamento e de jardim um pouco por toda a cidade, de Alvalade à Estrela, das Avenidas Novas a Arroios, da Graça à Ajuda, com menor ou maior grau de intensidade e número de árvores objecto das mesmas, com mais ou menos gravidade e grau de irreversibilidade, sob esta ou aquela justificação, não poucas vezes caricata, e outras tantas por razões que a razão desconhece - considera esta Plataforma recém-constituída ser seu imperativo dirigir-se ao novo Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, uma vez que nos parece ser tempo de se virar de página e da cidade partir para outro paradigma.
Porque entendemos que quando estão em causa valores tão nobres e elementares como a preservação de um património que temos a obrigação de legar às gerações vindouras, o direito à informação, os afectos, o respeito por todas as formas de vida, a qualidade de vida e o bem-estar da população; ficar-se calado não serve!
É verdade que esta insensibilidade e este menosprezo pelo indispensável contributo dado pela árvore à cidade e por aqueles que as defendem não são de agora. Todos nos lembramos da destruição massiva de jacarandás nas transversais à Avenida da República e dos 153 plátanos abatidos nem há 10 anos no Campo Pequeno porque havia que implementar determinado projecto de paisagismo. Ou do “vendaval” no Vale do Silêncio, as “desmatações” de Monsanto e a “requalificação” do Príncipe Real, só para enumerarmos algumas reconhecidas más práticas. Mas é neste preciso momento que o flagelo assume proporções inauditas, com o confluir de uma série de constatações e de procedimentos menos claros (por exemplo, ajustes directos através dos quais é diagnosticado o estado do arvoredo - que compete aos serviços municipais e após parecer do Laboratório de Patologia Vegetal Veríssimo de Almeida – e se procede aos abates e às podas, e posteriormente ainda dentro do mesmo ajuste, se vendem os espécimes de substituição - cuja determinação a competência continua na esfera do Município e não das Juntas), a que importa obviar de uma vez por todas, Senhor Presidente, a saber:
As árvores não são podadas nem conservadas nem tratadas, quando doentes. Antes se mutilam, agridem, abatem e substituem como se fossem objectos de decoração descartáveis e sujeitos à ditadura da última moda, nem sequer respeitando a época mais propícia para as árvores e para a bio-diversidade que albergam. Há árvores de primeira (as estruturantes) e de segunda (as de alinhamento).
Não existem jardineiros, mas abundam os curiosos e os madeireiros de serra em punho, cujas intervenções deveriam ser adjudicadas com transparência, critério e sem conflitos de interesse, tantas vezes ao arrepio dos pareceres fitossanitários de entidade idónea e, ultimamente, ao abrigo do não exercício da prorrogativa de declarar esta temática como estruturante, delegando nas Juntas de Freguesia de forma a nosso ver errada e contraproducente, transferindo direitos a nível da gestão do arvoredo, mas esquecendo-se de transferir as boas práticas já regulamentadas, logo agora que aquelas ainda estão numa fase de auto-afirmação e de delimitação de território. Continuam a não ser aplicados e cumpridos o Regulamento aprovado pela AML (51/AM/2012), que resultou da deliberação 102/CM/2009, nem o Despacho do 60/P/2012 do Senhor Presidente de CML de então, mas quando há um parecer sério que indica a necessidade de abater determinada árvore, logo esse mesmo parecer serve para uma dúzia de outras sãs.
Perdeu-se a boa-prática de consulta preferencial ao LPVVA, preferindo-se o parecer de empresas que depois procedem elas próprias à poda e ao abate no que se configura como procedimento a carecer de sindicância. Cultiva-se a ignorância, acenando com pragas e alergias, velhice excessiva das árvores (quando árvores com 60 anos devem ser consideradas jovens), cataclismas inevitáveis e a corrosão da chapa. Alimenta-se o ódio instalado ao choupo, cipreste, plátano, freixo e, quiçá a breve trecho, à tília, à tipuana e ao jacarandá! Não se percebe de onde vêm os novos espécimenes que se plantam, mirrados e sem copa frondosa previsível que não por várias décadas, nem para onde vai a lenha que resulta de tudo isto. De uma assentada, como no caso recente da Av. Guerra Junqueiro, destrói-se a imagem até agora inalterável de um arruamento histórico com 60 anos.
Por isso esta nossa carta dirigida a V. Exa., Senhor Presidente, porque temos esperança que a sua juventude signifique irreverência, sensibilidade e vontade indómita em querer mudar o status quo que muitos presidentes antes não conseguiram mudar, pelas razões que cada qual saberá.
Os regulamentos existem e bastará cumpri-los, pois têm matéria suficiente para que os procedimentos de poda, abate e substituição de arvoredo se traduzam em boas práticas de arboricultura, motivo de orgulho para esta cidade, em contraponto com tantas outras onde continuam a aceitar práticas retrógradas, baseadas em mitos e inverdades. Não aceitamos que Lisboa possa ser referida como um dos piores exemplos de gestão do arvoredo do país, quando tem todas as condições para ser exactamente o oposto, desde que corrija o que é preciso corrigir. Estamos, como sempre estivemos, disponíveis e empenhados em colaborar com a CML e com o seu Presidente e os seus Serviços para que consigamos esse desiderato. Conte connosco!
Lisboa, 26 de Maio de 2015
A recém-formada "Plataforma em Defesa das Árvores": Associação Árvores de Portugal, Associação Lisboa Verde, Fórum Cidadania Lx, GEOTA-Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente, Grupo de Amigos do Príncipe Real, Grupo dos Amigos da Tapada das Necessidades, Grupo Ecológico de Cascais, Liga dos Amigos do Jardim Botânico, Plataforma por Monsanto, Quercus
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quarta-feira, 29 de outubro de 2014
sábado, 18 de outubro de 2014
AML: Recomendação nº 4/40 “Jardim Botânico da Universidade de Lisboa”
À Exmª Direcção da Liga dos Amigos do Jardim Botânico
Levo ao conhecimento de Vª Exª que a Assembleia Municipal de Lisboa, na sua Sessão realizadas em 9 e Setembro p.p., aprovou a Recomendação que abaixo se discrimina.
Mais se informa que para consultar o documento, na integra, deverá aceder ao site da Assembleia, no link indicado abaixo da parte deliberativa.
Recomendação nº 4/40 “Jardim Botânico da Universidade de Lisboa” (PEV)
Aprovada por Maioria ponto por ponto
Teor da Deliberação: A Assembleia deliberou [recomendar à CML]:
“1. Prepare, calendarize e apresente os estudos e verbas previstos no âmbito do Orçamento Participativo para o projecto “Jardim Botânico de Lisboa, Proteger, Valorizar e Promover”.
2. Recolha os elementos e execute o levantamento topográfico necessários para a implementação do projecto, designadamente, para as previstas renovação de caminhos e sistema de circulação de água, a criação de um jardim mediterrânico e de uma zona de relvado para lazer, bem como a abertura do portão que dá acesso à Praça da Alegria.
3. Estabeleça uma parceria entre a Universidade de Lisboa e a Escola de Jardineiros e Calceteiros, no sentido de obviar a necessidades pontuais de pessoal que se têm verificado para a manutenção do Jardim, designadamente de jardineiros.
4. Promova as diligências imprescindíveis à elaboração do Plano de Salvaguarda do Jardim Botânico.
5. Mais delibera a AML dar conhecimento da presente recomendação à direcção do Jardim Botânico da Universidade de Lisboa e à Liga de Amigos do Jardim Botânico.”
Encaminhamento externo:
CML – Ver. José Sá Fernandes
Gov
AR
Outros – Direcção do Jardim Botânico e Liga de Amigos do Jardim Botânico
Com Social – Lusa
http://www.am-lisboa.pt/302000/1/000773,000072/index.htm
Melhores Cumprimentos
Helena Roseta
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segunda-feira, 15 de setembro de 2014
Campanha 'Uma Árvore pela Floresta'!
Os CTT e a Quercus estabeleceram uma parceria que vai permitir florestar com espécies vegetais autóctones algumas zonas do nosso país mais afectadas pelos incêndios. E a sua ajuda é FUNDAMENTAL!
COMO FUNCIONA?
1. Compre um kit “Vale uma Árvore”, disponível em 210 lojas CTT
2. Os CTT comunicam à Quercus
3. A árvore é plantada antes da Primavera de 2015
4. A árvore é cuidada durante 5 anos
5. Registe a sua árvore aqui com o código do autocolante do seu kit “Vale uma Árvore”
6. Receba notícias e acompanhe o bosque onde a sua árvore foi plantada
OBJECTIVOS:
Criar bosques autóctones, mais resistentes à propagação dos incêndios e melhores para amenizar o clima, promover a biodiversidade, proteger a nossa paisagem, a água e os solos. As plantações serão efetuadas em áreas classificadas do Norte e Centro de Portugal, onde a floresta autóctone apresenta um maior nível de degradação. Os locais elegíveis são as Serras da Peneda e Gerês, a Serra de Montemuro, do Alvão e a Serra da Estrela. A Quercus organizará uma ação de voluntariado para plantação das árvores, destinada aos apoiantes que registarem o(s) código(s) da(s) árvore(s) no site do projecto.
http://umaarvorepelafloresta.quercus.pt/
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sexta-feira, 18 de julho de 2014
Cinco grupos de cidadãos uniram-se contra a construção de mais um parque subterrâneo
Cinco grupos de cidadãos uniram-se contra a construção de mais um parque subterrâneo no centro de Lisboa e prometem não baixar os braços. Por Marisa Soares, Público de 18 Julho 2014
A Plataforma contra o Parque Automóvel, que junta cinco grupos de cidadãos de Lisboa, manifestou-se nesta quinta-feira contra a construção de um parque de estacionamento subterrâneo na Praça do Príncipe Real, pedindo à Direcção-Geral do Património Cultural (DGPC) que reprove o projecto. Caso contrário, avisam, será como enfiar “um elefante numa loja de porcelana”, com consequências “fatais” para aquela zona.
“A DGPC tem todos os instrumentos legais para dizer não a este parque, e se não o fizer vai ceder ao interesse privado em detrimento do interesse público”, afirmou Jorge Pinto, do Grupo dos Amigos do Príncipe Real, numa conferência de imprensa realizada à sombra dos enormes “braços” do cedro-do-Buçaco, um dos ex-libris do centenário jardim.
Em causa está a construção de um parque subterrâneo com formato em “U” a contornar a estrutura do jardim, com 300 lugares distribuídos por quatro pisos – mais um do que o previsto na versão inicial do projecto apresentado em 2001, ainda durante a presidência de João Soares na Câmara de Lisboa. Na altura, o projecto foi chumbado pelo ex-Instituto Português do Património Arquitectónico (actual DGPC) e esbarrou no protesto de moradores e ambientalistas. Mais tarde, em 2006, o instituto acabou por emitir um parecer favorável condicionado, mas a obra nunca avançou.
O presidente da câmara, António Costa, disse em Junho que é "negativo" construir ali um parque subterrâneo mas acrescentou que ele poderá ser “uma mais-valia” caso resolva o problema do estacionamento de residentes e não ponha em risco o jardim. Esta resposta “vaga” não satisfez os membros da plataforma – a qual reúne, além dos Amigos do Príncipe Real, o Fórum Cidadania Lx, a Liga dos Amigos do Jardim Botânico, a Associação Lisboa Verde e a Associação Árvores de Portugal – que prometem não baixar os braços.
Ambientalistas, urbanistas e arquitectos antecipam "impactos desastrosos" na estrutura dos edifícios da zona. Receiam, sobretudo, que a obra ponha em causa o Reservatório da Patriarcal, um núcleo do Aqueduto das Águas Livres (classificado como Monumento Nacional) que existe no subsolo do jardim. “Há muitos anos desejamos que seja apresentada a candidatura do Aqueduto a Património da Humanidade da UNESCO, se o parque avançar será mais um obstáculo”, afirmou Margarida Ruas, ex-directora do Museu da Água.
A discreta porta de entrada no Reservatório fica no centro do jardim e dá acesso a uma cisterna octogonal subterrânea, com capacidade para 880 metros cúbicos, sustentada por dezenas de pilares em pedra com cerca de dez metros de altura, com arcos de cantaria no topo. Dali partem as galerias que, no século XIX, levavam água até aos chafarizes da Baixa e do Bairro Alto. O Reservatório foi desactivado na década de 1940 e actualmente pode ser visitado em alguns dias da semana.
Os cidadãos consideram que a construção do parque “a um metro" das galerias terá “efeitos irreversíveis e imprevisíveis”. A DGPC também tem dúvidas sobre o impacto da construção no aqueduto - foi por isso que chumbou os dois pedidos de alteração para acrescentar o quarto piso, submetidos pelo promotor a 3 de Agosto de 2012 e a 14 de Janeiro de 2014. Na sequência do chumbo, a empresa encomendou um estudo hidrogeológico do local, sobre o qual a DGPC ainda não se pronunciou. “Está, assim, em vigor a aprovação condicionada de 23/11/2006 pelo ex-IPPAR”, esclarece este organismo ao PÚBLICO.
A plataforma destaca também os impactos do empreendimento no jardim, onde existem sete árvores classificadas. Em Maio, o responsável da Empark em Portugal, Paulo Nabais, disse ao PÚBLICO que “a obra não tem interferência com o jardim”, mas não convenceu os opositores. "O parque não vai ficar só sob o alcatrão, vai ficar sob os passeios e a orla do jardim", diz Jorge Pinto.
“Em qualquer cidade da Europa, este jardim seria considerado um monumento”, considera Margarida Cancela d’Abreu, presidente da Associação Portuguesa de Arquitectos Paisagistas, avisando que a construção de uma “cofragem de betão” em torno daquela área verde vai alterar o sistema de drenagem e levar à morte das árvores - muitas já fragilizadas com obras de requalificação do jardim realizadas pela câmara em 2009.
A plataforma considera também que o parque não vai resolver o congestionamento de tráfego e a falta de estacionamento naquela zona central da cidade, defendendo em alternativa a reposição do eléctrico 24, que ligava o Largo do Carmo a Campolide. Existe já uma petição online contra o projecto, que tem quase três mil assinaturas.
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terça-feira, 22 de abril de 2014
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
BAIRRO ALTO: 500 ANOS!
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sábado, 9 de novembro de 2013
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