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quinta-feira, 24 de maio de 2012

Arboricídio na cidade: Abate de um Lodão centenário no Bairro do Castelo

Mais uma perda perfeitamente evitável numa zona urbana carenciada de espaços verdes como são os bairros do Castelo, Alfama e Mouraria. Desta vez o crime aconteceu no Largo de Santa Cruz do Castelo:
http://cidadanialx.blogspot.pt/2012/05/abate-de-arvore-centenaria-no-bairro-do.html

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

As Árvores e a Cidade: Jardim 9 de Abril



Chorisia em flor no Jardim 9 de Abril, em frente da entrada principal do Museu Nacional de Arte Antiga.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Árvores para Lisboa! Aberta época de plantações!

Árvores para Lisboa! Outono, início da época das plantações!

As árvores ajudam a minorar os problemas das alterações climáticas de 3 maneiras:

1- as árvores absorvem o CO2 da atmosfera, acumulando-o sob a forma de carbono que é depois armazenado nas raízes, troncos, ramos, folhas e sementes.

2- as árvores ajudam a poupar até 10% do consumo de energia dos edifícios ao moderarem o micro-clima de um arruamento mantendo-o mais fresco no verão e mais quente no inverno.

3- as árvores reduzem o impacto das chuvas fortes e constituem uma alternativa barata e natural às infra-estruturas de controlo de cheias que são sempre obras de engenharia caras.

E claro, as árvores embelezam a paisagem urbana, filtram as partículas poluentes do ar, para além de criarem habitats vitais para muitos animais selvagens.

Se vive num arruamento sem árvores de alinhamento, solicite ao Pelouro do Ambiente e Espaços Verdes um estudo para arborizar o seu arruamento. Será sempre aconselhável que os munícipes de uma mesma rua/bairro juntem esforços, formem até uma comissão de moradores, para assim garantir que a CML se empenhe e execute o projecto de arborização.

FOTO: cepo na Rua Jacinta Marto junto ao Hospital da Estefânia (São Jorge de Arroios)

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

As Árvores e a Cidade: Lodãos na Av. Sidónio Pais

Árvores (Celtis australis) de alinhamento na Avenida Sidónio Pais: esperemos que a abertura para breve do ramal do túnel do Marquês de Pombal a CML não vá abater ainda mais lodãos nas Avenidas Novas, zona já tão sacrificada pelas ideias obsoletas da engenharia de tráfego!

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Árvores em risco no Largo do Correio Mor

Exmo Vereador do Espaço Público e Espaços Verdes

Lisboa, 29 de Julho de 2011

Assunto: Árvores em risco no Largo do Correio Mor / Escadinhas de S. Crispim

Exmo. Sr. Vereador José Sá Fernandes,

A Liga dos Amigos do Jardim Botânico (LAJB) vem por este meio chamar atenção para quatro árvores em risco no Largo do Correio Mor / Escadinhas de S. Crispim: dois jacarandás e duas olaias. Recentemente deu-se início a uma operação urbanística neste gaveto sem que primeiro se tivesse acautelado, correctamente, a protecção destas quatro árvores que confinam directamente com o local da obra.

Solicitamos assim que seja pedido ao dono da obra a instalação, o mais rapidamente possivel, de caixas de madeira em volta dos troncos das árvores e que os ramos mais expostos às actividades da obra sejam revestidos com pano (ex: sarapinheira) como primeiro nível de protecção dos embates de maquinaria e materias de construção.

Enviamos em anexo imagens que mostram as agressões a que estas árvores estão sujeitas diariamente desde o início das obras. Lamentamos que Lisboa, ao contrário de outras cidades da União Europeia, ainda não tenha regulamentado a protecção de árvores de alinhamento em contexto de obras.

Estes casos, que se repetem um pouco por toda a cidade, provam a urgência da criação e implementação de regulamento que salvaguarde o património público de árvores expostas ao stress criado pelas intervenções urbanísticas.

Com os nossos melhores cumprimentos,

Liga dos Amigos do Jardim Botânico

quarta-feira, 8 de junho de 2011

As Árvores e a Cidade: Tipuanas em Alfama

A indispensável sombra e frescura oferecida pelas Tipuanas na Rua de São Tomé! Como fazem falta a Lisboa mais árvores de sombra como estas!

terça-feira, 31 de maio de 2011

quinta-feira, 26 de maio de 2011

AS ÁRVORES E OS LIVROS: Ruben A.

"Para os que quiserem dados objectivos de catalogação informo que nasci no dia 26 de Maio de 1920 na Praça do do Rio de Janeiro, nº 25, 1º andar, em quarto que dá para o jardim chamado do Príncipe Real e que tem por lá a árvore mais extraordinária da cidade de Lisboa." Ruben A

(26 de Maio de 1920 - 26 de Setembro de 1975)

Foto: A casa onde nasceu Ruben Alfredo Andresen Leitão tinha vista para estas árvores do Jardim do Príncipe Real. E quando, muito provavelmente, os Jacarandás estavam em flor como estão hoje, 90 anos depois...

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Nova Iorque: «ONE IN A MILLION»

MillionTreesNYC, é uma iniciativa lançada pelo Departamento de Parques e o New York Restoration Project, conta com numerosos colaboradores, incluíndo:

Grupos comunitários e sem fins lucrativos, organismos municipais, estatais e federais, corporações e pequenas empresas, promotores imobiliários, arquitectos e arquitectos paisagistas, donos de propiedades privadas, e TODOS os nova-iorquinos!

I want a tree in my street!
I just planted a tree!
I know a good place for a tree!
I want to dig in and volunteer!
I want to make a donation!
I want to be a tree steward!


Fotos: A "prova dos nove". Duas avenidas em Manathan, uma já arborizada e outra ainda "careca" - as vantagens e benefícios da arborização de arruamentos são óbvias e não precisam de explicações! Que Lisboa, e todas as cidades de Portugal, sigam este bom exemplo!

Nova Iorque: Plantar 1 milhão de novas árvores em 10 anos!

Nova Iorque embarcou num ambicioso projecto: plantar 1 Milhão de Árvores na cidade! Já foram plantadas quase meio milhão!

MillionTreesNYC, uma das 127 iniciativas de PlaNYC, é um programa público-privado em toda a cidade com uma meta ambiciosa: plantar e cuidar de 1 milhão de árvores novas nos cinco distritos da cidade durante a próxima década. Ao plantar 1 milhão de árvores, a cidade de Nova Iorque pode aumentar em mais de 20% o seu bosque urbano — o nosso recurso ambiental mais valioso, constituído por árvores nos arruamentos, nos parques e em terrenos públicos, privados e comerciais—, obtendo ao mesmo tempo os numerosos benefícios da qualidade de vida que provêm da plantação de árvores. A cidade de Nova Iorque plantará 60% das árvores em parques e outros espaços públicos. Os restantes 40% provirão de organizações privadas, proprietários de casas e organizações comunitárias.


Porquê 1 Milhão de Árvores?

A cidade de NY está a crescer! Todos nós podemos vê-lo—e senti-lo —em todos os bairros de cada distrito municipal. Mas, tal como acontece em qualquer ciudade próspera, é importante assegurar que NY e os seus residentes - isto é tu - estejam felizes e saudáveis enquanto se adaptam ao crescimento e mudanças que vêm com isso.

Plantar árvores é uma das formas máis benéficas e eficientes, em termos de custos, de ajudar a aliviar estes problemas de crescimento. As árvores ajudam a limpar o ar e reduzem a contaminação que pode desencadear ataques de asma e exacerbar outras doenças respiratórias. As árvores refrescam as nossas ruas, passeios e lugares nos dias quentes de verão. As árvores aumentam o valor das propriedades, e promovem a revitalização dos bairros. E as árvores fazem com que a nossa cidade seja ainda mais bonita e confortável para viver, trabalhar e visitar.

MillionTreesNYC, Uma chamada à acção!

MillionTrees NYC é muito mais que plantar árvores, é um movimento! Todo o novaiorquino pode participar no MillionTreesNYC, desde proprietários e administradores de propriedades até aos grupos comunitários e escolas, associações cívicas e donos de pequenas empresas. MillionTreesNYC convida todos os novaiorquinos— como tu —a plantar e cuidar de árvores através de programas de plantação e cidadania em toda a cidade, incluíndo:

Dias de voluntariado
Formação profissional e workshops
Eventos do "Dia da Árvore"

Não importa como participa — ao plantar um árvore, estará a plantar um legado, um presente extraordinário à cidade de Nova Iorque para as gerações futuras.

MillionTreesNYC, é uma iniciativa lançada pelo Departamento de Parques e o New York Restoration Project, contando com numerosos colaboradores, incluíndo:

Grupos comunitários e sem fins lucrativos
Organismos municipais, estatais e federais
Corporações e pequenas empreas
Promotores imobiliários, arquitectos e paisajistas
Donos de propiedades privadas, e
Todos os novaiorquinos!

I want a tree in my street!

I just planted a tree!

I know a good place for a tree!

I want to dig in and volunteer!

I want to make a donation!

I want to be a tree steward!


Fotos: cada árvore plantada vem com uma engenhosa bolsa de rega com 75 litros - treegator - que liberta lentamente, gota-a-gota, água durante um periodo de 9 horas. O objectivo é assegurar uma plantação bem sucedida, ajudando a árvore a ultrapassar o choque do transplante; grande número das árvores de alinhamento plantadas em Nova Iorque são as notáveis Ginkgo biloba.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

«When a tree falls in the city»

THE TREE falling in a forest with no one to hear may or may not make a sound. But the tree that falls in the city has a big impact. It happened in last week’s blizzard: one of the twin trunks of our big old mulberry tree toppled over into our neighbors’ backyard, its 50 feet of soaring height suddenly transformed into 50 feet of problematic length.

Whether it is standing or, eerily, lying across someone else’s backyard, a city tree is a more social organism than a forest tree. It may grow on one piece of property, but it has relationships and it crosses boundaries. It hangs over other people’s yards. It does favors and creates nuisances. It can give rise to disputes and feuds but it can also foster diplomacy and compromise.

For us, the mulberry was a beautiful old shade tree; it gave definition and shape to a yard that was otherwise bald when we bought the house. It also gave us privacy, its leafy branches screening our view of the brick four-story apartment building just beyond our back fence. To the residents of that building, the tree was an annoyance, dropping pulpy mulberries onto their narrow back patio. (I imagined those apartment-dwellers applauding behind their frosty windows when the tree fell down.)

To our next-door neighbors the mulberry was a neutral presence, but now, lying across their yard with its massive tangled crown only inches from their kitchen door, it was harder to ignore. Not all of the tree’s neighbors and stakeholders are human. To squirrels, it has been a very successful gym and pick-up spot, and it’s a rowdy pub for robins and cedar waxwings who spend July getting snockered on fermented mulberries.

Loved or hated or simply tolerated, a city tree matters. It’s part of an ecosystem, often part of the history of a house and a family. I know my trees, in a way that I might not if I lived in the country and owned scads of them. Besides the mulberry, we have a linden, which I planted for the scent of the flowers and because it reminds me of my father, who spent his early childhood in Berlin.

Our other backyard trees aren’t in our yard at all — they belong to the neighbors, and hang their heads over our fence like shaggy, friendly ponies. If they could talk, they’d gossip. The apple trees on one side of us were planted by that house’s previous owner, who loved rare old fruit-tree cultivars and also planted the Porter apple tree in our front yard for the family named Porter who lived here before us. On the other side, our neighbors have put in crabapples (one, planted in their old yard to mark the birth of a daughter, was carefully dug up and transplanted when they moved here) and a delicate, deep bronze Japanese maple, which our mulberry narrowly missed hitting on its way down.

So whose problem is it, this no-longer-charming mulberry tree sprawled massively across our neighbors’ garden? Before we go there, let me just throw in another, not so idyllic, memory of different neighbors in a different neighborhood. Somehow we got into a dispute with them — one of those inexplicable, touchy disagreements about who had the right to do what on the boundary between our properties. It got angry and unpleasant, and what we learned was that being right wasn’t worth it.

Our reaction to last week’s fallen mulberry was to get on the phone and call a tree company to talk about removal. Meanwhile our neighbor, who is much more handy, was thinking he might just cut the tree up himself. On both sides of the (smashed) fence, we were seeing the fallen tree as something to pitch in on, rather than argue about. Both families were asking, “What can we do to help solve this problem?’’

Living in the city, we are all abutters. Our trees and our lives hang over the fences, shading, shadowing, dropping welcome and unwelcome fruit. We’ll fix the fence and cut up the mulberry for firewood (thank you, neighbors). And when the time comes we will plant another tree, one that doesn’t have berries (you’re welcome, apartment dwellers; sorry, cedar waxwings).

in IHT, 22-23 de Janeiro de 2011

Foto: Restos de "Bela Sombra" que caiu na Rua do Limoeiro em 1964. Imagem de Armando Seródio, Arquivo Fotográfico Municipal.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

As Árvores e os Livros: Bem Sara

Vejo que a laranjeira nos mostra seus frutos,
que parecem lágrimas coloridas de vermelho
pelos tormentos do amor…

Bem Sara de Santarém

Séc. IX

Foto: Laranjeiras na Rua Cruzes da Sé, Lisboa

sábado, 21 de agosto de 2010

As Árvores e a Cidade: Pinheiros no Chiado

Que seria do Largo Barão de Quintela, no Chiado, sem as copas sempre verdes e as sombras dos pinheiros mansos? Seria um espaço urbano pobre, seco e deserto. Seria um espaço público desconfortável, hostil e árido como é a Praça da Figueira, por exemplo. Ainda estão ao sol implacável do verão muitos outros largos da nossa cidade. Aguardam pela vida que apenas as árvores podem dar a um espaço urbano.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

2 palmeiras do Jardim Botânico para a Graça

Fotos: Plantação da palmeira nº 2

2 palmeiras do Jardim Botânico para a Graça

A plantação de duas palmeiras do Jardim Botânico na sede da Junta de Freguesia da Graça, na Rua Josefa de Óbidos 5, foi um sucesso. Desde o final da tarde de ontem que há um pedaço do nosso Jardim Botânico na colina da Graça!

Participaram nesta cerimónia cerca de 60 alunos da Graça, das Escolas Natália Correia e Marqueses de Távora, assim como quatro alunos de uma escola de jardinagem de Barcelona, presentemente a estagiar no Jardim Botânico. Todos os alunos ajudaram a encher as covas com um pouco de composto assim como no final da plantação participaram na rega das jovens palmeiras.

Pela primeira vez estiveram presentes a curadora do Jardim Botânico, a Teresa Antunes, e o indispensável Carlos Fazenda. Muito obrigado aos dois!

Agradecemos a todos que ajudaram na organização de mais esta iniciativa do nosso projecto de plantação de árvores do Jardim Botânico em locais públicos da nossa cidade.

E porque há mais plantas nos nossos viveiros à procura de um local em Lisboa onde possam crescer e viver em paz e com dignidade, despedimo-nos dizendo: Até à próxima plantação!

Fotos: Plantação da palmeira nº 1

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Do Jardim Botânico para a Graça

COMUNICADO DE IMPRENSA
Do Jardim Botânico para Lisboa


No dia 1 de Junho, Dia Mundial da Criança, decorrerá a IV edição da iniciativa «Árvores do Jardim Botânico para Lisboa», cujo intento, neste caso especifico, é o de oferecer duas Palmeiras à Junta de Freguesia da Graça em Lisboa.
Esta iniciativa da Liga dos Amigos do Jardim Botânico, conta com a colaboração da Junta de Freguesia da Graça. As crianças da Escola Natália Correia, funcionários do Jardim Botânico e associados da LAJB participarão na cerimónia de plantação das palmeiras.

O Jardim Botânico “espalhar-se-á” por Lisboa e, assim, as árvores são oferecidas a instituições públicas ou privadas, tornando-as visíveis e disponíveis à população em geral.

As plantas são descendentes dos exemplares do Jardim Botânico e, neste sentido, ao serem oferecidas à cidade de Lisboa, onde muitos lugares públicos permanecem por plantar e arborizar, estabelece-se uma relação mais acentuada entre os lisboetas e o Jardim Botânico.

Em sequência, outras foram as iniciativas realizadas neste âmbito: a saber, oferta de uma Araucária à Tapada das Necessidades, oferta de três Oliveiras ao Castelo de São Jorge e, oferta de uma Sumaúma ao Jardim do Palácio Galveias, sede da Biblioteca Municipal Central. Estas acções visam embelezar os espaços exteriores.

Desta forma, espera-se que esta acção, não sendo pioneira, seja precursora de outras tantas e contribua para tornar a cidade de Lisboa um local mais agradável, convincente ao olhar e coberto de vegetação.

O Jardim Botânico situa-se no centro histórico de Lisboa e o seu ambiente constrói-se em torno de plantas repletas de significado e provenientes de todo o mundo.

Foto: Palmeiras na entrada Norte do Jardim Botânico

Vamos plantar duas Palmeiras na Graça

Estão todos convidados para esta celebração do DIA MUNDIAL DA CRIANÇA

Apareçam amanhã, dia 1 de Junho, às 17:30 na sede da Junta de Freguesia da Graça na Rua Josefa de Óbidos 5.

Vamos plantar duas palmeiras dos viveiros do Jardim Botânico!

Esta é uma iniciativa da Liga dos Amigos do Jardim Botânico em parceria com a Freguesia da Graça e Escola Natália Correia.

Transportes: Autocarros 12, 30, 35 e o Eléctrico 28.

Saudações botânicas da Direcção da LAJB

Foto: o Chalet onde está instalada a sede da Junta de Freguesia da Graça em 1966 numa fotografia de Vasco de Figueiredo (Arquivo Municipal)

domingo, 2 de maio de 2010

As Árvores e a Cidade: Romanzeiras na Calçada do Conde de Penafiel


Nome científico: Punica granatum L.
Família: Punicaceae
Nome vulgar: Romanzeira

Trata-se da planta cujo fruto o pastor Páris, a pedido de Hermes, devia oferecer à mais bonita das deusas. É uma planta útil muito antiga. O sumo não fermentado, conhecido por «grenadine» é uma bebida refrescante e rica em anti-oxidantes. Também se produz um delicioso vinagre de Romã. Uma parte dos frutos, quando verdes, é usada em Marrocos para o curtimento de couro. A romã, usada como ornamento mais ou menos estilizado, é muito comum na Arte Oriental e Bizantina.

Estas romanzeiras em floração (apesar de terem sofrido algumas podas menos correctas) podem ser admiradas na Calçada do Conde de Penafiel, junto à Rua de São Mamede.