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quarta-feira, 23 de novembro de 2016

As Árvores e a Cidade: Choupo na Travessa dos Barbadinhos (Madragoa)

Estão a desaparecer da nossa cidade estes belos choupos. Este belo exemplar de Populus nigra pode ainda ser admirado na Madragoa. Foto enviada por um nosso associado.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Rua Camilo Castelo Branco: plantemos as tílias!





Na Rua Camilo Castelo Branco há muitas caldeiras vazias que aguardam por novas tílias; também o pequeno jardim junto da Av. Duque de Loulé está muito abandonado e com os canteiros despidos, carecas, sem coberto vegetal. Já alertamos a Junta de Freguesia de Santo António e pedimos que se plantem as árvores em falta. 

sábado, 22 de agosto de 2015

«Regulamento para as árvores de Lisboa em consulta pública até ao fim de Setembro»

A Plataforma em Defesa das Árvores lançou uma petição, que recolheu 375 assinaturas, na qual se pede que nenhuma poda ou abate seja feito na cidade até este regulamento entrar em vigor.
 
O Projecto de Regulamento Municipal do Arvoredo de Lisboa já se encontra em consulta pública, podendo os interessados apresentar sugestões sobre o documento até ao dia 30 de Setembro, presencialmente ou no site da Câmara de Lisboa.
 
A versão agora sujeita a discussão pública prevê que qualquer “intervenção que implique o abate, o transplante ou outra operação que de algum modo fragilize as árvores” seja “previamente sujeita a parecer vinculativo” da câmara, “de forma a determinar os estudos a realizar, medidas cautelares e modo de execução dos trabalhos”. Há no entanto uma excepção: “as juntas de freguesia podem proceder ao abate urgente de árvores que representem um risco para pessoas e bens atento o seu estado de conservação fitossanitária”.  
 
No projecto de regulamento diz-se que essas situações devem ser “devidamente certificadas por técnico da freguesia ou do município, do laboratório público ou instituição de ensino superior ou de empresa com certificação para o efeito”. Acrescenta-se ainda que do abate se deve “dar nota” à câmara “com a maior brevidade possível”.
 
Na primeira versão do regulamento que foi levada a reunião camarária, e que a oposição criticou por não ter sido previamente sujeita à apreciação das juntas, não havia qualquer excepção à obrigatoriedade de os abates de árvores serem objecto de parecer do município.
 
Nas intervenções que tem feito sobre a matéria, o vereador da Estrutura Verde tem desvalorizado essa questão, frisando que “o mais importante do regulamento” é o facto de ele indicar “em que alturas se deve podar e plantar, seja a câmara ou as juntas” a fazê-lo. “É isto que no fundo interessa para a gestão do arvoredo”, afirmou José Sá Fernandes na última reunião do executivo, em Julho.
 
Particularmente crítico da proposta de regulamento tem sido o PCP, cujos vereadores consideram que a sua elaboração é um reconhecimento de que, ao nível da gestão do arvoredo, a transferência de competências da câmara para as freguesias “foi um falhanço”. “As juntas não têm em termos técnicos know-how nesta área nem capacidade de intervenção”, afirmou recentemente Carlos Moura.
 
Já o seu colega de bancada João Ferreira notou que o regulamento prevê “soluções incongruentes, susceptíveis de vir a perpetuar algum tipo de conflitos” entre os diferentes órgãos autárquicos. “Este regulamento surge perante a constatação dos efeitos negativos da passagem da gestão do arvoredo para as juntas mas não resolve os problemas da melhor forma”, concluiu o vereador comunista na reunião pública em que o assunto foi discutido.
 
O projecto de regulamento que está agora em discussão pública inclui dois anexos: um com as “normas técnicas para implantação e manutenção do arvoredo de Lisboa” e outro sobre as “árvores recomendadas para utilização nos arruamentos de Lisboa”. Em relação à poda, diz-se no primeiro desses anexos que “a poda de manutenção deverá ocorrer quando os serviços competentes da autarquia indicarem, sendo preferencialmente executada entre Novembro e Abril, podendo no entanto ocorrer noutros meses de acordo com circunstâncias devidamente justificadas”. Como se constata através das muitas notícias que sobre o assunto têm vindo a público nos últimos meses, esse período preferencial nem sempre tem sido respeitado pelas juntas de freguesia.  
 
À espera de ser apreciada na Assembleia Municipal de Lisboa está uma petição, entregue a 23 de Julho pela Plataforma em Defesa das Árvores, na qual se pede a “suspensão imediata das operações de poda e abate de árvores na cidade de Lisboa até à entrada em vigor do novo regulamento”. Para justificar esse pedido, os 375 signatários invocam “recentes e múltiplas operações de poda mal sucedidas e o abate mal justificado de árvores um pouco por toda a cidade de Lisboa” e elencam um conjunto de exemplos disso mesmo, entre os quais os do Jardim Cesário Verde (Arroios) e da Avenida Guerra Junqueiro (Areeiro).
 
Na petição, fala-se também na “forma desrespeitosa como são tratadas as árvores de Lisboa, sobretudo as de alinhamento e as de grande porte”, criticando-se igualmente a “falta de informação prestada pela autarquia” e a realização de “intervenções que em muito ultrapassaram os pareceres técnico-fitossanitários que justificavam/justificariam a sua poda ou abate”.  
Nos últimos meses, a Plataforma em Defesa das Árvores, que integra cidadãos individuais e várias organizações não governamentais, endereçou a vários presidentes de junta de Lisboa pedidos de informação escrita sobre as intervenções de poda ou abate que estão previstas para as suas freguesias. Face à ausência de respostas de 12 autarcas, a plataforma dirigiu em Junho uma queixa ao Provedor de Justiça, na qual alega ter sido violada a Lei de Acesso aos Documentos Administrativos. 
 
in PÚBLICO 14 Agosto 2015
 
Foto: Caldeira com cepo de árvore abatida na Rua Luciano Cordeiro

sexta-feira, 17 de abril de 2015

«Lisboa planta 100 árvores, uma por cada milhar de portugueses na Grande Guerra»
















Iniciativa lançada pela Associação Lisboa Verde prolonga-se até 2018, marcando os anos do centenário do conflito.  Em vez de mais placas evocativas ou monumentos em pedra, três associações juntaram-se para fazer uma homenagem diferente aos soldados enviados para a I Guerra Mundial. Desde o final do ano passado e até 2018, durante os anos do centenário da Grande Guerra, serão plantadas em Lisboa 100 árvores, evocando os mais de 100 mil portugueses envolvidos no conflito.  
“Cem Anos, Cem Árvores” é o nome do projecto organizado pela Associação Lisboa Verde (ALV), com o apoio da Associação Portuguesa dos Arquitectos Paisagistas e da Liga dos Amigos do Jardim Botânico de Lisboa. O objectivo é recordar os cidadãos anónimos, soldados e enfermeiras que arriscaram a vida na I Guerra Mundial, utilizando as árvores como “símbolos de vida e renovação”, explica João Pinto Soares, presidente da Associação Lisboa Verde.  
A primeira árvore, uma oliveira, foi plantada a 11 de Novembro do ano passado na Embaixada de França, um dos países que foi palco do conflito no qual morreram cerca de dez milhões de pessoas, entre Julho de 1914 e Novembro de 1918. A 16 de Dezembro foi plantado um loureiro no Jardim do Instituto Goethe, pelo embaixador da Alemanha, Ulrich Brandenburg.  
Nesta sexta-feira será plantada a terceira árvore, na residência da embaixadora britânica, Kirsty Hayes. “Gostávamos que tivesse sido a 9 de Abril, para assinalar o aniversário da Batalha de La Lys [na Flandres, Bélgica], mas não foi possível”, afirma Pinto Soares. Porém ainda há tempo para cumprir a data, uma vez que o centenário desta batalha, da qual resultaram cerca de 600 soldados portugueses mortos e mais de 6000 prisioneiros, comemora-se a 9 de Abril de 2018.  
Segundo Pinto Soares, o objectivo é plantar árvores em espaços privados, como os cedidos pelas embaixadas, e públicos, como cemitérios, jardins ou ruas cuja toponímia esteja associada ao conflito, sempre que possível em datas simbólicas. Por exemplo, a 9 de Março de 2016 será plantada uma árvore para assinalar o centenário da entrada de Portugal na guerra.  
“Através da plantação de árvores no espaço público cumprimos a nossa missão cívica da homenagem de forma simbólica mas actual porque contribui para a qualidade de vida de todos os habitantes e visitantes de Lisboa”, lê-se no site do projecto. Para já as árvores (como oliveiras, zambujeiros, loureiros, freixos e ciprestes) são oferecidas pelas embaixadas mas Pinto Soares explica que qualquer pessoa poderá, numa segunda fase, oferecer e até plantar um exemplar.  
A iniciativa tem o apoio de entidades como a Liga dos Combatentes, as juntas de freguesia e a Câmara de Lisboa, entre outros organismos. Tem também o Alto Patrocínio da Presidência da República e inclui na Comissão de Honra nomes como o do general Ramalho Eanes e do antigo Presidente da República Jorge Sampaio. A presidente da Assembleia Municipal de Lisboa, Helena Roseta, apoia o projecto: no próximo dia 21 será plantada uma árvore no Jardim Fernando Pessa, ao lado do edifício da Assembleia. 
Marisa Soares, in PÚBLICO, 17/04/2015

sexta-feira, 20 de março de 2015

terça-feira, 10 de março de 2015

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Lisboa, capital de caldeiras vazias

Rua Bartolomeu de Gusmão, 2 caldeiras vazias, entre muitas da nossa cidade. Se tem conhecimento de caldeiras vazias, ou com cepos/árvores mortas, escreva ao executivo da Junta de Freguesia alertando para o facto e solicitando a plantação de novas árvores. Lisboa capital, agradece!

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

As Árvores e a Cidade: "Bela Sombra" nos Anjos

A torre campanário da Igreja dos Anjos e uma Phytolacca dioica ("Bela Sombra") vista da Rua Luis Pinto Moitinho.

sábado, 24 de maio de 2014

LAJB planta 2 árvores na Embaixada de Itália - II

 ...as crianças do Jardim Infantil da Freguesia de Arroios regando a Prunus lusitanica (Azereiro)





 ...plantando o cipreste, com a ajuda do Exmo. Sr. Embaixador
Embaixada de Itália em Lisboa no dia 15 de Maio de 2014: Plantação de um Azereiro e de um Cipreste no jardim da Embaixada de Itália, antigo Palácio Pombeiro.

LAJB planta 2 árvores na Embaixada de Itália - I







Embaixada de Itália em Lisboa no dia 15 de Maio de 2014: Plantação de um Azereiro (Prunus lusitanica) e de um Cipreste no jardim da Embaixada de Itália, antigo Palácio Pombeiro. Este evento contou com a participação de crianças do Jardim Infantil de Arroios. Esteve ainda presente a Sra. Joana Clemente da Junta de Freguesia de Arroios e o Sr. João Pinto Soares em representação da Associação Lisboa Verde.

terça-feira, 8 de abril de 2014

sábado, 5 de abril de 2014